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Game of Thrones: conheça na vida real os cenários incríveis da série da HBO
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Marcio Moraes

Todo “seriador'' sabe que depressão pós-série existe sim. Já que Game of Thrones encerrou sua sexta temporada nesse último domingo, vim acalentar os corações dos fãs da série com uma proposta diferente.

Não é só de batalhas que é feita a série. O sucesso também se deve ao cuidado com cada detalhe não apenas da história, mas do visual. GOT possui fotografia, figurinos e cenários de tirar o fôlego, de diversos cantos do mundo. A lista de países por onde as gravações passaram é extensa e revela lugares dignos de uma visita.

Então que tal se confortar pelo fim dos episódios ao conhecer os lugares incríveis por onde os personagens passaram e se lembrar das cenas gravadas por ali?

1. Islândia

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Reconheceu esse cenário? O parque Thingvellir, no distrito Bláskógabyggð, sudeste do país, representou o norte do continente de Westeros na quarta temporada da série. Por lá passaram Arya Stark e Sandor Clegane, o Cão de Caça, que também lutou com Brienne de Tarth. O local, onde foi proclamada a independência islandesa, virou Patrimônio Mundial da UNESCO em 2004.

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Você lembra desse lugar, né? Foi na caverna Grjótagjá, no noroeste da Islândia, onde John Snow perdeu sua virgindade com Ygritte na terceira temporada da série. Nesse cenário, você encontra águas termais que, durante o verão, podem chegar a 50ºC.

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Famosa pela areia preta, a praia Reynisfjara, próxima ao vilarejo Vík í Mýrdal no sul da Islândia, possui uma montanha com formato de pirâmide e uma impressionante caverna com colunas naturais de rocha de basalto. Você deve se lembrar desse lugar pela cena em que Jaime Lannister e Bronn saem em busca de Myrcella.

2. Croácia

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Conhecida como a “pérola do Adriático” e declarada Patrimônio Mundial pela UNESCO em 1979, Dubrovnik encanta com sua arquitetura medieval, renascentista e barroca. Não à toa a cidade foi escolhida para representar a capital dos Sete Reinos, King's Landing, Porto Real. Não perca o passeio temático com guias que levam os amantes da série para conhecer a ilha de Lokrum, bem ao lado de Dubrovnik, que na série é a cidade Quarth, e a Fortaleza Lovrijenac, que representa o castelo de Joffrey (hoje de Tommen).

3. Inglaterra

Foto: Dale Mcentee

Foto: Dale Mcentee

O campo de Audley com seu castelo, na cidadezinha Downpatric, aparece bastante na primeira e segunda temporadas da série. Além da chegada do rei Robert Baratheon a Winterfell, nesse lugar também ficou o acampamento de Robb Stark, onde ele conheceu Talisa.

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As ruínas com arquitetura gótica de Inch Abbey, também em Downpatric, se tornaram uma locação importante de Game of Thrones. O ambiente ganha destaque desde a primeira temporada, quando John Snow montou seu acampamento por lá e foi proclamado o Rei do Norte.

4. Irlanda do Norte

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O Castelo Ward, no vilarejo Strangford, também é conhecido como o castelo da família Stark e tem um tour específico de Game of Thrones. Você pode se vestir como os personagens da série e visitar áreas como o centro de treinamento de arco e flecha. E os guias indicam os lugares exatos onde John Snow, Robb e Bran Stark pisaram.

Foto: William Marnoch

Foto: William Marnoch

A pedreira de Larrybane, perto da vila Ballintoy, foi onde o rei Renly Baratheon montou seu acampamento durante a segunda temporada. Nessa locação acontece a luta em que Brienne de Tarth aparece pela primeira vez.

5. Espanha

Foto: Jeff and Neda Nields

Foto: Jeff and Neda Nields

O complexo palaciano Real Alcázar, utilizado para abrigar membros da família real ou grandes personalidades que visitam Sevilla, ganhou espaço em Game of Thrones como Dorne. Logo no segundo episódio da quinta temporada, os jardins do palácio aparecem enquanto o príncipe Doran Mattel conversa com Ellaria Sand sobre seu irmão Oberyn. O passeio pelos jardins é um dos principais pontos de passeio turístico da cidade.


