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Game of Thrones: conheça na vida real os cenários incríveis da série da HBO
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Marcio Moraes

Todo “seriador” sabe que depressão pós-série existe sim. Já que Game of Thrones encerrou sua sexta temporada nesse último domingo, vim acalentar os corações dos fãs da série com uma proposta diferente.

Não é só de batalhas que é feita a série. O sucesso também se deve ao cuidado com cada detalhe não apenas da história, mas do visual. GOT possui fotografia, figurinos e cenários de tirar o fôlego, de diversos cantos do mundo. A lista de países por onde as gravações passaram é extensa e revela lugares dignos de uma visita.

Então que tal se confortar pelo fim dos episódios ao conhecer os lugares incríveis por onde os personagens passaram e se lembrar das cenas gravadas por ali?

1. Islândia

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Reconheceu esse cenário? O parque Thingvellir, no distrito Bláskógabyggð, sudeste do país, representou o norte do continente de Westeros na quarta temporada da série. Por lá passaram Arya Stark e Sandor Clegane, o Cão de Caça, que também lutou com Brienne de Tarth. O local, onde foi proclamada a independência islandesa, virou Patrimônio Mundial da UNESCO em 2004.

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Você lembra desse lugar, né? Foi na caverna Grjótagjá, no noroeste da Islândia, onde John Snow perdeu sua virgindade com Ygritte na terceira temporada da série. Nesse cenário, você encontra águas termais que, durante o verão, podem chegar a 50ºC.

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Famosa pela areia preta, a praia Reynisfjara, próxima ao vilarejo Vík í Mýrdal no sul da Islândia, possui uma montanha com formato de pirâmide e uma impressionante caverna com colunas naturais de rocha de basalto. Você deve se lembrar desse lugar pela cena em que Jaime Lannister e Bronn saem em busca de Myrcella.

2. Croácia

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Conhecida como a “pérola do Adriático” e declarada Patrimônio Mundial pela UNESCO em 1979, Dubrovnik encanta com sua arquitetura medieval, renascentista e barroca. Não à toa a cidade foi escolhida para representar a capital dos Sete Reinos, King’s Landing, Porto Real. Não perca o passeio temático com guias que levam os amantes da série para conhecer a ilha de Lokrum, bem ao lado de Dubrovnik, que na série é a cidade Quarth, e a Fortaleza Lovrijenac, que representa o castelo de Joffrey (hoje de Tommen).

3. Inglaterra

Foto: Dale Mcentee

Foto: Dale Mcentee

O campo de Audley com seu castelo, na cidadezinha Downpatric, aparece bastante na primeira e segunda temporadas da série. Além da chegada do rei Robert Baratheon a Winterfell, nesse lugar também ficou o acampamento de Robb Stark, onde ele conheceu Talisa.

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As ruínas com arquitetura gótica de Inch Abbey, também em Downpatric, se tornaram uma locação importante de Game of Thrones. O ambiente ganha destaque desde a primeira temporada, quando John Snow montou seu acampamento por lá e foi proclamado o Rei do Norte.

4. Irlanda do Norte

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O Castelo Ward, no vilarejo Strangford, também é conhecido como o castelo da família Stark e tem um tour específico de Game of Thrones. Você pode se vestir como os personagens da série e visitar áreas como o centro de treinamento de arco e flecha. E os guias indicam os lugares exatos onde John Snow, Robb e Bran Stark pisaram.

Foto: William Marnoch

Foto: William Marnoch

A pedreira de Larrybane, perto da vila Ballintoy, foi onde o rei Renly Baratheon montou seu acampamento durante a segunda temporada. Nessa locação acontece a luta em que Brienne de Tarth aparece pela primeira vez.

5. Espanha

Foto: Jeff and Neda Nields

Foto: Jeff and Neda Nields

O complexo palaciano Real Alcázar, utilizado para abrigar membros da família real ou grandes personalidades que visitam Sevilla, ganhou espaço em Game of Thrones como Dorne. Logo no segundo episódio da quinta temporada, os jardins do palácio aparecem enquanto o príncipe Doran Mattel conversa com Ellaria Sand sobre seu irmão Oberyn. O passeio pelos jardins é um dos principais pontos de passeio turístico da cidade.


De placenta a ouro: os tratamentos estéticos mais exóticos do mundo
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Marcio Moraes

O mercado do bem-estar, segundo a Associação Brasileira de Clínicas e SPAs, está se expandindo cada vez mais no mundo inteiro. Para se ter uma ideia, no Brasil, o crescimento do número de centros estéticos é de 10% ao ano. Nos Estados Unidos, este índice chega a 25% ao ano!

