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Conheça Córdoba, a segunda cidade mais importante da Argentina
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Marcio Moraes

Muitas pessoas conhecem e já estão cansadas de ouvir sobre Buenos Aires na Argentina, um destino muito procurado pelos Brasileiros, mas Córdoba, a 700km da capital também tem muito a oferecer. Ela é considerada a segunda cidade mais populosa do país e possui diversas atrações para seus turistas.

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A cidade teve forte influência Jesuíta no século XVII, que vieram para o continente educar e catequizar o povo local. Hoje podemos visitar as seis estâncias que estão ao redor de Córdoba, ver as igrejinhas barrocas, a residência dos padres e alguns objetos da era colonial. 

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Estância Jesuíta em Córdoba, Argentina

Aliás, igreja é o que não falta, a Igreja do Sagrado Coração de Jesus é mais conhecida como Iglesia de Los Capuchinos e pertence à ordem franciscana. Toda imponente com seu estilo neogótico, foi construída por Augusto C. Ferrari entre os anos de 1926 e 1934 e possui diversas estátuas e pinturas em seu interior.

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Iglesia de los Capuchinos

Agora, se você está viajando de lua de mel o destino é perfeito. A cidade é bem centralizada então se você gosta de vinho a localização é ótima. O que eu mais gosto em Córdoba são as vinícolas que estão à sua volta e você pode adicionar esse passeio no seu roteiro. Um dia pra lá de romântico.

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Após o dia de passeios, está na hora de curtir a noite na cidade. Córdoba possui uma vida noturna bem agitada por abrigar a Universidade Nacional de Cordoba e todos os seus estudantes. O bairro de Guëmes é o mais badalado, com bares, galerias e durante os fins de semana e feriados acontece a feira de artesanatos chamada “Paseo de las Artes”.

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Paseo de las Artes. Foto: www.welcomeargentina.com

Fugindo um pouco da movimentação, a Laguna Mar Chiquita é o quinto maior lago de água salgada do mundo, está localizado na região nordeste da província de Córdoba e de lá você pode ver muitos pássaros marinhos.

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Laguna Mar Chiquita. Foto: www.welcomeargentina.com

Chegamos na melhor parte, comida! Cordoba está muito bem abastecida pela gastronomia local, típica da argentina, e por muitas outras, como a italiana. Eu gosto muito do restaurante SIBARIS no Hotel Windsor, mas vale dar uma lida nessa listinha aqui e aproveite a sua viagem: Melhores restaurantes em Córdoba.


Top 10: o que fazer em Mônaco?
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Marcio Moraes

Quando paro para pensar em um destino sofisticado, lembro imediatamente de minha viagem para Mônaco. Este é o segundo menor país do mundo, só perde para o Vaticano. Sua área é de 2 quilômetros quadrados, só um pouco maior que o parque Ibirapuera, por exemplo. A ideia de elegância vem desde a tradição monarca até o fato do principado ser um dos lugares com o maior custo de vida do planeta.

Mônaco também impressiona por suas construções belíssimas e grandes eventos. E apesar do tamanho, o país tem uma lista extensa de atrações imperdíveis:

Assistir ao Grande Prêmio de Mônaco de Fórmula 1

Foto: Divulgação

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Todos os anos no mês de maio, o país recebe o Grande Prêmio de Mônaco de Fórmula 1. A competição transforma as próprias ruas em pista para um dos maiores eventos de corrida de carro. A curva Loews, em frente ao hotel Fairmont, é o ponto mais difícil do trajeto. O maior vencedor até hoje é Ayrton Senna, que recebeu o apelido de Rei de Mônaco após ganhar seis troféus. Os preços das arquibancadas variam de acordo com a localização e vão de menos de €50 a mais de €400.

Conhecer o Cassino de Monte-Carlo

Foto: Divulgação

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Não precisa se jogar nas apostas e máquinas caça-níqueis para aproveitar o Cassino de Monte-Carlo, a arquitetura do lugar é um show a parte. A construção de 1863 é do arquiteto Charles Garnier, que também construiu a famosa Ópera Garnier em Paris. O espaço é contemplado por colunas jônix de ônix, muito mármore, ouro, vitrais, pinturas e esculturas alegóricas. A cara da Belle Epóque.

