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Cidades e roteiros literários para viajar além das páginas dos livros
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Marcio Moraes

Quem nunca teve vontade de se transportar para o universo do personagem principal de um livro? O cenário da história, mesmo com trama fictícia, muitas vezes é real e pode ser visitado. Já pensou em escrever uma carta para Julieta em Verona, atravessar os Estados Unidos de carro tipo On The Road ou pegar um trem na Índia como em O Grande Bazar Ferroviário? Então preparei uma lista de destinos literários para inspirar sua próxima viagem:

1. Viagem pela Rota 66 (On The Road, de Jack Kerouac)

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O livro lançado em 1957 inspira muitos jovens a arrumar uma mochila e botar o pé na estrada. A trama segue dois garotos de Nova Iorque e Nova Jersey que resolvem atravessar os Estados Unidos até a costa oeste em busca de novas experiências e autoconhecimento. Quem gostou da ideia pode fazer como os personagens e seguir a Interstate 40, antiga Rota 66, por cidades como Chicago, Illinóis e Los Angeles. Em Flaxtaff, no Arizona, um pedaço do trajeto foi conservado e procura transmitir o espírito de rebeldia e liberdade da época. O destaque fica para a vida noturna do local, com diversas cervejarias artesanais.

2. Cuba (A Ilha, de Fernando Morais)

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Escrito pelo jornalista brasileiro Fernando Morais, A Ilha recria o cenário de Cuba nos anos 70 após a Revolução Cubana. O autor ressalta como a mudança para o sistema socialista interferiu em setores como saúde, educação e alimentação no país. Muito mudou desde então, como uma maior abertura de Cuba e reaproximação com os Estados Unidos, logo, o livro é uma boa base para comparar o passado político à situação atual do país — sem contar as praias e paisagens belíssimas de Cuba!

3. Verona (Cartas para Julieta, de Lisa e Cecil Friedman)

Foto: Cristian Goldin

Foto: Cristian Goldin

A história de Romeu e Julieta, de Shakespeare, atrai muitos turistas para Verona, a cidade-natal da protagonista. Com isso surgiu um fenômeno: milhares de mulheres do mundo inteiro escrevem cartas para a personagem literária pedindo conselhos amorosos. E, curiosamente, essas mensagens são respondidas.

Foi a partir desse mistério que Lisa e Cecil Friedman escreveram Cartas para Julieta. A ideia é mostrar o grupo de mulheres voluntárias que respondem cada carta deixada por lá, enviada por correio ou por email. Ela também mostra algumas correspondências, com histórias de amor muitas vezes engraçadas e comoventes. No livro, o cenário é a Verona atual, já com a casa, estátua e o túmulo de Julieta como grandes pontos turísticos. Aposto que quando terminar a leitura, você vai morrer de vontade de pegar o primeiro voo pra lá e colocar cartas, post its e cadeados na casa de Julieta para trazer boa sorte à vida amorosa.

4. Europa e Ásia (As Viagens de Marco Polo, de Marco Polo e Rusticiano de Pisa)

Foto: Connecticut State Library

Foto: Connecticut State Library

O mercador veneziano Marco Polo, lá em 1272, contava com a ajuda do escritor Rusticiano de Pisa para registrar em livros suas aventuras em busca de produtos importados em longas viagens de navio. O primeiro volume de As Viagens de Marco Polo relata sua ida à China e passagem por toda Rota da Seda. Há outros três livros com mais aventuras do navegante por diversos países.

Marco passou por lugares como Turcomenistão, Armênia, Geórgia, Bagdá, Irã, Afeganistão, Índia e chegou, por fim, a Kashgar, na China. A obra apresenta registros históricos e culturais importantíssimos sobre as raízes da sociedade asiática. Alguns historiadores ainda defendem que o explorador nunca chegou a pisar em terras chinesas, mas isso pode ser facilmente debatido com a quantidade de detalhes descritos por Marco, como por exemplo, sobre a produção de sal e dinheiro. Fazer uma viagem para o oriente e seguir os passos de Marco Polo é também viajar no tempo.

5. Itália, Índia e Indonésia (Comer, Rezar e Amar, de Elizabeth Gilbert)

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Este livro autobiográfico narra uma história incrível de autoconhecimento. Liz Gilbert, após o divórcio, outro fracasso amoroso, ter depressão e passar por um momento de crise profissional, resolve deixar tudo para trás e viajar para reencontrar o sentido da vida em um ano sabático.

