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Top 10: melhores atrações de Barbados
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Marcio Moraes

Terra da Rihanna, Barbados é o verdadeiro paraíso tropical! O país mistura a beleza das praias caribenhas, de areia branca e mar cristalino, a uma cultura vibrante, com muita música, dança e cores. Fiquei encantado com a alegria do povo de lá. As paisagens deslumbrantes e toda a bagagem étnica fazem com que esse seja um destino perfeito para uma viagem romântica, em família ou com amigos.

A língua oficial é o inglês mesmo, mas há outros três dialetos, o hindi, o bhojpuri e o bajan, que aparece em algumas partes da música Work, da Riri. E atrações de todos os tipos não faltam. Então escolhi os 10 melhores programas para quem quer conhecer a ilha caribenha e shine bright like a diamond (ou brilhar como um diamante, traduzindo livremente a música da cantora).

Crop Over – Festa da Colheita – Bridgetown Market

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Barbados é o palco de um dos maiores festivais de colheita do mundo, o Crop Over, que marca o fim da temporada da cana-de-açúcar. As comemorações começam em maio e vão até a primeira semana de agosto, com shows de canto, dança e blocos de desfile de rua. O evento é marcado por muita música barbadiana e cores vibrantes, com direito a tinta e pó colorido. Se der sorte, você ainda pode encontrar a Rihanna por lá, já que a cantora nunca perde a festa e sempre se veste com os trajes típicos, parecidos com os das passistas do carnaval brasileiro.

Surf em Soup Bowl – praia de Bathsheba

Surf-em-soup-bowl-barbados

Foto: Divulgação

Qual surfista nunca sonhou em pegar ondas caribenhas? Na praia de Bathsheba, há o chamado Soup Bowl, ponto onde ondas com mais de 3 metros de altura impressionam os apaixonados por surf do mundo inteiro, principalmente entre novembro e fevereiro. Entretanto, Barbados é conhecido por ser propício para o surf o ano todo! Lá acontecem diversos campeonatos, então vale a pena visitar e assistir a surfistas profissionais se arriscando com suas pranchas.

Island Safari – Costa leste de Barbados

Foto: Divulgação

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Quer explorar a fundo a natureza barbadiana? Então uma boa ideia é participar de um island safari feito com jipes 4×4. Além do trajeto ser uma ótima aventura por si só, o passeio te leva para conhecer florestas e praias que não costumam estar nos roteiros habituais dos turistas por serem pontos de difícil acesso.

Preço: a partir de 200 reais

A destilaria do rum mais antigo do mundo – Bridgetown

Foto: Divulgação

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Sabia que o rum foi criado em Barbados? Mantendo a bebida como tradição, o país tem quatro destilarias e três fábricas com visitações abertas. Mount Gay, em Bridgetown, é a mais famosa delas e a mais antiga do mundo, em funcionamento desde 1703. Os turistas podem escolher entre três tipos de tour: simples, com degustação de coquetéis ou com jantar completo.

Preços: R$ 30 (tour tradicional) / R$ 160 (com degustação) / R$ 200 (jantar completo)

Passeio de Catamarã – Costa leste de Barbados

Foto: Divulgação

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Pra mim, passear de barco é, sem dúvidas, uma das melhores maneiras de conhecer o país. Na costa oeste da ilha caribenha, há lugares apenas acessíveis pelo mar. Logo, os catamarãs são populares e levam turmas a partir de 12 pessoas para explorar a ilha, com direito a parada para mergulhar com snorkel e nadar com tartarugas.

Preço: R$ 140

Dançar no Harbour Lights – St. Michael

Foto: Divulgação

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A música é grande parte da cultura barbadiana e está presente em todos os lugares, até nas ruas. O ritmo calypso é um dos mais populares e realmente lembra a banda Calypso aqui do Brasil. Já o soca parece ser uma versão mais eletrônica para baladas. Para curtir a tradição, vale visitar os festivais frequentes no país, mas também há outra opção que dura o ano inteiro: o Harbour Lights, uma casa noturna com shows interativos. As festas acontecem na areia da praia e acompanham churrasco e diversos drinks. Nessas horas a piña colada faz bastante sucesso.

Preço da entrada: R$ 100

Mercado de Oistins – Oistins

Foto: Divulgação

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A culinária caribenha não pode ficar de fora do roteiro. No pequeno vilarejo Oistins há um mercado de peixes famoso. Quiosques e pequenos restaurantes preparam a especialidade da área: peixe frito. O mais pedido é o peixe-voador. Aos fins de semana, o mercado também recebe atrações musicais que completam o clima barbadiano.

Preço: R$ 50 (um prato bem servido de peixe frito e bebida)

Andar de submarino – Bridgetown

Foto: Divulgação

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Esse é um mergulho bem diferente de tudo o que você já fez, nem precisa se molhar! E é preciso fazer reservas com antecedência para andar no Submarino Atlantis. Os passageiros descem até a profundidade de cerca de 55 metros abaixo do nível do mar e, por uma hora, se deslumbram com a vida marinha e os navios naufragados. O trajeto realizado na costa sudeste do país pode ser feito durante o dia, para ver melhor os peixes, ou à noite, quando o show fica por conta dos corais.