10 festas juninas pelo mundo para entrar no ritmo dos arraiás
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Marcio Moraes

Acenda a fogueira, prepare o vinho quente e procure o seu par para dançar quadrilha! São as festas juninas, que definem o mês de junho em uma celebração enraizada na nossa cultura desde os tempos do descobrimento do Brasil.
 

De origem europeia, a celebração pagã marca o solstício de verão no hemisfério Norte e, antigamente, o início da colheita entre os camponeses. Chegou ao Brasil pelos portugueses na época da colonização e, sob forte presença dos jesuítas, foi difundida em todo território nacional.

 

Os símbolos, presente nas quermesses, possuem significados de diferentes culturas. A fogueira, por exemplo, representa a proteção dos maus espíritos, que ameaçavam a prosperidade das plantações. O mesmo se aplica aos fogos de artifício, usados pelos chineses como forma de agradecimento aos deuses. Alimentos nativos, como milho e mandioca, foram ideia dos missionários jesuítas.

 

Com tantas influências, a festa junina não é apenas um momento de celebração, mas uma expressão da pluralidade cultural. Abaixo, você confere os costumes que definem as comemorações do mês de junho.

 

1.     Bumba Meu Boi – São Luís (MA)

Bumba-meu-boi

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Considerada uma das festas mais marcantes da cultura maranhense, o Bumba Meu Boi leva para as ruas todo tipo de folião. Celebrado há mais de 200 anos, o enredo conta a história de um escravo, Francisco, que mata o boi de estimação do senhor da fazenda para saciar a fome de sua esposa grávida, Catirina. Arrependidos, eles convocam pajés e curandeiras para ressuscitar o animal – com sucesso. Atualmente, a festividade começa em 13 de junho e vai até o dia 30 do mesmo mês, com muita música, dança e teatro. 

 

2.     Hogueras de San Juan – Alicante, Espanha

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Oficializada em 1928, a festa das Hogueras de São João faz parte de antigos costumes dos habitantes de Alicante, no sudeste da Espanha. Às margens do mar Mediterrâneo, eles acendiam fogueiras e jantavam ao ar livre para festejar a chegada do verão no mês de junho. Com início no dia 20, o evento dura quatro dias e conta com desfiles das hogueras, que são figuras satíricas feitas de papelão. Elas representam os bairros da cidade.

 

3.     Ivan Kupala – Rússia, Ucrânia, Bielorrússia, Polônia e Países Bálticos

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Incorporada pela Igreja Ortodoxa, a festividade pagã é celebrada por diversos foliões no dia 24 de junho. Ela faz alusão a Kupala, deusa polonesa das ervas, feitiçaria, sexo e do verão. Entre as tradições da festa estão saltar fogueiras, tomar banho ao ar livre e cantar e dançar com amigos até meia-noite. As mulheres solteiras vestem coroas de flores, que são jogadas em rios para atrair pretendentes. Os homens podem, inclusive, tentar capturá-las.

 

4.     São João – Campina Grande (PB)

 

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Tradicional na cultura regional nordestina, a festa de São João de Campina Grande é considerada a maior do mundo e reúne música, gastronomia e artesanato no enorme Parque do Povo, de 43 mil metros quadrados. A programação do evento dura um mês e vai até o dia 03 de julho. Destaque para as quadrilhas juninas e o trem do forró, que leva alegria para os trilhos da Locomotiva Forrozeira, trem composto por sete vagões animados por um trio de forró.

 

5.     Tirgan – Irã

 

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Em homenagem à deusa da Chuva, Tishtrya, segundo a religião do zoroastrismo, os iranianos celebram o Tirgan entre os dias 03 e 05 de julho. Conhecido como Festival da Chuva, em homenagem às tempestades que impulsionam as colheitas, ele celebra o solstício de verão com gravatas com as cores do arco-íris jogadas em rios e córregos. As atividades incluem dança, guerra d’água e alimentos, como sopa de espinafre – tradicional na cultura local.

 

6.     Stonehenge – Wiltshire, Inglaterra

 

Foto por Paulo Grover

Foto por Paulo Grover

Já imaginou acampar em frente a um Patrimônio Mundial da UNESCO? Saiba que isso é possível na festa junina do Stonehenge, formação de monólitos em um plano circular. Durante quatro dias (18 a 21 de junho), enormes fogueiras, música ao vivo e barracas de comida reúnem centenas de jovens para o solstício de verão.