Para vencer a concorrência, alguns SPAs investem na ideia de criar tratamentos estéticos inusitados. Criei uma lista com alguns deles. Quais você gostaria de experimentar?

 1. A mágica da titica

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Por incrível que pareça, a esfoliação com cocô de passarinho não é um tratamento estranho no Japão, já que é tradicionalmente feito pelas gueixas. Eles utilizam titica de rouxinóis para fazer uma máscara que esfolia, renova a pele e a deixa mais bonita. Em Nova Iorque, onde o procedimento virou febre, o custo é de 180 doláres por uma hora e meia no Shizuka New York Day SPA. O ator Tom Cruise e a ex-spice girl Victoria Beckham são algumas das celebridades assíduas do tratamento.

2. Massagem peçonhenta

Foto: Uriel Sinai

Foto: Uriel Sinai

Para os corajosos! O Ada Barak’s Carnivorous Plant Farm and Snake Spa, em Israel, inovou bastante ao oferecer massagens feitas com cobras. Durante 90 minutos, os répteis se enroscam no corpo do cliente e, logo após a sessão, são esterilizados. O custo do procedimento é cerca de 85 dólares.

3. A cara da riqueza

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Está aí uma propriedade do ouro que você ainda não conhecia: ele hidrata a pele e ainda suaviza rugas e linhas de expressão. Este método já é mais conhecido e está disponível em diversos SPAs do mundo. No Rio de Janeiro, o Crystal Hair é um dos espaços que realiza o tratamento. Por cerca de 250 reais, o cliente passa primeiro por uma esfoliação fácil. Logo após, o pó de ouro de 24k é aplicado em seu rosto, e lá permanece por 15 minutos. A socialite Paris Hilton e o cantor Ricky Martin já apostaram no procedimento luxuoso.

4. O sonho dos cervejeiros

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A cerveja é levada tão a sério na República Tcheca que existe até um centro de estética dedicado a ela. No SPA Chodovar, em Chodová Planá, os clientes podem mergulhar em uma banheira quente de cerveja. O preço, que inclui massagem, drinques e jantar, é de 53 dólares por pessoa. O tratamento relaxa os músculos, as articulações e ainda é benéfico para o sistema imunológico! Em Brasília, o Dályda Estética e Bem-Estar oferece um pacote de 259 reais que inclui esfoliação corporal com óleo vegetal maltado, banho de ofurô de cerveja e degustação da bebida.

5. Máscara de placenta de ovelha (porque não há outra maneira de descrevê-la)

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Você não entendeu errado! A nova moda entre os famosos é fazer um tratamento à base de placenta de ovelha. O procedimento, feito no Dyanna SPA, em Nova York, além de dar brilho à pele, ainda nutre e combate inflamações. O custo é de 90 dólares por 1 hora. Entre as celebridades adeptas ao procedimento estão a socialite Kim Kardashian e o cantor Harry Styles.


Aplicativo reduz para 20 minutos as conexões entre aeroportos de São Paulo
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Marcio Moraes

Como viajante profissional, conheço bem as dificuldades das conexões após um voo – sobretudo quando falamos da cidade mais populosa do País, São Paulo. O início de 2016, porém, marcou o lançamento de um serviço exclusivo, que diminui para apenas 20 minutos o trajeto entre os aeroportos de Guarulhos (GRU) e Congonhas (CGH): o You First, do grupo Global Aviation.

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Líder do mercado de aviação executiva no Brasil, a Global oferece um shuttle pioneiro de helicóptero, disponível de segunda a sexta, para evitar o trânsito – muito comum entre os aeroportos paulistanos. É possível reservar até seis assentos pelo site youfirst.voeglobal.com ou pelo aplicativo You First, disponível nas lojas da Apple Store e Google Play. Conforto, atendimento personalizado e infraestrutura completa acompanham a facilidade do transporte. O cliente é acompanhado durante o embarque e desembarque em Guarulhos em todas as etapas do processo: do check-in à chegada ao destino. Em Congonhas, uma sala VIP garante comodidade aos passageiros antes do voo. Para usufruir do serviço, basta baixar o dispositivo ou acessar o site, escolher um itinerário e definir o horário e os assentos do voo. Prático, não?

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As mudanças fazem parte de uma nova fase da marca, que também amplia a frota e cartela de serviços com dois hangares no Aeroporto de Congonhas. O espírito inovador inclui ainda a administração de aeronaves no portfólio e a redução de custos dos clientes com o seguro de jatinhos e helicópteros, a partir de negociações com as seguradoras aeronáuticas brasileiras.

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Boa viagem!