A primeira parada foi na Itália, em Roma, para redescobrir os prazeres do ócio e da gastronomia. Em Nápoles, a L’Antica Pizzeria da Michele ficou ainda mais famosa depois de sua pizza de mozzarella ser descrita com gosto nas páginas de Elizabeth. Em seguida, a Índia é o ponto de encontro com a espiritualidade. Liz ficou em um ashram (retiro espiritual), onde aprendeu a meditar e pode processar tudo o que havia acontecido. A última parada, na Indonésia, simboliza o equilíbrio entre o prazer e a devoção espiritual, a descoberta da verdadeira paz interior.

 6. Expresso do Oriente e Expresso Transiberiano (O Grande Bazar Ferroviário, de Paul Theroux) 

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Mais um escritor viajante a explorar a Ásia. A diferença é que Paul Theroux fez seus passeios nos mais variados trens, de vagões luxuosos aos velhos e surrados. O autor passou por Londres, Itália, Iugoslávia, Bulgária, Turquia, Istambul, Irã, Afeganistão, Paquistão, Índia, Birmânia, Tailândia, Malásia, Cingapura, Camboja, Vietnã e Japão.

A leitura é uma maneira de ter um panorama geral de todos esses lugares. O mais interessante são as viagens de trem em si, que trazem depoimentos sobre situações inesperadas e descrições de passageiros como Blind Bob, um americano que carregava vários rolos de papel higiênico em suas viagens.

7. Da Argentina à Venezuela (De moto pela América do Sul, de Che Guevara) 

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O diário de Che Guevara narra uma viagem feita por ele e pelo amigo Alberto Granado, da Argentina à Venezuela, montados em suas motos em 1952. Os relatos detalhados marcam a visão do jovem Che, de 23 anos, em busca de sua vocação. Nesse contexto, ele conhece o mar pela primeira vez, entra em contato com a miséria dos índios nativos e faz diversas reflexões sobre a América do Sul.

8. Índia (Sidharta, de Herman Hesse)

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O alemão Hermann Hesse, ganhador de um Prêmio Nobel de Literatura, imergiu na tradição budista da Índia, em 1910, e o resultado foi uma narrativa inspirada na história do Buda. O eixo principal do livro, publicado 12 anos depois, é a busca da paz e plenitude espiritual. Os lugares por onde Sidharta passou e que foram citados no livro, como Ragjir e Sravasti, tornaram-se grandes pontos turísticos sagrados para o budismo. Em Bodhgaya, lugar que aparece em várias passagens, há ainda o templo de meditação de Buda.

9. Taubaté (Sítio do Pica-Pau Amarelo, de Monteiro Lobato) 

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As aventuras de Pedrinho, Narizinho e Emília, a boneca de pano, fizeram parte da infância de vários brasileiros. Para escrevê-las, Monteiro Lobato se inspirou na própria infância vivida em um sítio em Taubaté, que também se tornou o cenário da trama do livro. Para reviver a meninice, vale a pena visitar a Chácara do Visconde. O complexo de 20 mil metros quadrados abriga parque, coreto, pasto, plantações, o casarão colonial (da Vovó Benta) e um museu histórico e folclórico sobre as obras de Lobato. O espaço também recebe apresentações com os personagens do Sítio.

10. Paris e Londres (Na Pior em Paris e Londres, de George Orwell)

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O jornalista literário Eric Arthur Blair, mais conhecido pelo pseudônimo George Orwell, viveu a experiência de ir para Paris quase sem dinheiro para escrever esse livro nos anos 20. Ao chegar no país, o escritor gastou sua pequena economia para se instalar e lecionar inglês, mas logo perdeu os alunos e foi roubado. A narrativa, então, passa a retratar uma época de miséria, de procura de bicos e comida, até que ele resolve radicalizar ainda mais e partir para Londres, onde conviveu com mendigos.

O melhor aspecto do livro é a forma bem humorada e poética de Orwell retratar suas peripécias. Por mais que eu não recomende uma experiência como a do autor, o roteiro é uma das escolhas mais populares entre os turistas. Paris e Londres, com certeza, é uma dupla europeia que não deve ficar de fora dos seus planos de viagem!


Conheça o país que tem as praias mais incríveis da Europa
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Marcio Moraes

Caro amigo,

Conhecer vários países em uma só viagem é uma das motivações de quem visita a Europa. Mas, saiba que, por mais tentadora que seja, essa prática afasta alternativas incríveis em nosso roteiro pelo Velho Continente. Um exemplo claro é um país que surpreende por vários motivos e possui uma beleza natural tão grande, que me pergunto como o turismo ainda não abriu os olhos para tal: Albânia!

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De fato, seu passado não ajudou no processo. Localizado na pontinha da região dos Bálcãs, a sudoeste da Europa, o país viveu sob um regime comunista caracterizado pelo isolamento até o fim do século passado – rompeu relações com EUA, União Soviética e China. O legado está marcado nos mais de 700 mil buracos blindados – ou bunkers – que foram projetados para impedir uma invasão militar no território e que, hoje, viraram uma atração muito interessante.