Admirar os iates em Port Hercule

Foto: Divulgação

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O Port Hercule é o maior e mais famoso porto do país, um dos principais cartões postais. Você não pode deixar de passear pelo calçadão, curtir a vista e admirar os inúmeros barcos e iates de luxo que ficam atracados por lá. A cada dois anos, em setembro, o principado recebe o Monaco Classic Week, uma super exposição de embarcações luxuosas.

Provar a culinária típica monegasca

Foto: Divulgação

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Os principais pratos do principado são feitos com peixes e frutos do mar. A culinária monegasca sofre bastante influência da italiana e francesa devido à localização, mas ainda assim tem um toque diferenciado. Meus preferidos foram o stocafi, um bacalhau com molho de tomate e especiarias locais, e o fougasse, uma massa recheada com amêndoas e castanhas.

Visitar as praias Larvotto e Monte Carlo

Foto: Divulgação

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Mônaco tem duas praias, a Larvotto e a Monte Carlo (que pertence ao hotel com o mesmo nome). As duas são maravilhosas e valem a visita. A Monte Carlo é a mais glamourosa, mas é particular e apenas os hóspedes do resort luxuoso podem utilizar. Já a Larvotto é uma praia artificial aberta ao público e bastante disputada. Para quem curte esportes aquáticos, esse é o paraíso! Escolha entre windsurf, wake board, esqui aquático, banana boat, jet ski ou flyboard.

Conhecer o Museu Oceanográfico

Foto: Divulgação

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Fundado à beira do Mar Mediterrâneo em 1910 pelo Príncipe Albert I, o museu oceanográfico foi projetado inicialmente para ser um palácio dedicado à arte e ciência, mas logo se tornou um espaço sobre a vida submarina, que era uma das paixões do príncipe. Além de fósseis de baleia que chegam a 18 metros de comprimento, o museu tem aquários com mais de 6 mil espécies marinhas no total. Os tanques reproduzem os ecossistemas originais de cada espécie da maneira mais fiel possível. A atração é aberta ao público quase todos os dias do ano, menos no Natal e no dia do Grand Pix de Fórmula 1.

Participar de bailes clássicos

Desde 1863 bailes tradicionais são organizados na Ópera de Monte Carlo (o mesmo edifício do cassino). Os convidados vestem seus melhores trajes de gala para impressionar nos eventos sofisticados. Hoje em dia, o Rose Ball é um dos maiores bailes e acontece todo mês de maio. Os salões são enfeitados com muitas rosas e os participantes dançam ao som de cem violinos. Os fundos arrecadados são direcionados a Princesse Grace Foundation. A Monaco Red Cross Gala, que marca o mês de agosto, já foi frequentada até pela famosa cantora de jazz Ella Fitzgerald.

Jantar em restaurantes estrelados

No principado de Mônaco há seis restaurantes estrelados pelo Guia Michelin. Um destino luxuoso pede um jantar como esse, certo? O principal é o Le Louis XV, do chefe Alain Ducasse, que impressiona com suas três estrelas. O restaurante localiza-se dentro do Hotel de Paris há mais de 20 anos e tem seu menu baseado nas influências da cozinha francesa e italiana. Com duas estrelas, o restaurante Joël Robuchon Monte-Carlo é comandado pelo chef premiadíssimo Joël Robuchon e traz pratos mediterrâneos feitos com produtos frescos da temporada. Ainda há os restaurantes Le Blue Bay, Elsa, Yoshi e Le Vistamar com uma estrela cada.

Apreciar a arquitetura do Pálacio do Príncipe e da Catedral de Mônaco

Foto: Divulgação

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A arquitetura monegasca impressiona por sua sofisticação. E o Palácio de Mônaco, residência oficial do príncipe, não poderia deixar de ser citado. A construção de 1191 foi atacada várias vezes nos séculos passados, logo, sua estrutura é diferente dos outros palácios da época, pois suas reformas visavam a fortificação do castelo. Os visitantes podem assistir à troca de guarda que acontece todos os dias às 11h55 e fazer um tour de 40 minutos para conferir as escadarias de mármore e os afrescos de figuras mitológicas e religiosas com estilo renascentista. A Catedral de Mônaco, ali perto, também chama atenção por seu estilo romântico-bizantino. A construção é de pedras brancas, importadas da cidadezinha francesa La Turbie. O espaço abriga as sepulturas de membros importantes da família real, como o príncipe Rainer e a rainha Grace.