Roteiro segue os passos da banda pop sueca ABBA
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Marcio Moraes

Quando Benny Andersson, Anni-Frid Frida, Björn Ulvaeus e Agnetha Fältskog iniciaram um grupo musical, eles nem imaginavam que se tornariam um fenômeno da Era da Discoteca, no anos 70. Formado em 1972, o ABBA ganhou o mundo com faixas como Dancing Queen, I Have a Dream e Mamma Mia e, atualmente, possui até museu e restaurante temático. Com raízes em Estocolmo, capital da Suécia, o quarteto conquistou o público, colecionou prêmios, e se consagrou como a banda que mais vendeu discos na década de 1970. Apesar do término, em 1982, o legado do conjunto ainda é visto nos tempos atuais.

Foto: Pål-Allan

Foto: Pål-Allan

Das letras que trazem história às melodias pop do ABBA, surgiu um musical e, posteriormente, um filme. Em 1999, o Mamma Mia! encantou as plateias nos palcos londrinos com um enredo costurado pela britânica Catherine Johnson, que fazia alusão às líricas de Benny e Björn, integrantes do grupo. O sucesso do espetáculo foi tanto que atraiu, ao longo de sua existência, mais de 42 milhões de espectadores ao redor do mundo. E deu oportunidade para que o enredo deixasse o teatro para ganhar as telonas.

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Assim, a Universal Pictures lançou, em 2008, o filme Mamma Mia!, com Meryl Streep, Pierce Brosnan e Amanda Seyfried. O êxito da produção reflete nos números: a obra, dirigida por Phyllida Lloyd, arrecadou cerca de U$600 milhões na bilheteria mundial. Durante a trama, a protagonista Donna (Meryl Streep) procura o verdadeiro pai de sua filha, Sophie (Amanda Seyfried) e possui três candidatos – e velhos amores: Pierce Brosnan, Colin Firth e Stellan Skarsgard. A história se apoia nas belezas da Grécia, que possui um litoral com quase 16 mil quilômetros – clique aqui para saber mais das praias gregas. Apesar da ilha de Kalokairi, sugerida no filme, não existir, as gravações foram feitas nas belíssimas Skopelos e Skiathos, ambas no arquipélago de Espórades.

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E, para provar a imortalidade da banda pop, em janeiro desse ano o restaurante Mamma Mia! The Party abriu as portas na cidade-natal do grupo, com uma proposta que mistura cozinha mediterrânea e entretenimento. Inspirado no musical Mamma Mia!, o estabelecimento conta com apresentações noturnas de uma banda cover do ABBA e comporta 450 pessoas. O preço individual para participar da festa, com jantar incluído, é R$ 580,00. Ele está localizado no Tyrol, um enorme complexo de restaurantes próximo ao parque de diversão Gröna Lund, na zona central da capital sueca.

Foto: Mats Backer

Foto: Mats Backer

Foto: Mats Backer

Foto: Mats Backer

Com uma jornada que durou dez anos, o ABBA colecionou histórias. Muito além de filmes, musicais e restaurantes, o conjunto sueco precisava de um lugar para guardar todas as memórias. Desde 2013, o Museu do ABBA, em Estocolmo, se compromete a recordar os melhores momentos da banda com trajes, discos de ouro e itens originais dos integrantes. Sob a premissa de tornar o visitante o quinto membro do grupo, o espaço proporciona uma viagem no tempo com a reprodução perfeita do Pollar Studio, onde as canções que embalaram uma geração foram gravadas. Outras áreas incluem guias de áudio com depoimento de membros, roupas utilizadas em shows e uma réplica do helicóptero que ilustra a capa do disco Arrival, de 1976.

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Preparado para um roteiro que segue os passos do fenômeno da Era da Discoteca?


Confira os detalhes do futurista Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro
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Marcio Moraes

Impulsionada pelos Jogos Olímpicos, a revitalização da zona portuária do Rio de Janeiro é o maior projeto de reforma urbana do País. O Museu do Amanhã é o grande símbolo do Porto Maravilha e se tornou o ícone de um enorme complexo de arte, cultura e lazer.

Foto: Bruno Bartholini

Foto: Bruno Bartholini

Erguido em um píer da Baía de Guanabara, o prédio projetado pelo arquiteto espanhol Santiago Calatrava lembra as formas de um navio que, embora futurista, está em plena sintonia com o ambiente ao redor. A obra proporciona uma interação entre ciência, arte, tecnologia e cultura de uma maneira ousada e pioneira, através de experiências sensoriais e interativas.