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Obviamente, a história da Albânia vai além do comunismo, o que nos leva ao ponto turístico mais famoso do país: uma cidade da Grécia Antiga, que se tornou sítio arqueológico incluído na lista do Patrimônio Mundial da UNESCO, em 1992. Trata-se do Butrint, localizado a cerca de 300 km de distância da capital, Tirana, e quase na divisa com a Grécia. Hoje, é possível visitar as ruínas que foram escavadas após a Segunda Guerra Mundial e que incluem um anfiteatro (arena oval), uma basílica e um castelo datado do século XIV. Atente-se ao calendário, pois o espaço é palco do Festival Internacional de Teatro Butrinti 2000, que acontece todo mês de julho.

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Se o intuito é curtir o litoral, o pequeno território – que possui o tamanho do estado de Alagoas (28 mil km²) – também não deixa a desejar. Suas águas de cor verde-esmeralda rivalizam com praias gregas e croatas, mas com um pequeno detalhe: são bem menos cheias. Procure pela cidade de Himara (300 km da capital), que concentra grande parte delas, das quais destaco as paradisíacas praias de Gjipe e Jale. Ao norte, Dhermi também é opção para relaxar em solo albanês.

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Aproveitar o ritmo litorâneo é uma boa desculpa para explorar um fenômeno natural que só encontramos no pequeno país dos Bálcãs. O nome é extremamente convidativo: Blue Eye, ou olhos azuis, na tradução livre. Uma fonte termal ao sul da cidade de Sarandë, a menos de 20 km do sítio arqueológico de Butrint, em que há uma fenda redonda, cuja profundidade de cerca de 50 metros provoca uma alteração na cor da água. O azul vibrante contrasta com o esverdeado da fonte, em uma combinação para lá de especial.

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Chegou a hora de considerar a Albânia como o próximo destino de sua viagem à Europa.

Vamos?


As cidades alemãs fora do eixo Berlim – Munique – Frankfurt
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Marcio Moraes

Caro amigo,

 

São nos menores frascos que se encontram os melhores perfumes. A expressão nunca encaixou tão bem quanto para descrever a Alemanha. Enquanto cidades como Berlim, Hamburgo e Munique são os principais polos de turismo do País, pequenos vilarejos acabam esquecidos para nós, viajantes.

Para ter uma ideia, Berlim concentrou muito mais turistas do que qualquer outra localidade, em 2014. Segundo a Secretaria de Turismo Alemão, foram cerca de 12.500 milhões de estrangeiros que dormiram na capital, seguido por Munique (6.650), Frankfurt (3.600) e Hamburgo (2.900).

Subestimadas pelos turistas em geral, as pequenas cidades alemãs preservam a atmosfera autêntica do país, que pode ser sentida nas construções tradicionais, no estilo Enxaimel, que mais parecem quebra-cabeças de madeira.

Visitar esses vilarejos, cujo charme medieval se mantém preservado, é fazer uma viagem no tempo. Aproveite a lista para descobrir novos destinos alemães tão surpreendentes quanto os já consagrados.

 

Quedlinburg, Saxônia-Anhalt

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Ao norte das montanhas Harz, Quedlinburg é um regresso ao passado com suas edificações medievais e renascentistas. A resistência com os conflitos da Primeira e Segunda Guerra Mundial transformaram a cidade em um Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Construída ao redor da praça Markt, ela se divide em duas colinas: uma, que leva ao castelo de Burgberg, e a outra, a zona residencial.

 

Bamberg, Bavária

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Erguida nos limites da Fracônia, região marcada por serras arborizadas, Bamberg preserva sua cultura, que reflete nas principais atrações da cidade. É a casa da cerveja Rauchbier, de malte defumado, que pode ser consumida em bares como o Schlenkerla, poucas ruas distante da famosa Catedral de São Pedro.

 

Weimar, Turíngia

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Weimar carrega a poesia por todo o estado de Turíngia, conhecido como o Coração Verde da Alemanha. Cidade em que o renomado escritor Johann Wofgang Von Goethe passou grande parte de sua vida até falecer, em 1832. Seu legado está no Museu Nacional Goethe, ao lado do Parque na der IIm, intimamente ligado à vida e obra do romancista.

 

Mittenwald, Bavária

Schloss Elmau

Schloss Elmau

A localização sob os picos cobertos de neve dos Alpes Bávaros torna Mittenwald uma cidade mágica. Ela é reconhecida mundialmente pela fabricação de violino, algo que rendeu até mesmo um museu. O Geigenbaumuseum abriga mais de 200 violinos artesanais, bem como eventuais concertos. A proximidade com as montanhas também permite respirar ar fresco com a ajuda de um teleférico até o topo da Karwndelbahn.