Passear pelos jardins do país

Foto: Divulgação

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Dos 2 quilômetros quadrados de Mônaco, mais de 250.000 metros quadrados são de área verde. O país se preocupa tanto com seus jardins, que há uma política de preservação e organização desses espaços, que são muitíssimo bem cuidados. O Princess Antoinette Park já impressiona na entrada com sua cortina de flores e a grande quantidade de oliveiras.  O La Roseraie Princesse Grace é um roseiral com formato de coração que o príncipe Rainier III mandou construir para homenagear sua esposa. O Le Jardin Exotique se diferencia pelas plantas suculentas e rochas calcárias. O Le Jardin Japonais segue as regras do feng shui para criar um ambiente zen. E o Les Jardins du Casino dá as boas vindas ao Cassino de Monte Carlo com plantas belíssimas e fontes de água.


Top 10: melhores atrações de Barbados
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Marcio Moraes

Terra da Rihanna, Barbados é o verdadeiro paraíso tropical! O país mistura a beleza das praias caribenhas, de areia branca e mar cristalino, a uma cultura vibrante, com muita música, dança e cores. Fiquei encantado com a alegria do povo de lá. As paisagens deslumbrantes e toda a bagagem étnica fazem com que esse seja um destino perfeito para uma viagem romântica, em família ou com amigos.

A língua oficial é o inglês mesmo, mas há outros três dialetos, o hindi, o bhojpuri e o bajan, que aparece em algumas partes da música Work, da Riri. E atrações de todos os tipos não faltam. Então escolhi os 10 melhores programas para quem quer conhecer a ilha caribenha e shine bright like a diamond (ou brilhar como um diamante, traduzindo livremente a música da cantora).

Crop Over – Festa da Colheita – Bridgetown Market

Foto: Divulgação

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Barbados é o palco de um dos maiores festivais de colheita do mundo, o Crop Over, que marca o fim da temporada da cana-de-açúcar. As comemorações começam em maio e vão até a primeira semana de agosto, com shows de canto, dança e blocos de desfile de rua. O evento é marcado por muita música barbadiana e cores vibrantes, com direito a tinta e pó colorido. Se der sorte, você ainda pode encontrar a Rihanna por lá, já que a cantora nunca perde a festa e sempre se veste com os trajes típicos, parecidos com os das passistas do carnaval brasileiro.

Surf em Soup Bowl – praia de Bathsheba

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Foto: Divulgação

Qual surfista nunca sonhou em pegar ondas caribenhas? Na praia de Bathsheba, há o chamado Soup Bowl, ponto onde ondas com mais de 3 metros de altura impressionam os apaixonados por surf do mundo inteiro, principalmente entre novembro e fevereiro. Entretanto, Barbados é conhecido por ser propício para o surf o ano todo! Lá acontecem diversos campeonatos, então vale a pena visitar e assistir a surfistas profissionais se arriscando com suas pranchas.

Island Safari – Costa leste de Barbados

Foto: Divulgação

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Quer explorar a fundo a natureza barbadiana? Então uma boa ideia é participar de um island safari feito com jipes 4×4. Além do trajeto ser uma ótima aventura por si só, o passeio te leva para conhecer florestas e praias que não costumam estar nos roteiros habituais dos turistas por serem pontos de difícil acesso.

Preço: a partir de 200 reais

A destilaria do rum mais antigo do mundo – Bridgetown

Foto: Divulgação

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Sabia que o rum foi criado em Barbados? Mantendo a bebida como tradição, o país tem quatro destilarias e três fábricas com visitações abertas. Mount Gay, em Bridgetown, é a mais famosa delas e a mais antiga do mundo, em funcionamento desde 1703. Os turistas podem escolher entre três tipos de tour: simples, com degustação de coquetéis ou com jantar completo.

Preços: R$ 30 (tour tradicional) / R$ 160 (com degustação) / R$ 200 (jantar completo)

Passeio de Catamarã – Costa leste de Barbados

Foto: Divulgação

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Pra mim, passear de barco é, sem dúvidas, uma das melhores maneiras de conhecer o país. Na costa oeste da ilha caribenha, há lugares apenas acessíveis pelo mar. Logo, os catamarãs são populares e levam turmas a partir de 12 pessoas para explorar a ilha, com direito a parada para mergulhar com snorkel e nadar com tartarugas.