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A reestruturação de uma importante área dá novo significado à cidade. No passado, a região portuária do Rio de Janeiro teve um importante papel na construção da população e da identidade brasileira. . Enquanto mais de 500 mil escravos africanos desembarcavam no Cais do Valongo, não muito longe dali, na Pedra do Sal, surgiam os primeiros afoxés, que deram início ao que conhecemos hoje como samba carioca. A partir de 1960, porém, com a mudança do porto para o bairro do Caju, a região tornou-se um local degradado.

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Erguido em uma parceria da prefeitura do Rio e da Fundação Roberto Marinho, o prédio custou R$ 308 milhões e disponibiliza seus ingressos por R$10,00. Às terças-feiras, a entrada é gratuita. Recentemente, o Museu iniciou as vendas online dos ingressos para acabar com as longas filas na Zona Portuária. Assim, é possível agendar o horário e realizar a compra por meio do site: www.museudoamanha.org.br.

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Como estive no Rio de Janeiro há poucos dias, pude conferir um pouco mais sobre essa obra magnífica, que conta com a mais alta tecnologia em seu interior.

Olha só!


Descubra uma pérola escondida no meio do Leste Europeu
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Marcio Moraes

Na lista dos mais badalados destinos turísticos do Mediterrâneo, o litoral da Croácia é uma verdadeira joia. Separada pelo Mar Adriático, o país possui 1.185 ilhas – das quais apenas 66 são habitadas. Entre elas, a cidade de Dubrovnik, que foi um dos palcos da Guerra de Independência croata de 1991 a 1995, se tornou modelo de hospitalidade e turismo no Leste Europeu.

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Tudo começa nos 20 quilômetros do Aeroporto de Dubrovnik até o município. A vista é composta por imponentes paredões à beira-mar, que guiam quem chega aos 1.940 metros de muralhas que rodeiam o cento histórico, conhecido como Cidade Velha. Não a toa, o destino está entre os patrimônios mundiais da Unesco, desde 1979.

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Dentro dessas imensas paredes, no entanto, não são permitidos veículos motorizados. Mas isso não importa. O coração da cidade pulsa por trás desses muros e é impossível não se empolgar. A rua Stradun leva milhares de turistas a diversos atrativos e tornou-se ponto de encontro para as grandes comemorações locais, como o Festival de Verão, o Carnaval de fevereiro, os concertos das festas de fim de ano e muitos outros.

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Visitar Dubrovnik sem conhecer suas igrejas, contudo, é como perder a viagem. A Igreja de Saint Blaise é um desses passeios imperdíveis. Erguido em 1715, no estilo barroco, o edifício é dedicado ao patrono da cidade, que deu o nome à basílica. Outras opções são a Igreja de Saint Saviour, um exemplar da época renascentista, a Catedral da Assunção da Virgem Maria e a gótica Igreja de Saint Dominic.

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Mas se o intuito for aproveitar a bela paisagem que o destino tem a oferecer de uma só vez, o Teleférico Dubrovnik é o passeio certo. Do alto, é possível conhecer toda a Cidade Velha e avistar paisagens de tirar o fôlego. Não há dúvida, Dubrovnik é um desses destinos que merecem ser descobertos.

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Forte abraço!

 


Dubai é a capital dos parques de diversões
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Marcio Moraes

Esqueça a cidade de Orlando, nos Estados Unidos. Aos poucos, Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, vai substituindo a terra do Mickey como a capital da diversão. Considerada uma das joias do Golfo Pérsico pela sofisticação de seus arranha-céus, o destino mais populoso do país árabe está prestes a inaugurar parques temáticos da Marvel, marca responsável por personagens como Iron Man e Capitão América, e da emissora infantil Cartoon Network.

Projetos focados no mercado do entretenimento caíram como uma luva na região. Junto a quantias milionárias, o emirado do Sheikh Mohammed  demonstra um grande potencial para agradar apaixonados por montanhas-russas, parques aquáticos e estações de esqui. Por trás do alto investimento, o emirado busca a fórmula para transformar Dubai em referência mundial de diversão. Afinal, ambição é o que não falta para um destino que ostenta tantos grandes feitos.

1. Aquaventure Waterpark at Atlantis The Palm

Foto: Aquaventure Waterpark at Atlantis The Palm

Foto: Aquaventure Waterpark at Atlantis The Palm

Como as temperaturas facilmente ultrapassam a marca dos 40ºC, um parque aquático parece ser a melhor solução. Conhecido como um gigante complexo de diversão, o Aquaventure dispõe de 75 milhões de litros de água em um espaço com diversas atrações. Destaque para os toboáguas Power Tower (36 m) e The Abyss (60m), além de um passeio de boia que percorre 1,6 km de tubos subaquáticos, ondas e corredeiras. O preço do ingresso gira em torno de R$ 250,00 enquanto que, para hóspedes do hotel 5 estrelas Atlantis, a entrada é gratuita.