 

7.     São João de Caruaru – Caruaru (PE)

 

Foto por Rafael Lima

Foto por Rafael Lima

No agreste pernambucano, uma das maiores festividades juninas do Brasil é marcada por muito forró e folclore. Entre os dias 04 e 29 de junho, o São João de Caruaru reúne uma programação com quadrilha e bastante música – em 2016, por exemplo, Wesley Safadão e Gusttavo Lima estão entre os convidados. Vale lembrar que o período é o mesmo do festival das comidas gigantes, com barracas típica que servem arroz doce, milho, canjica, entre outros.

 

8.     Wianki – Polônia

 

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Patrocinado pela Prefeitura da Cracóvia, o Wianki acontece na curva do rio Wisla desde 1992. Embora a tradição polonesa de comemorar o solstício de verão seja bem mais antiga do que a oficialização, a adoção do cristianismo preservou algumas tradições do passado: fogueiras, balões iluminados e espetáculos de fogos de artifícios. Eventos como o Dia da Música espalham oficinas musicais para crianças e deixam a segunda cidade mais populosa do país em festa.

 

9.     Festa dos Santos Populares – Lisboa, Portugal

 

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As homenagens aos santos populares – Santo Antonio, São João e São Pedro – se espalham pelas ruas de cidades como Lisboa e Porto. Na capital de Portugal, por exemplo, as marchas populares desfilam por lugares como a Avenida Liberdade, que costumam encher nos dias 12 e 13 de junho. Nessa época do ano, os famosos vasinhos de manjerição predominam entre os jovens, com declarações de amor no verso – como o nosso correio elegante.

 

10. Forró Caju – Aracaju (SE)

 

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Promovida pela Prefeitura de Aracaju, a maior festa junina de Sergipe e uma das maiores do Nordeste começa no dia 18 e dura até o dia 29 de junho. A programação conta com música, danças folclóricas e até professores para ensinar o ritmo aos interessados. Bandas pé-de-ferro, que preservam a raiz do forró, também marcam presença.

 


Conheça a região histórica da Turquia que inspirou Hollywood
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Marcio Moraes

A paisagem lunar da Capadócia parece sair de um filme. Localizada na Anatólia Central, a segunda maior região da Turquia, a paisagem surgiu a partir de séculos de erupções vulcânicas, que formaram imensas rochas porosas, esculpidas pela água e vento ao longo do tempo.

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Conhecidas como Chaminés das Fadas, essas estruturas pontiagudas em formato de cogumelos não serviram apenas como base para a construção de casas, igrejas e esconderijos, como também inspiraram o mundialmente famoso desenho animado Os Smurfs. No Brasil, o destino ficou ainda mais conhecido após a exibição da novela global Salve Jorge, em alusão a um dos mais venerados santos do catolicismo.

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Ficções infantis à parte, esse pedaço tão especial do território turco tem no turismo sua principal atividade. Também pudera: assistir ao amanhecer com o horizonte colorido pelas dezenas de balões que pairam no céu da Capadócia é impressionante. O passeio dura de 45 a 90 minutos e basta contratar o serviço em uma das várias agências de turismo.

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Outras atrações únicas da Capadócia são as mais de 150 cidades escondidas sob o solo da região. Construídas a partir do século II, essas estruturas serviam de esconderijo contra as muitas invasões sofridas devido à localização estratégica da região. Hoje, apenas alguns desses complexos estão abertos à visitação do público. Entre as mais famosas estão a Kaymakli, com capacidade para abrigar cinco mil pessoas em oito níveis de profundidade, e a Derinkuyu, a mais profunda de todas – aproximadamente 85 metros.

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As cidades subterrâneas, as casas esculpidas e os balões coloridos que enfeitam o céu fazem da Capadócia o cenário ideal para uma viagem surpreendente.


Dez motivos para trocar o sofá e cobertor por uma viagem neste inverno
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Marcio Moraes

Para os amantes do frio, hoje é dia de comemoração! O inverno chegou oficialmente por aqui. E se, por outro lado, você já está reclamando da temperatura baixa, prepare-se, porque a estação gelada só está começando!