 

Goslar, Baixa Saxônia

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Apelidada de Roma do Norte, Goslar é considerada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO e possui cerca de 50 igrejas medievais – a mais famosa delas, Marktkirche, está localizada na praça central. A cidade pertence a uma antiga região mineradora. Sendo assim, um passeio pela Rammelsberg Mine é obrigatório para entender a história local.

 

Rothenburg ob der Tauber, Bavária

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O que pensar de uma cidade que faz parte da Estrada Romântica da Alemanha? A definição foi feita por várias agências de viagens para chamar as belas estradas do sul do País. Pelas ruas, prepare sua câmera e tire suas fotos na Das Plönlein, cruzamento que se tornou cartão postal de Rotherburg. Como se não bastasse, seu estilo medieval inspirou ninguém menos que Walt Disney para a criação de Pinóquio.

 

Dinkelsbuhl, Bavária

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Considerada irmã de Rothenburg, Dinkelsbuhl é menor e menos procurada pelos turistas – apenas 50 km separam ambos os destinos. Porém, ela preserva tradições com festivais que relembram períodos tumultuados da história alemã. No século XVII, a Guerra dos Trinta Anos castigou boa parte da Europa, mas o pequeno vilarejo permaneceu intocável, graças às crianças locais, que dissuadiram as forças suecas a saquear o povoado. Desde então, jovens vestem trajes históricos durante um festival chamado Kinderzeche, em julho.

 

Freiburg, Baden-Württemberg

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Além das paisagens arborizadas, resultado de sua aproximação com a Floresta Negra, Freiburg apresenta uma identidade única com os pequenos canais que cruzam suas ruas – algo como uma Veneza em miniatura. As videiras que contornam a cidade transformam a atmosfera da cidade, que conta com um Festival de Vinho, em julho. São seis dias com inúmeras barracas de produtores em torno da praça Münsterplatz.

 

Wismar, Meckelemburgo-Pomerânia Ocidental

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A proximidade com o mar Báltico reflete em um passado onde Wismar pertencia a Suécia. Assim foi durante boa parte do século XVI e XVII, fato que resultou em algumas características peculiares. Por exemplo, você sabia que o porto da cidade foi cenário para o filme Nosferatu – O Vampiro da Noite, inspirado no romance Drácula? Acrescente uma visita ao Alter Schwede, o prédio mais antigo de Wismar, que também serve como restaurante.

 

Görlitz, Saxônia

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Visitar a pequena Görlitz é chegar aos limites entre a Alemanha e Polônia. Do outro lado da ponte que cruza o rio Neisse, a cidade polonesa de Zgorzelec conduz o turista para dois países em poucos passos. Em território alemão, são os festivais que transformam a atmosfera de Görlitz. O principal deles, o Via Thea, contamina as ruas com artistas e peças de teatro ao ar livre, em julho.

 

 Lubeck, Schleswig-Holstein

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Onde o estilo gótico atinge a plenitude. Lubeck possui uma arquitetura que a tornou Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Sendo assim, é difícil ignorar uma visita ao portal Holstentor, cartão-portal da cidade, e ao prédio da Prefeitura – ambos no centro histórico chamado Altsadt. Para comer, não deixe de incluir no trajeto o Café Niederegger, considerado o templo do marzipan, um doce de origem árabe.

 

Qual a sua favorita?

Forte abraço!


Destinos mais românticos para o Valentine’s Day
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Marcio Moraes

Caro amigo,

O amor está no ar! E não é por causa de sua paixonite de Carnaval. Enquanto estamos nos recuperando da folia, países como Estados Unidos, Canadá e grande parte da Europa se preparam para uma data especial. É a chegada do Valentine’s Day, ou Dia de São Valentim, que é celebrado no próximo domingo, dia 14.

Ao contrário da mesmice de presentear a pessoa amada com chocolates e flores, convido-lhe a pensar grande nessa data. Conheça os prazeres de viajar a dois pelos destinos mais românticos do mundo!

1. Admirar o pôr do sol em restaurantes como Kapari Wine, em Santorini, na Grécia.

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2. Descansar nas Maldivas, um dos arquipélagos mais românticos da Ásia e do mundo. Que tal uma hospedagem no Sheraton Maldives Full Moon Resort & Spa?

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3. Visitar a histórica Florença e conhecer símbolos da arquitetura italiana como a Catedral de Santa Maria Del Fiore e a Piazzale Michelangelo.

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4. Aventurar-se pelas faces de St. Moritz, nos Alpes suíços, onde é possível caminhar pelo extenso lago da cidade ou chegar ao topo da Diavolezza.

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5. Aquecer-se no frio de Quebec, no Canadá, através de seu centro histórico muito semelhante à Europa.