Preço: R$ 140

Dançar no Harbour Lights – St. Michael

Foto: Divulgação

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A música é grande parte da cultura barbadiana e está presente em todos os lugares, até nas ruas. O ritmo calypso é um dos mais populares e realmente lembra a banda Calypso aqui do Brasil. Já o soca parece ser uma versão mais eletrônica para baladas. Para curtir a tradição, vale visitar os festivais frequentes no país, mas também há outra opção que dura o ano inteiro: o Harbour Lights, uma casa noturna com shows interativos. As festas acontecem na areia da praia e acompanham churrasco e diversos drinks. Nessas horas a piña colada faz bastante sucesso.

Preço da entrada: R$ 100

Mercado de Oistins – Oistins

Foto: Divulgação

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A culinária caribenha não pode ficar de fora do roteiro. No pequeno vilarejo Oistins há um mercado de peixes famoso. Quiosques e pequenos restaurantes preparam a especialidade da área: peixe frito. O mais pedido é o peixe-voador. Aos fins de semana, o mercado também recebe atrações musicais que completam o clima barbadiano.

Preço: R$ 50 (um prato bem servido de peixe frito e bebida)

Andar de submarino – Bridgetown

Foto: Divulgação

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Esse é um mergulho bem diferente de tudo o que você já fez, nem precisa se molhar! E é preciso fazer reservas com antecedência para andar no Submarino Atlantis. Os passageiros descem até a profundidade de cerca de 55 metros abaixo do nível do mar e, por uma hora, se deslumbram com a vida marinha e os navios naufragados. O trajeto realizado na costa sudeste do país pode ser feito durante o dia, para ver melhor os peixes, ou à noite, quando o show fica por conta dos corais.

Preço: R$ 320

Fazer compras em Lime Grove – St. James

Foto: Divulgação

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O Lime Grove é uma espécie de shopping a céu aberto, perfeito para um agradável dia de compras. Há várias lojas de grifes famosas, como Ralph Lauren, Bvlgari, Michael Kors e Burberry. O melhor é que em Barbados os turistas não pagam os impostos, então é só apresentar o passaporte e é como se todos os lugares fossem um duty free!

Cidade histórica de Bridgetown – Bridgetown

Foto: Divulgação

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Bridgetown é a maior cidade de Barbados. Desde 2011, a capital é considerada um Patrimônio Mundial da UNESCO, logo, é legal conhecer alguns pontos turísticos e históricos. O prédio do Parlamento de Barbados, de 1639, é um dos mais visitados e funciona como museu de história nacional. A zona portuária também tem destaque: é por lá que são exportados melaço, cana-de-açúcar e rum, as principais fontes de renda do país. Os cruzeiros também chegam por esse porto, com ótima vista para tirar fotos!

Ficou a fim de ir? Saiba quanto custa:

R$3.469 – passagem de avião da classe econômica

R$3.500 – uma semana de hospedagem no Blue Horizon Hotel

Valor total do roteiro: aproximadamente 8 mil reais por pessoa.

 

 


Washington, DC para além da política
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Marcio Moraes

Caro viajante,

Você já deve ter ouvido falar da série House of Cards, produzida pela Netflix, que desvenda os jogos políticos por trás do império americano. Se não conhece ainda, procure saber. Afinal, o próprio presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, se declarou fã dessa envolvente série.

Reprodução

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De fato, a história da maior potência mundial está atrelada a Washington, DC (Distrito de Colúmbia), cidade planejada em 1790 pelo primeiro presidente dos Estados Unidos, George Washington, para abrigar a cúpula de poder do país. O lar dos maiores símbolos do império americano, como a Casa Branca e o Lincoln Memorial, é rico em memórias que são transmitidas através de cultura, arte e gastronomia. Convido você a conhecer um pouco mais deste destino tão importante – e belíssimo – dos Estados Unidos.