Por mais difícil que seja tomar coragem e sair de casa com esse friozinho, esta é uma das melhores épocas para viajar e conhecer lugares interessantes, que vão muito além dos paraísos tropicais. Campos de Jordão, Monte Verde, Gramado, Canela, Bariloche, Mendonza e Santiago são alguns dos destinos que esperam você de braços bem abertos. Aproveito para fazer um convite para os veranistas declarados: tentem, uma única vez, curtir um tempo livre em um destino de frio. Garanto que será uma experiência surpreendente!

Confira algumas razões para você encher a mala de casacos e aproveitar o inverno por aí! Os motivos são tão bons que você ficará com vontade de seguir a neve sempre, mesmo quando ela começa a cair no Hemisfério Norte – e o verão volta a aquecer o Brasil.

1. Usar roupas que estavam escondidas no armário

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As vantagens de viajar no inverno já começam na hora de fazer a mala! Você tem a oportunidade de usar todos aqueles casacos, toucas e cachecóis maravilhosos que estavam esquecidos no guarda-roupas. Sem contar que os looks ficam muito mais legais com a sobreposição de peças! 

2. Tomar chocolate quente

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Uma das melhores sensações é tomar uma bebida quente quando está frio. Está aí a desculpa perfeita para experimentar os chocolates quentes de todos os lugares!

 3. Andar pela cidade inteira e não ficar suado

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Mesmo depois de atravessar a cidade para conhecer cada ponto turístico, você continua cheiroso e com a aparência intacta! Assim, nenhuma foto será arruinada pelo suor.

4. Brincar na neve

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Tem algo melhor do que sair da rotina e encontrar um cenário completamente diferente ao abrir a janela? Aproveite para despertar a criança dentro de você e construir bonecos de neve, patinar no gelo, esquiar e fazer tudo o que seu espírito infantil mandar!

5. Fazer luau com fogueira

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O frio é perfeito para reproduzir aquelas cenas de filme em que os amigos se reúnem na praia, fazem uma fogueira, assam marshmallows e tocam violão. Só não se esqueça de levar cobertores!

6. Menos chuvas

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O inverno é a época mais seca do ano. Sirva-se disso para desbravar diversos destinos sem medo que a chuva atrapalhe o passeio!

7. Aproveitar as piscinas termais

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Águas termais são excelentes para se esquentar no inverno – e têm propriedades medicinais! Além do mais, você pode nadar em lugares incríveis rodeados de montanhas, árvores ou neve.

8. Chega de picadas de inseto!

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Um ótimo motivo para ser fã do inverno: menos insetos! Assim, é possível aproveitar os lugares sem ter que espantar mosquitos por aí!

 9. Mais romântico

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Lareira, vinho, fondue… Tudo no frio colabora para criar um cenário mais romântico! De quebra, que tal se esquentar com abraços e beijos?

10. Fugir do frio

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Se, mesmo com todos esses motivos, você ainda não gosta do inverno, existe uma ótima razão para viajar nessa época do ano: fugir dele! Sempre é verão em algum lugar do mundo. Então, faça as malas e vá para o outro hemisfério!


Festivais de colheita celebram boa safra com costumes inusitados
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Marcio Moraes

Não há maneira melhor de conhecer uma nação – em todos os seus aspectos – do que participar de uma festividade local e mergulhar nas tradições, nos sons e nos sabores típicos do lugar. Os festivais de colheita, em especial, seguem a linha cronológica de seu povo desde quando a agricultura passou a ser realidade, ou seja, desde o princípio.

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Embarque nesta viagem pelos festivais de colheita – tradicionais e modernos – mais interessantes do mundo e veja como várias nações comemoram cada temporada de fartura e prosperidade no campo.

1. Bacanália

As festas de colheita mais características, preservadas há séculos da mesma forma, são, em geral, as que comemoram a boa safra de uva. A maior delas acontece em Mendoza, cidade rural da Argentina e grande produtora de vinhos. No último domingo de fevereiro, o Arcebispo da cidade borrifa com água benta o primeiro cacho de uvas da temporada, dando início a um mês de comemorações, que incluem desfiles, shows e degustação de vinhos.