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6. Explorar cada parque da romântica Savannah, na Geórgia, como o agradável Forsyth Park.

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7. Passear pelos jardins coloridos de Kyoto, no Japão, até chegar ao templo de Eikan-do.

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8. Voar pelo céu da Capadócia, na Turquia, e enxergar as atrações de Göreme.

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9. Navegar pelos paraísos de Maiorca, maior arquipélago espanhol das Ilhas Baleares. São “apenas” 262 praias!

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10. Aproveitar a viagem para os Estados Unidos e repousar em Islamorada, na Flórida. Se você gosta de mergulho, o History of Diving Museum é um prato cheio.

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11. Caminhar pela romântica e histórica Ponte Carlos, em Praga, palco de diversos pedidos de casamentos, na República Tcheca.

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12. Experimentar uma autêntica pizza italiana em Roma, através do tradicional restaurante Elettroforno Frontoni.

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13. Saborear o vinho português em um restaurante como o BA Wine Bar do Bairro Alto de Lisboa, em Portugal.

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14. Esquecer de Paris seria uma frustração, não é mesmo? Arrisque uma caminhada pelas ruas parisienses para sentir o verdadeiro estilo de vida da Cidade Luz!

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Washington, DC para além da política
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Marcio Moraes

Caro viajante,

Você já deve ter ouvido falar da série House of Cards, produzida pela Netflix, que desvenda os jogos políticos por trás do império americano. Se não conhece ainda, procure saber. Afinal, o próprio presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, se declarou fã dessa envolvente série.

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De fato, a história da maior potência mundial está atrelada a Washington, DC (Distrito de Colúmbia), cidade planejada em 1790 pelo primeiro presidente dos Estados Unidos, George Washington, para abrigar a cúpula de poder do país. O lar dos maiores símbolos do império americano, como a Casa Branca e o Lincoln Memorial, é rico em memórias que são transmitidas através de cultura, arte e gastronomia. Convido você a conhecer um pouco mais deste destino tão importante – e belíssimo – dos Estados Unidos.

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O distrito federal americano é facilmente percorrido de metrô, que possui estações bem localizadas. A Smithsonian, no centro da cidade, por exemplo, é servida por duas linhas e dá acesso ao maior complexo de museus do mundo, que inclui o Museu Nacional da História Americana e a Galeria Nacional de Arte. O passageiro também pode visitar o Capitólio, sede do Congresso Nacional, e o Monumento a Washington, às margens do rio Potomac, localizados na mesma região.

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Museus e monumentos históricos estão por toda a cidade, mas não são as únicas opções de lazer de Washington. O destino firma-se como referência para compras e gastronomia. Na U Street, berço do lendário pianista Duke Ellington, há uma diversidade imensa de elegantes, embora não convencionais, lojas que oferecem roupas e mobílias pelos mais variados preços. Cafés e bares completam o charmoso cenário. Georgetown, por sua vez, abriga as mais luxuosas grifes da cidade, que formam um contraste bacana com as construções antigas e ruas de paralelepípedo do bairro. Dê uma pausa nas compras para conhecer a Old Stone House, residência mais antiga de Washington. Para completar o roteiro de consumo, siga para Eastern Market, mercado público do século XIX que merece ser visitado.

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Por ser um destino universal, Washington recebe influências internacionais que se refletem na gastronomia. Sabores da Bélgica, Etiópia e Tailândia encontram espaço na metrópole de mais de 600 mil habitantes. Entretanto, é a cozinha nacional e, principalmente, local que atrai mais foodies, amantes da gastronomia. Restaurantes como o Farmers Fishers Bakers, em Georgetown, conquistam clientes por usar produtos locais frescos e carnes de rebanho regional no preparo dos pratos.

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Com tantas atrações e paisagens, além de uma história riquíssima, é fácil se sentir fascinado por mais esse destino fora do eixo Miami-NovaYork-Califórnia.

Forte abraço!


Georgia On My Mind
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Marcio Moraes

Caro viajante,

Hoje quero falar de outro destino dos Estados Unidos que também não está na lista de prioridade dos brasileiros que visitam a terra do Tio Sam. O estado americano eternizado pela potente voz de Ray Charles é também o berço do Nobel da Paz Martin Luther King Jr., líder do movimento negro nos Estados Unidos. Geórgia percorreu um longo caminho para transformar-se de território escravocrata em um destino hospitaleiro, alegre e vivaz. E hoje, pode sentir orgulho de suas conquistas e mostrar seus encantos ao mundo.