2. Ski Dubai

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Quem diria que é possível esquiar na neve em pleno deserto da Arábia? Localizado dentro de um shopping center chamado Mall of the Emirates, o Ski Dubai é uma das maiores estações de esqui indoor do mundo. A neve se espalha por mais de 22 mil m² em cinco pistas de diferentes níveis de dificuldade. Aproveite também uma área de estilo livre, ideal para praticar snowboard e deslizar colinas com boia ou tobogã. As temperaturas abaixo de zero permitem até mesmo encontros marcados com pinguins, que acontecem várias vezes ao dia. O preço do ticket começa em R$ 250,00 e pode chegar a R$ 480,00 – ingresso que dá direito até mesmo às aulas.

3. Wild Wadi Water Park

Foto: Wild Wadi Water Park

Foto: Wild Wadi Water Park

Aos pés do Jumeirah Beach Hotel, outro parque aquático confere uma viagem refrescante ao emirado de Dubai. Desenhado sob a temática de Juha, personagem muito conhecido na cultura árabe, o Wild Wadi oferece 30 atrações aos visitantes. Em uma delas, Flood River, você enfrenta quedas inesperadas e fortes corredeiras. Já no Jumeirah Sceirah, uma enorme torre proporciona uma vista espetacular do complexo (32 m). Claro, a descida em uma velocidade de 80 km/h é consequência.  Para usufruir do parque, é necessário desembolsar cerca de R$ 260,00.

O que vem por aí! 

4. Dubai Parks & Resorts

Foto: LEGOLAND®

Foto: LEGOLAND®

Com previsão para inauguração em outubro de 2016, esse gigante complexo contempla seis espaços diferentes. O principal deles, Motiongate, foi feito em parceria com os estúdios DreamWorks Animation, Sony Pictures Studios e Lionsgate. Já o Bollywood será o primeiro parque temático no estilo do cinema indiano. O LEGOLAND e o LEGOLAND Water Park expandem o leque da franquia inspirada nas famosas peças coloridas. Para uma experiência de sentidos, o Riverland proporciona uma viagem de ambientes e gastronomia pelo mundo. Por fim, o Lapita Hotel Dubai torna possível a visita ao Dubai Parks & Resorts sem precisar sair do espaço. O preço para a construção deste complexo? Algo em torno de R$ 950 milhões!

5. IMG Worlds of Adventure

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Esse é para apaixonados pelo gigantesco universo da Marvel, marca consagrada pelas HQ´s das sagas X-Men, Liga da Justiça e Homem Aranha, entre outras. Previsto para inaugurar em agosto de 2016, o IMG Worlds of Adventure, projeto de cerca de R$ 3 bilhões, será o maior parque indoor do mundo. Estão previstos quatro espaços: Marvel, Cartoon Network, Lost Valley Dinossaur Adventure e IMG Boulevard. Além de atrações centradas nos super-heróis dos quadrinhos, o visitante poderá se divertir com dinossauros gigantes e vários personagens do canal infantil Cartoon Network, como, por exemplo, as Meninas Superpoderosas. Para se ter uma ideia, o complexo terá o tamanho equivalente a 26 campos de futebol. O preço dos tickets já está definido: R$ 287,00.


A rota dos fiordes noruegueses termina com o colorido de Bergen
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Marcio Moraes

Chegamos a Bergen, a segunda maior cidade da Noruega, com 250 mil habitantes, e nosso último destino antes de retornar ao Brasil. Deparamos-nos com mais uma bela paisagem entre sete montanhas, dona do título de cidade mais chuvosa da Europa. As casinhas de madeira colorida na área portuária Bryggen são consideradas Patrimônio Mundial pela Unesco. Foi o que restou de um forte incêndio que devastou a cidade, em 1702. Hoje, elas abrigam uma série de lojas de suvenir e restaurantes de comidas típicas.

Foto: Visit Bergen

Foto: Visit Bergen

Foto: Visit Bergen

Foto: Visit Bergen

Foto Innovation Norway

Foto Innovation Norway

O passeio ao Monte Floyen oferece uma esplêndida vista da cidade e é acessível por um funicular todo envidraçado, que viaja 300 metros de altura em apenas seis minutos. Quem senta na frente tem a melhor vista. Dá para ver o mar, as casinhas, o porto e os fiordes. Um charme! Há também roteiros de turismo histórico, trilhas pelas montanhas, galerias de arte, muito grafite pelas ruas e gastronomia com excelentes opções, como os imperdíveis restaurantes Colonialen e Lysverket.