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O distrito federal americano é facilmente percorrido de metrô, que possui estações bem localizadas. A Smithsonian, no centro da cidade, por exemplo, é servida por duas linhas e dá acesso ao maior complexo de museus do mundo, que inclui o Museu Nacional da História Americana e a Galeria Nacional de Arte. O passageiro também pode visitar o Capitólio, sede do Congresso Nacional, e o Monumento a Washington, às margens do rio Potomac, localizados na mesma região.

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Museus e monumentos históricos estão por toda a cidade, mas não são as únicas opções de lazer de Washington. O destino firma-se como referência para compras e gastronomia. Na U Street, berço do lendário pianista Duke Ellington, há uma diversidade imensa de elegantes, embora não convencionais, lojas que oferecem roupas e mobílias pelos mais variados preços. Cafés e bares completam o charmoso cenário. Georgetown, por sua vez, abriga as mais luxuosas grifes da cidade, que formam um contraste bacana com as construções antigas e ruas de paralelepípedo do bairro. Dê uma pausa nas compras para conhecer a Old Stone House, residência mais antiga de Washington. Para completar o roteiro de consumo, siga para Eastern Market, mercado público do século XIX que merece ser visitado.

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Por ser um destino universal, Washington recebe influências internacionais que se refletem na gastronomia. Sabores da Bélgica, Etiópia e Tailândia encontram espaço na metrópole de mais de 600 mil habitantes. Entretanto, é a cozinha nacional e, principalmente, local que atrai mais foodies, amantes da gastronomia. Restaurantes como o Farmers Fishers Bakers, em Georgetown, conquistam clientes por usar produtos locais frescos e carnes de rebanho regional no preparo dos pratos.

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Com tantas atrações e paisagens, além de uma história riquíssima, é fácil se sentir fascinado por mais esse destino fora do eixo Miami-NovaYork-Califórnia.

Forte abraço!


Descubra as maravilhas da Palestina
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Marcio Moraes

Caro amigo,

Você deve estar me questionando sobre o tema deste post, devido aos inúmeros conflitos que atingem a Palestina. Mas é com pesar que hoje eu quero mostrar algumas das belíssimas paisagens e atrações turísticas de lá. Claro que na atual situação política, este não é um destino recomendado para o turismo. Ainda assim, tenho certeza que você não vai se arrepender de saber um pouco mais sobre as belezas locais. Quem sabe um dia poderemos visitá-las tranquilamente, não é mesmo?

Credito Pavel Skopets

Credito Pavel Skopets

Um dos destinos mais bonitos para os fãs de turismo religioso é o local de nascimento de Jesus, abrigado pela Basílica da Natividade, em Belém. O templo em estilo bizantino foi construído por Helena, a mãe do primeiro imperador cristão Constantine, e é apenas o início de uma viagem de muitas descobertas.

Crédito: mtcurado

Crédito: mtcurado

Jerusalém também é surpreendente. Destino de milhares de fiéis islâmicos, cristãos e judeus, esta é a cidade há mais tempo habitada do mundo. São 220 monumentos históricos como a Cúpula da Rocha, erguida no século 7. Ali também está a Basílica do Santo Sepulcro, onde está a tumba de Cristo.

Crédito Giancana

Crédito Giancana

Hebron, ou Khalil Ar-Rahman, é considerada a quarta cidade sagrada do Islã, logo depois de Mecca, Medina e Jerusalém. Já Nablus, a cerca de 63 quilômetros ao norte de Jerusalém, e polo industrial e comercial. A região também é conhecida pela qualidade de suas oliveiras e produtos derivados.

Crédito sanchezgrande

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Ramallah é conhecida como a Cidade da Cultura, Lazer e Gastronomia. Entre tantas atrações, o Conselho Legislativo da Palestina é onde João e Maria descansaram antes de voltar a Nazaré.

Falando nisso, como eu sempre digo, a culinária é realmente uma das formas mais gostosas de conhecer um lugar. A Palestina, em especial, oferece uma gastronomia muito rica com influências do Mediterrâneo, marcado pelos frutos do mar, azeites e leite de cabra.

Mais que isso, tem entre seus pratos principais a famosa Musakhan – pão coberto por frango assado com temperos típicos –, além dos deliciosos pães, fast food, como o Falafel, e as maravilhosas sobremesas, cheias de mel, pistache e nozes.

 

CréditoTeodoraDjordjevic

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Ainda bem que culinária típica pode ser encontrada em grandes metrópoles, não?

Até mais!

 


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