Foto: Reprodução

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Atlanta
A capital de Geórgia é Atlanta, sede dos Jogos Olímpicos de 1996. Embora o turismo de negócios seja predominante na cidade, quem viaja a lazer para Atlanta é surpreendido por ótima comida, forte cena cultural – com shows, teatros e galeria de arte – e atrações envolventes, como o maior aquário do mundo, Georgia Aquarium, e o passeio pelos bastidores da CNN, emissora pioneira na transmissão de notícias 24 horas por dia.

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Georgia Aquarium
Vale a pena escapar do circuito tradicional e conhecer o bairro histórico de Inman Park que, planejado em 1890, possui uma rica coleção da arquitetura residencial de Atlanta da época. No local fica o restaurante Wisteria que, instalado em um elegante casarão secular, oferece o melhor da icônica gastronomia do sul dos Estados Unidos com um toque de sofisticação.

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Costa da Georgia
A costa de Geórgia é pontilhada por ilhotas que encaram o Oceano Atlântico. Na ponta nordeste do estado, divisa com a Carolina do Sul, Savannah é uma cidade charmosa e romântica que mantém a tradição de receber visitantes desde 1730. As praias são apenas um charme a mais deste destino super arborizado, rico em história, de arquitetura fina e gastronomia requintada. Outras paradas que merecem destaque na fixa litorânea de Geórgia são Brunswick, Sea Island e Jekyll Island, que fazem parte da região chamada Golden Isles.

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Savannah
Quem explora o norte do estado de Geórgia faz uma verdadeira viagem no tempo. A pouco mais de cem quilômetros da capital fica Dahlonega, cidade conhecida como local da primeira corrida do ouro nos Estados Unidos. Visitantes podem vislumbrar como era a vida dos mineiros na Consolidated Gold Mine, antiga mina que hoje serve como atração turística. Além disso, a área é cercada por diversas vinícolas, dentre elas Frogtown, que cultiva mais de 25 variedades de uva em uma bela propriedade de 42 hectares aos pés da cordilheira Apalaches. O vinho Frogtown é o mais premiado em Geórgia e é uma ótima opção para quem deseja fazer uma degustação em um ambiente bucólico e encantador.

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Espero que eu tenha convencido você a ousar mais na próxima viagem e conhecer outro destino americano, tão encantador quanto os tradicionais.

Bom fim de semana e até a próxima!


Os melhores presentes para pais viajantes
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Marcio Moraes

Caro amigo,

O Dia dos Pais está chegando e sempre rola aquela dúvida sobre qual presente escolher, principalmente se o pai em questão já tem tudo – e adora viajar. Por isso, trago para você algumas idéias bacanas de presentes que podem ser úteis para as aventuras do seu herói preferido. Vamos conferir?

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MOCHILA HERSCHEL

Super estilosa e confortável, essa mochila também é bem resistente e acomoda bastante coisa. É o presente certo para os pais que adoram fazer passeios pela cidade ou um bate-volta para a praia.

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ALTO-FALANTE RUGGED RUKUS

Para que não falte música nas viagens de seu pai, que tal investir em um alto-falante compacto, de apenas seis centímetros, movido a energia solar e com conexão via Bluetooth para smartphones? O Rugged Rukus ainda é resistente à água (até um metro de profundidade) e serve como carregador de celular.

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GPS HAMMERHEAD

O GPS, fiel amigo dos nossos pais, ganha uma versão inovadora, feita para quem curte explorar o mundo de bicicleta. O Hammerhead usa luzes LED para guiar os ciclistas pela rota traçada de maneira que a atenção deles não saia da via. Com design simples e funcional, o GPS pode ser encomendado pelo site da marca.

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APPLE WATCH

Opção perfeita para os pais mais modernos e conectados, o Apple Watch pretende revolucionar a maneira como encaramos o tempo. Além de ser preciso e se ajustar a fusos horários diferentes, o Apple Watch, sincronizado com o iPhone, permite conexão fácil com seus contatos e compromissos, via emails, mensagens e até chamadas. Assim, seu paizão fica disponível em qualquer lugar do mundo!

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CANIVETE VICTORINOX

Não existe, no mundo, um bom viajante que não carregue um ótimo canivete consigo. Salvação para os momentos de aperto, esse modelo da marca suíça Victorinox inclui um abridor de lata, pinças, alarme, cronômetro, barômetro, termômetro, lanterna, chave de fenda, lente de aumento, pedra de afiar e até um compasso.

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Embora sejam mais caros, esses presentes podem durar a vida inteira se bem cuidados. Por isso, contribua para que as viagens do homem mais importante da sua vida sejam simplesmente perfeitas.

Forte abraço e Feliz Dia dos Pais!