Foto: Mariana Sampaio

Foto: Mariana Sampaio

Foto: Mariana Sampaio

Foto: Mariana Sampaio

E por falar em gastronomia, não poderia deixar de comentar a excelência da culinária norueguesa. A alta qualidade dos frutos do mar, as carnes de caça e a popularidade dos alimentos orgânicos fizeram uma revolução nos pratos. Quem acha que só vai encontrar bacalhau está completamente enganado. Aliás, os melhores nem ficam por lá, são exportados para países como Portugal e Brasil.

E foi assim, com essas cênicas memórias, que nos despedimos dessa surpreendente viagem.

Curiosidade: Lar dos trolls

Essas criaturas originárias da mitologia escandinava que habitam áreas remotas na Noruega estão por todo lado e fazem parte da cultura do país. Segundo a lenda, eles podem viver até 12 mil anos e são capazes de mudar de forma e se tornar invisíveis. São tão amados pela população que aparecem em todos os lugares, de placas de sinalização a lojas de suvenir. É quase impossível não trazer um de recordação!

Foto: Mariana Sampaio

Foto: Mariana Sampaio

Preparando as malas:

Fuso horário: 5 horas a frente do horário de Brasília.

Visto: Os brasileiros não precisam de visto. Porém, além do passaporte válido por pelo menos seis meses, os países europeus exigem que passageiros do Brasil adquiram um seguro saúde de 30 mil euros para cobertura de eventuais despesas médicas e hospitalares, válido para o tempo da estadia no continente.

Moeda: Coroa Norueguesa (NOK).

Idioma: Norueguês, mas a grande maioria da população fala inglês.

Quando ir: Primavera e verão quando as temperaturas ficam mais agradáveis para nossos parâmetros.

Roupas: Confortáveis, sapatos para diversas superfícies e tipos de caminhada e óculos escuros. Muitos dos hotéis oferecem ótimas piscinas e spas, por isso inclua roupa de banho na mala. E, lembre-se, leve pouca bagagem. Na Noruega não existe carregadores de malas nos hotéis.

Guia em Oslo: Matias Balbo (guiadeturismonoruega@gmail.com). Fez toda a diferença!

Sugestão de hotéis:

Oslo – Thon Hotel Opera, First Hotel Grims Grenka e First Hotel Millenium

Geriranger – Hotel Union

Loen – Hotel Alexandra

Flåm – Fretheim Hotel

Voss – Historic Fleischer`s Hotel

Hardanger – Ullensvang Hotel

Bergen – Scandic Hotel Ørnen

Sugestão de bares e restaurantes:

Oslo – Louise Restaurant & Bar e Hitchhiker

Oldedalen (perto da geleira Briksdalen) – Aabrekk Gard

Flåm – Ægir Brewery

Steinstø – Steinstø Fruit Farm

Bergen – Colonialen e Lysverket

*O Companhia de Viagem viajou a convite do Innovation Norway (escritório de turismo da Noruega).

Para saber mais:

www.visitnorway.com.br e www.visitbergen.com


A incomparável beleza dos fiordes noruegueses
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Marcio Moraes

Saímos de Oslo de avião rumo à terra do bacalhau, Ålesund. A cidade, que esbanja charme, foi construída em estilo art noveau após um incêndio que a devastou. O cartão-postal é a vista do topo do Monte Aksla e o destaque são os bancos públicos aquecidos frente ao mar. Dá vontade de esquecer da vida ali! Mas a próxima parada nos leva para o aquário Atlanterhavsparken para conhecer um pouco mais sobre a natureza e a vida marinha da região que vamos devastar.

Ålesund – Foto: Mariana Sampaio

Ålesund – Foto: Mariana Sampaio

Depois de um ferry e mais quilômetros percorridos chegamos em Geiranger, considerada Patrimônio da Humanidade pela Unesco. No caminho já deu para sentir que nenhuma foto da viagem faria jus à obra de arte chamada Noruega. O país é todo recortado por fiordes, essas paredes gigantes de pedras formadas por geleiras que recuaram e foram invadidas pelo mar. A vista do Hotel Union, onde passamos a primeira noite, nos apresenta um dos mais lindos cenários do roteiro. Antes do jantar, fomos apresentados à vasta coleção de automóveis antigos da família do hotel. Eles eram usados para passeios com turistas nas décadas de 1920 e 1930.

Hotel Union – Foto: Mariana Sampaio

Hotel Union – Foto: Mariana Sampaio

No dia seguinte, acordamos cedo e andamos até o porto do pequeno povoado com apenas 250 habitantes. Encontramos lojinhas, restaurantes e até uma fábrica de chocolate. Dali partimos para nossa primeira viagem de barco e ficamos extasiados com a paisagem do trajeto. Os picos nevados das cordilheiras, que atingem 1.700 metros, refletem nas águas profundas dos fiordes banhados por inúmeras cachoeiras de águas glaciais e arrancam suspiros por todos os lados.