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A versão brasileira da festa argentina não é menos interessante. Na cidade gaúcha de Bento Gonçalves, a celebração da colheita da uva dura dois meses, entre janeiro e março. Neste período, os participantes do festival são convidados a imergir na cultura da uva, com a oportunidade de participar do processo de pisa da fruta e também conhecer as 74 vinícolas da região.

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2. Deuses

Os agricultores de Minangkabau, na região oeste de Sumatra, encontraram um ritual inusitado para celebrar a colheita de arroz: surfar em touros. A tradição secular atrai muitos viajantes em busca de experiências tradicionais e excêntricas na Indonésia. Montados em pedaços de madeira, os surfistas agarram nas caudas de dois bois e são puxados em um terreno de lama. A prática tem como finalidade mostrar a força dos animais que, posteriormente, são vendidos em leilão.

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Outro país onde o divino e o mundano se confundem é a Índia. Prova disso é o festival Holi, amplamente disseminado fora de seu país de origem. Ele é celebrado no mês de março como uma oferta a Deus para uma colheita farta, mas também como uma maneira de reafirmar a fraternidade do povo indiano. O pó colorido – ou gulal –, jogado nas pessoas durante a festa, serve para quebrar as barreiras de discriminação.

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3. Tradição

Os rituais de colheita costumam acompanhar a história do povo que os celebra. No Reino da Suazilândia, pequeno país da África Austral, o Incwala marca o início da abundância de frutos no país e é um dos últimos rituais fiéis à ancestralidade africana. Para manter a tradição, visitantes não podem fotografar nem filmar a festa. Os homens das tribos rumam ao mar para buscar água e, assim, começar o festival que se estende por duas semanas, entre o fim de dezembro e início de janeiro. Galhos da árvore sagrada, lusekwane, são tecidos em um pavilhão onde a refeição é servida.

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Os judeus de Israel também baseiam festividades em tradições ancestrais. O Sukkot, que hoje é um dos eventos mais importantes da cultura judaica, teve sua origem na comemoração de colheitas abundantes, no tempo em que o povo vagava pelo deserto em abrigos temporários e praticava a agricultura sazonal. Hoje, as famílias judaicas reconstroem as cabanas usadas há séculos, onde comem – e, às vezes, até dormem – por sete dias. Em 2016, o Sukkot acontecerá entre os dias 17 e 18 de outubro.

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4. Thanksgiving

O feriado de Ação de Graças, ou Thanksgiving, é o mais comemorado nos Estados Unidos e também é o período no qual os americanos mais viajam. Poucos sabem, no entanto, que essa celebração teve sua origem no outono de 1621, em Plymouth, Massachusetts, quando uma safra de trigo de sucesso rendeu aos roceiros três dias de festa e abundância.

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Já a Alemanha tem o seu próprio Thanksgiving, que também surgiu como agradecimento à boa colheita da temporada. O Erntedankfest é festejado no primeiro domingo de outubro nas cidades rurais alemãs, com música, desfiles e também ações de caridade por parte da igreja. Longe dos holofotes turísticos, o evento mostra uma faceta autêntica e encantadora da cultura local alemã.

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5. Flores

As festividades que celebram a boa safra não se limitam à colheita de alimentos. Na Ilha da Madeira, em Portugal, a charmosa cidade de Funchal se transforma por uma semana para receber a Festa da Flor. O festival, que acontece todos os anos uma quinzena após a Páscoa, cobre as ruas da cidade com tapetes de flor e enfeites na mesma temática. No dia do desfile, carros alegóricos passeiam pela rua principal de Funchal e apresentam a variedade de matizes e texturas da recente colheita.

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Em Provence, na França, a atenção se volta para uma pequena flor azul, símbolo da região sul do país: a aromática lavanda. O Lavender Fest acontece em agosto, na bucólica cidade de Sault, a 160 quilômetros de Valência e a menos de 80 quilômetros de Aix-en-Provence. Entre as atividades especiais para o evento, há o campeonato de colheita de lavanda com foice e a venda de subprodutos da flor, como colônias e incensos.

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De placenta a ouro: os tratamentos estéticos mais exóticos do mundo
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Marcio Moraes

O mercado do bem-estar, segundo a Associação Brasileira de Clínicas e SPAs, está se expandindo cada vez mais no mundo inteiro. Para se ter uma ideia, no Brasil, o crescimento do número de centros estéticos é de 10% ao ano. Nos Estados Unidos, este índice chega a 25% ao ano!