Conheça os monumentos mais impressionantes da arquitetura mundial
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Marcio Moraes

Caro viajante,

Hoje, eu gostaria de dividir com você os monumentos que mais me surpreenderam durante as minhas voltas pelo mundo. Já adianto que esse post não trata das construções mais famosas, como o Coliseu, a Estátua da Liberdade e o Cristo Redentor, que são ícones e exemplos absolutos de imponência e magnitude. Não tão valorizados, mas nem por isso menos importantes, o Castelo de Buda, a Sagrada Família, a Ponte Carlos, o Angkor Wat e o Kremlin arrepiam os visitantes e mostram quão pequenos somos perto da grandeza das construções humanas. Vamos conferir?

Castelo de Buda

O Budai Vár, em húngaro, é o castelo histórico da realeza de Budapeste, na Hungria, e definitivamente um must-see na capital do país europeu. Nomeado Patrimônio da Humanidade em 1987 pela Unesco, o Castelo de Buda foi construído na Colina do Castelo, que oferece uma vista arrebatadora da cidade.

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Separe um bom tempo para se perder no Budai Vár e aproveitar todas as atrações que o castelo oferece: museus, palácio e até um teatro fazem parte das opções de passeio por ali.

Sagrada Família

Barcelona, na Espanha, é sinônimo de arte, cultura pulsante e jovialidade. E um dos maiores responsáveis por isso é o arquiteto Antoni Gaudí, expoente máximo do modernismo catalão, cujo legado se mantém vivo, mágico e acessível a todos.

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A Sagrada família é a obra-prima de Gaudí, que dedicou os últimos 40 anos de sua vida ao projeto e os últimos quinze de forma exclusiva. A prova disto é que, mesmo inacabado, o templo católico é o ponto mais visitado de Barcelona. Reserve um dia inteiro para observar os detalhes minuciosos de uma das obras mais grandiosas do mundo.

Ponte Carlos

Em Praga, capital da República Tcheca, a Ponte Carlos homenageia Carlos IV, o imperador que, em 1357, iniciou as obras de ligação entre a Cidade Velha e o Bairro Pequeno. Vale a pena cruzá-la a pé para admirar, com calma, as belas estátuas que preenchem a distância de 515 metros de ponte.

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A Ponte Carlos é a mais antiga da cidade e a segunda mais velha do país. Estruturada em dezesseis grandes arcos, a ponte é adornada por 30 estátuas, sua maioria de estilo barroco, que representam santos e patronos idolatrados na época. Imperdível!

Angkor Wat

Angkor Wat é apenas um monumento entre os inúmeros que se espalham por Angkor, sede do Império Khmer entre os séculos IX e XIII, hoje localizada na cidade de Siem Reap, no Camboja. Situado em uma área de 200 km² de templos e estupas, o Angkor Wat se destaca dos outros pela imponência.

Foto: Reprodução

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Exemplo clássico da arquitetura Khmer, o Patrimônio da Humanidade é também a maior estrutura religiosa já construída, primeiramente para atender aos hindus e, depois, aos budistas. Não deixe de assistir o nascer do sol no templo e viver um momento simplesmente mágico!

Kremlin

Localizado na Praça Vermelha, em Moscou, o símbolo do poder político russo guarda mais de oito séculos de história e cultura, além de uma arquitetura única. O Kremlin é a sede do governo da Rússia, atual residência do presidente e antigo abrigo dos tradicionais czares.

Foto: Reprodução

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Considerado uma fortaleza, o Kremlin se estende por 30 hectares de torres, catedrais, muralhas e palácios. E embora dois terços do espaço estejam fechados ao público, ainda há muito para ver por lá.

Surpreendentes, não? Que tal incluir um desses na sua próxima viagem?

Forte abraço!


Celebre o Ano Novo em um dos destinos mais procurados do mundo
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Marcio Moraes

Olá amigo,

Já que 2015 está chegando aí, vou mostrar a você algumas das cidades mais procuradas para essa comemoração tão especial. São lugares fantásticos, onde eu já vivi muitos momentos inesquecíveis!

Edimburgo – Escócia
Vamos começar com um dos destinos mais desejados da Europa para festejar o Réveillon. A capital da Escócia, Edimburgo, é muito procurada por quem busca uma festa animada e rica em tradições.
Com duração de quatro dias, o Hogmanay, como é conhecido por lá, tem início no dia 30 de dezembro com uma procissão de pessoas segurando tochas e iluminando a cidade, guiadas por homens vestidos de vikings. À meia noite, acontece uma incrível queima de fogos atrás do castelo de Edimburgo.

Copyright: Brendan Howard

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Para os que querem arriscar na dança celta, existe também uma concorrida festa da dança e um concerto à luz de velas.
Após tanto agito, o feriado oficial no país é no dia 02.

Berlim – Alemanha
Ainda na Europa, vamos agora para mais uma capital: Berlim, na Alemanha. Ali, em média um milhão de pessoas aguardam a chegada do novo ano próximo ao Portão de Bradenburgo e à Coluna Victória.