Geiranger – Foto: Innovation Norway

Geiranger – Foto: Innovation Norway

Viagem de barco – Foto: Innovation Norway

Viagem de barco – Foto: Innovation Norway

Mais estrada rumo a Loen, no fiorde Nord, e a cada curva uma nova pintura. Dá vontade de registrar cada quilômetro da viagem! Depois de 1h30 chegamos à fazenda para almoçar no Aabrekk Gard, além da culinária maravilhosa, há alguns chalés para esticar a estadia. De lá seguimos para o Jostedalsbreen National Park, onde fica parte da maior geleira do continente, que ocupa uma área de 487 quilômetros quadrados. Conhecemos um de seus braços, o famoso e imponente glacial Briksdal. Depois bateu aquele cansaço e jantamos no centenário Hotel Alexandra, fundado em 1884, onde passamos a noite.

Briksdal – Foto: Mariana Sampaio

Briksdal – Foto: Mariana Sampaio

Check-out e bora para Fjærland. No caminho, dois lugares chamam a atenção: a montanha Utvik e o glaciar Boyabreen. Cenários cinematográficos! Chegamos ao Norwegian Glacier Museum para visitar o principal centro do país, que dissemina conhecimento sobre as geleiras e o clima. Depois da aula bateu aquela tristeza, afinal, se não conseguirmos frear o aquecimento global em pouco tempo, todas essas maravilhas desaparecerão do mapa.

De Sogne para Flåm atravessamos o maior túnel da Europa, com 25 quilômetros de extensão. O mais interessante é que a cada cinco quilômetros suas paredes mudam de cor para o viajante não enjoar. Na chegada, deixamos as malas no Fretheim Hotel e corremos para o nosso Fjordsafari, passeio em bote inflável e numa velocidade mais rápida que um barco comum. Passamos 2h15 navegando por dentro de Nærøyfjord passando muito frio, mesmo com as roupas térmicas oferecidas. Ao longo do caminho fizemos algumas paradas rápidas, para observar detalhes das histórias que o guia nos contava, e conhecemos um vilarejo famoso por inspirar o sucesso da Disney, Frozen. Undredal é habitado por 65 pessoas e cerca de 500 cabras, além da degustação dos queijos, ouvimos cantos e canções populares.

Fjordsafari - Foto: Innovation Norway

Fjordsafari – Foto: Innovation Norway

No outro dia seguimos com o trem panorâmico Flamsbana, que faz um passeio de Flåm a Myrdal em 40 minutos pelo fiorde mais longo e profundo da Europa, o Sognefjorden. A viagem passa pelo vale da cidade, com vistas de cachoeiras e picos nevados, e para em pontos pitorescos como Kjosfossen. Fim de passeio, mala no carro e parada em Voss para o almoço no Historic Fleischer’s Hotel. A surpresa veio em Hardanger, com um voo panorâmico de helicóptero na região. E o melhor, foi assim que chegamos ao Ullensvang Hotel. Praticamente sobre tapete vermelho! O hotel de 1827 tem uma vista para o Hardanger Fjord de tirar o fôlego. Passamos o fim de tarde saboreando este momento na piscina aquecida.

Flamsbana – Foto: Mariana Sampaio

Flamsbana – Foto: Mariana Sampaio

Entre Flåm e Myrdal – Foto: Mariana Sampaio

Entre Flåm e Myrdal – Foto: Mariana Sampaio

Do café da manhã fomos direto para a visita guiada no Hardangervidda Nature Centre. Depois rodamos mais um pouquinho e chegamos em Steinstø para almoçar na fazenda Steinstø Fruit Farm. Foi ali que comi a melhor torta de maçã da minha vida! Num cochilo chegamos em Norheimsund e conhecemos o Hardanger Maritime Museum que nos ensinou um pouco sobre construção de barco e produção de corda. No fim caminhamos pelo fiorde Promenade em tom de despedida.

No próximo post, falo sobre a cidade de Bergen, nossa última parada na Noruega.

*O Companhia de Viagem viajou a convite do Innovation Norway (escritório de turismo da Noruega).