Preço: R$ 320

Fazer compras em Lime Grove – St. James

Foto: Divulgação

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O Lime Grove é uma espécie de shopping a céu aberto, perfeito para um agradável dia de compras. Há várias lojas de grifes famosas, como Ralph Lauren, Bvlgari, Michael Kors e Burberry. O melhor é que em Barbados os turistas não pagam os impostos, então é só apresentar o passaporte e é como se todos os lugares fossem um duty free!

Cidade histórica de Bridgetown – Bridgetown

Foto: Divulgação

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Bridgetown é a maior cidade de Barbados. Desde 2011, a capital é considerada um Patrimônio Mundial da UNESCO, logo, é legal conhecer alguns pontos turísticos e históricos. O prédio do Parlamento de Barbados, de 1639, é um dos mais visitados e funciona como museu de história nacional. A zona portuária também tem destaque: é por lá que são exportados melaço, cana-de-açúcar e rum, as principais fontes de renda do país. Os cruzeiros também chegam por esse porto, com ótima vista para tirar fotos!

Ficou a fim de ir? Saiba quanto custa:

R$3.469 – passagem de avião da classe econômica

R$3.500 – uma semana de hospedagem no Blue Horizon Hotel

Valor total do roteiro: aproximadamente 8 mil reais por pessoa.

 

 


Sol, praia e hula-hula em um dos arquipélagos mais isolados do mundo
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Marcio Moraes

São mais de 100 ilhas no meio do Pacífico, a aproximadamente três mil quilômetros da costa dos Estados Unidos, mas apenas sete delas são habitadas: a ilha de Hawaii, mais conhecida como Big Island, Maui, Oahu, Kauai, Molokai, Lanai e Niihau. Cada uma tem a sua própria identidade e oferece uma atmosfera diferente, mas todas têm algo em comum: o espírito Aloha, a atitude de compartilhar boas energias. E disso, o povo havaiano entende muito bem! Escolhemos Oahu, a mais famosa, e porta de entrada para o Havaí, e Big Island, a maior das ilhas, para os próximos posts.

Oahu

A atmosfera surfe está por todos os lugares, afinal foi aqui que o pai do esporte, Duke Kahanamoku (1890-1968), nasceu e foi criado. Nas águas de Waikiki tornou-se um invejável nadador e surfista, conquistou medalhas de ouro e prata nas Olimpíadas e depois saiu viajando pelo mundo para difundir a paixão pelas ondas. Nas areias em frente ao Hyatt Regency, um dos melhores hotéis da capital Honolulu, há uma estátua em sua homenagem para dar as boas-vindas aos turistas e abençoar a estadia.

Foto: Hyatt Regency Waikiki

Essa região é a mais cosmopolita, com muitos arranha-céus à beira-mar, a grande maioria dos hotéis de luxo, restaurantes, lojas de grife e praias urbanizadas, bem diferente do Havaí tropical e isolado do nosso imaginário. Para entrar no clima, sempre há alguém com um sorriso largo e uma camisa estampada oferecendo um perfumado colar de flores, chamado “lei”. Chegou a hora de se contagiar pelo ritmo do ukelele (instrumento musical) e da hula (dança típica) para cair na estrada e se esbaldar em alguma praia por aí…

Escolhi North Shore, a meca dos surfistas, que abriga as famosas praias de Waimea, Sunset e Pipeline. O caminho de quase uma hora cruza a região central de Oahu e mostra o lado rural da ilha com fazendas como a da Dole Plantation, grande exportadora de abacaxi que também tem uma lojinha com produtos à base da fruta e suvenires. Chegando em Haleiwa, a cidadezinha mítica da região, vale a pena desacelerar, selecionar uma boa trilha sonora, curtir a paisagem e explorar cada faixa de areia do mapa com tempo.

Foto: Hawaii Tourism Authority (HTA) / Tor Johnson

Foto: Hawaii Tourism Authority (HTA) / Tor Johnson

Uma coisa é fato: qualquer viagem ao Havaí é moldada pela época do ano. Se o negócio é ver ondas ou surfar, é preciso chegar entre novembro e março, mas se o intuito é ficar de bobeira relaxando no mar e aproveitando o verão, marque seu roteiro entre abril e agosto. Mas além do surfe, existem outras atrações nesta parte de Oahu. Andar de bicicleta pela ciclovia local, mergulhar no Shark’s Cove, assistir ao pôr do sol em Sunset Beach, apreciar a vista de Waimea Bay do morro de Pupukea, praticar Stand Up Paddle em Haleiwa River, faz parte da programação.

Foto: Hawaii Tourism Authority (HTA) / Tor Johnson

Foto: Hawaii Tourism Authority (HTA) / Tor Johnson

Foto: Mariana Sampaio

Foto: Mariana Sampaio

E ainda tem o Turtle Bay, o único resort da região, e as atrações no Polynesian Cultural Center, um parque temático para conhecer mais sobre as culturas do Pacífico. Por falar em história, os havaianos têm uma cultura tão particular que é difícil lembrar que é o mais novo dos 50 Estados que compõem os Estados Unidos. Descendentes dos polinésios e de vários outros povos, até 1810 cada ilha havaiana tinha um comando local. Depois, o rei Kamehameha centralizou o governo e instaurou a monarquia. É o único lugar do país americano que já teve rei e rainha.

Foto: Mariana Sampaio

Foto: Mariana Sampaio

No próximo post do Havaí tem montanha nevada, parque de vulcões, mergulho com arraias-manta e tudo que a Big Island pode oferecer.

* O Companhia de Viagem embarcou a convite do Hawaii Tourism Authority Latin America.


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