Copyright: Carollux

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Essa tradição acontece desde a queda do Muro de Berlim e é uma das mais animadas festas gratuitas de Réveillon da Europa.
O frio não atrapalha em nada a espetacular queima de fogos de artifício e a animação dos foliões, que curtem diversas atrações como bandas, pistas de dança, show de luzes e, o que não pode faltar no cardápio alemão, muita cerveja!

Nova York – EUA
Cerca de um milhão de pessoas se aglomeram anualmente para prestigiar a principal e inesquecível atração do Réveillon nova-iorquino, a Times Square Eve Ball Drop, um mastro localizado no topo do One Times Square com uma bola na ponta, que vai descendo como uma contagem regressiva de um minuto, iniciada exatamente às 23h59 do dia 31 de dezembro.

Copyright: a katz

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Na virada, após a incrível queima de fogos e a chuva de papel, a festa ainda continua com grandes shows musicais.
Caso queira ter uma visão privilegiada desse evento, chegue cedo, pois essa festa é uma das mais cobiçadas do mundo!

Rio de Janeiro – Brasil
Como uma festa com mais de 20 toneladas de fogos estourados durante cerca de 15 minutos pode não ser inesquecível?!

Copyright: Leanne Vorrias

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A virada na beira da praia de Copacabana é um dos principais destinos do Réveillon no Brasil. Muito apreciado por quem busca animação na companhia de um povo que sabe aproveitar uma festa, o Rio de Janeiro é o destino certo.

Sydney – Austrália
Quer celebrar a chegada do Ano Novo no segundo País a recebê-lo? Com uma queima de fogos imperdível, considerada uma das mais incríveis do mundo? Então o seu lugar é em Sydney, na Austrália.

Copyright: mroz

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As pessoas ficam próximas à famosa Harbour Brigde para acompanhar ao vivo os fogos de artifício, que também são transmitidos para milhões de telespectadores em todo o mundo.
E você, já decidiu onde vai passar o seu Réveillon? Conte pra gente também!

Um abraço e até a próxima!


Que tal conhecer os mercados mais exóticos do mundo?
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Marcio Moraes

Meu amigo de viagem,

Muito da cultura de um povo pode ser conhecido em visitas a atrações turísticas, mas poucas são as opções que possibilitam um contato tão real e surpreendente com os moradores locais e seus costumes do que os mercados públicos, feiras abertas e centros de comércio popular.

Foto:Alexander Tolstykh/Sutterstock.comshutterstock_135575534

Localizado na região do Himalaia, o Nepal é lar da montanha mais alta do mundo: o Monte Everest. Mas além do forte turismo de aventura, o país tem uma rica cultura muito ligada à religião, principalmente o hinduísmo e o budismo, que transforma este em um dos destinos mais exóticos do planeta.

Uma ótima forma de conhecer mais sobre o povo nepalês é visitar o comércio de Kathmandu, no centro da capital do país, que vende desde oferendas para os deuses até equipamentos para montanhismo.

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Já imaginou passear por um mercado flutuante na Tailândia? Pois no Damnoen Saduak utiliza-se um pequeno barco para fazer as compras e é possível achar de chapéu de palha a temperos e alimentos típicos tailandeses.

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Também chamado de Bazar Coberto, o Grand Bazaar de Istambul impressiona com suas cinco mil lojas divididas em 60 ruas. Entre os produtos encontrados ali estão joias, objetos de cerâmica pintados à mão, tapetes, especiarias e antiguidades.

Foto:Philip Lange/Sutterstock.comshutterstock_216683284

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Não tão exótico, mas bem mais moderno, o Markthal Rotterdam, nos Países Baixos, foi inaugurado em outubro deste ano. O local abriga produtores de alimentos frescos, cafés e restaurantes em uma área coberta por 228 apartamentos que cobrem o mercado formando um grande arco.

Foto: Divulgação/Ossip van DuivenbodeCredito Ossip van Duivenbode

Foto: Divulgação/Daria Scagliola e Stijn Brakkee145030-140944_MVRDV_Markthal-dd373d-original-1413359764 - Credito Daria Scagliola and Stijn Brakkee

Enquanto isso, na vizinha Holanda, o Alkmaar Market chama a atenção não apenas por ser um mercado exclusivamente de queijos, mas porque é um espetáculo folclórico que acontece desde 1365 na praça Waagplein, sempre às sextas-feiras, de abril a setembro.

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Foto:Mirco Vacca/Sutterstock.comshutterstock_112171982

De queijos gigantes a compras a bordo de um barco, passear pelos mercados afora é realmente fascinante e pode render ótimas histórias para contar.

Ótima viagem e até a próxima!