Para saber mais:
www.visitnorway.com.br e www.fjordnorway.com


De Oslo a Bergen pelos vilarejos às margens dos famosos fiordes
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Marcio Moraes

A Noruega ostenta o título de melhor país do mundo para se viver e também de ter algumas das paisagens mais deslumbrantes do planeta. É lar do sol da meia-noite, da aurora boreal, dos majestosos fiordes e de muitas outras maravilhas naturais. O mar está intimamente ligado à sua história, desde a era viking até a descoberta das reservas de petróleo. No último século soube aproveitar o dinheiro do mineral e saiu da lista dos mais pobres da Europa para conquistar o topo dos rankings globais de qualidade de vida. Com a ajuda da invejável cultura igualitária e de bem-estar social, lidera o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) pelo 12º ano consecutivo.

Embarquei em um roteiro de Oslo a Bergen, as duas maiores cidades norueguesas, pelos vilarejos às margens dos fiordes, para conhecer a tão famosa paisagem e experimentar este estilo de vida tão desejado. Prepare-se! Palavras não bastam para descrever tamanha exuberância. Por mais que você se informe com fotos, vídeos e leituras sobre o lugar, ao vivo e em cores é emocionante e inesquecível.

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Oslo – A porta de entrada

 A capital Oslo oferece um mergulho na história e atmosfera cosmopolita dos noruegueses. É a principal porta de entrada do país, famosa pelas montanhas e resorts de esqui. A cidade, com 40 ilhas, é um fiorde formado há 10 mil anos, na última Era Glacial, e está a 100 quilômetros do mar aberto. Por ser pequena, e o transporte público funcionar pontualmente, dois dias são suficientes para conhecer as principais atrações turísticas.

Foto: VISITOSLO/Tord Baklund

Astrup Fearnley Museum of Modern Art – Foto: VISITOSLO/Tord Baklund

Mathallen Food Hall – Foto: VISITOSLO/Finn Ståle Felberg

Mathallen Food Hall – Foto: VISITOSLO/Finn Ståle Felberg

A cidade exibe um conjunto arquitetônico que integra o contemporâneo ao antigo de maneira bem sutil, além de muito verde e parques incríveis. Um deles é o Vigeland Sculpture Park, que revela de forma lúdica o ciclo da vida. São mais de 200 esculturas em bronze e granito feitas pelo artista norueguês Gustav Vigeland (1869-1943). O pintor Edvard Munch (1863-1944), com seu Munch Museum, também faz parte das atrações. O espaço reúne a maior coleção do mundo de pinturas do mestre do expressionismo, mas é no National Museum que fica o original do seu quadro mais famoso “O Grito”, de 1893.

Vigeland Sculpture Park – Foto: Mariana Sampaio

Vigeland Sculpture Park – Foto: Mariana Sampaio

Vigeland Sculpture Park – Foto: Mariana Sampaio

Vigeland Sculpture Park – Foto: Mariana Sampaio

“O Grito”, de Edvard Munch, no National Museum – Foto: Mariana Sampaio

“O Grito”, de Edvard Munch, no National Museum – Foto: Mariana Sampaio

Outra obra de tirar o fôlego é a Opera House, às margens do porto, o principal marco arquitetônico da cidade. O pôr do sol visto do telhado do prédio todo em vidro e mármore branco é deslumbrante. E, sim, subir ao teto faz parte da experiência! Por falar em aventura, da era vinking mesmo sobraram poucas coisas. Um museu expõe três embarcações, com cerca de 1.200 anos e muito bem conservadas, e objetos que foram encontrados dentro delas. O Viking Ship Museum é uma aula de história e arqueologia desses guerreiros e suas expedições para além do continente.

Opera House - Foto: Mariana Sampaio

Opera House – Foto: Mariana Sampaio

Viking Ship Museum – Foto: VISITOSLO/Tord Baklund

Viking Ship Museum – Foto: VISITOSLO/Tord Baklund

Mas hoje é o esqui o esporte preferido dos noruegueses. Durante a temporada de neve passam o inverno desbravando suas montanhas. Além das pistas para todos os níveis, há uma famosa rampa de saltos chamada Holmenkollen Ski Jump. A arena já recebeu saltadores de esqui do mundo inteiro, além dos atletas do Campeonato Mundial e dos Jogos Olímpicos de Inverno. Não arrisquei nenhuma acrobacia por lá, afinal precisava garantir o restante da viagem.

Holmenkollen Ski Jump – Foto: VISITOSLO/Yuri Sali

Holmenkollen Ski Jump – Foto: VISITOSLO/Yuri Sali

No próximo post sobre a Noruega, conto sobre a nossa aventura nos fiordes. Não tenho dúvida que o destino entrará para sua lista de desejos!

*O Companhia de Viagem viajou a convite do Innovation Norway (escritório de turismo da Noruega).

Para saber mais: www.visitnorway.com.br e www.visitoslo.com