Para vencer a concorrência, alguns SPAs investem na ideia de criar tratamentos estéticos inusitados. Criei uma lista com alguns deles. Quais você gostaria de experimentar?

 1. A mágica da titica

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Por incrível que pareça, a esfoliação com cocô de passarinho não é um tratamento estranho no Japão, já que é tradicionalmente feito pelas gueixas. Eles utilizam titica de rouxinóis para fazer uma máscara que esfolia, renova a pele e a deixa mais bonita. Em Nova Iorque, onde o procedimento virou febre, o custo é de 180 doláres por uma hora e meia no Shizuka New York Day SPA. O ator Tom Cruise e a ex-spice girl Victoria Beckham são algumas das celebridades assíduas do tratamento.

2. Massagem peçonhenta

Foto: Uriel Sinai

Foto: Uriel Sinai

Para os corajosos! O Ada Barak’s Carnivorous Plant Farm and Snake Spa, em Israel, inovou bastante ao oferecer massagens feitas com cobras. Durante 90 minutos, os répteis se enroscam no corpo do cliente e, logo após a sessão, são esterilizados. O custo do procedimento é cerca de 85 dólares.

3. A cara da riqueza

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Está aí uma propriedade do ouro que você ainda não conhecia: ele hidrata a pele e ainda suaviza rugas e linhas de expressão. Este método já é mais conhecido e está disponível em diversos SPAs do mundo. No Rio de Janeiro, o Crystal Hair é um dos espaços que realiza o tratamento. Por cerca de 250 reais, o cliente passa primeiro por uma esfoliação fácil. Logo após, o pó de ouro de 24k é aplicado em seu rosto, e lá permanece por 15 minutos. A socialite Paris Hilton e o cantor Ricky Martin já apostaram no procedimento luxuoso.

4. O sonho dos cervejeiros

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A cerveja é levada tão a sério na República Tcheca que existe até um centro de estética dedicado a ela. No SPA Chodovar, em Chodová Planá, os clientes podem mergulhar em uma banheira quente de cerveja. O preço, que inclui massagem, drinques e jantar, é de 53 dólares por pessoa. O tratamento relaxa os músculos, as articulações e ainda é benéfico para o sistema imunológico! Em Brasília, o Dályda Estética e Bem-Estar oferece um pacote de 259 reais que inclui esfoliação corporal com óleo vegetal maltado, banho de ofurô de cerveja e degustação da bebida.

5. Máscara de placenta de ovelha (porque não há outra maneira de descrevê-la)

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Você não entendeu errado! A nova moda entre os famosos é fazer um tratamento à base de placenta de ovelha. O procedimento, feito no Dyanna SPA, em Nova York, além de dar brilho à pele, ainda nutre e combate inflamações. O custo é de 90 dólares por 1 hora. Entre as celebridades adeptas ao procedimento estão a socialite Kim Kardashian e o cantor Harry Styles.


Irmãs distantes: Lista de cidades homônimas inclui até Copacabana boliviana
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Marcio Moraes

Imagine que você tenha acabado de comprar uma passagem para a belíssima Granada, ao norte da Espanha. Embarca no avião com destino à Europa, mas descobre, no meio do voo, que está a caminho do Caribe. A confusão aconteceu com a britânica Lamenda Kingdon, em 2013, quando ela resolveu aproveitar as milhas do cartão de crédito para viajar. Aliás, o problema é mais comum do que pensamos e acontece graças às cidades homônimas, ou seja, aquelas que possuem o mesmo nome, embora sejam completamente diferentes.

 Nem mesmo o nosso país escapa das pegadinhas de municípios como Bom Jesus, que conta com cinco representantes no Brasil: três no Nordeste (PB, PI e RN) e dois no Sul (RS e SC). Nos Estados Unidos, a famosa Springfield, que remete ao seriado Simpsons, da FOX, também dá nome a outras 41 cidades.

Abaixo, listei outros destinos homônimos pelo mundo, que são completamente diferentes e confundem a nossa cabeça.

1. Granada, Espanha x Granada, Caribe

Foto: Granada, Espanha / Divulgação

Foto: Granada, Espanha / Divulgação

Comecemos pela cidade que introduziu esse post. A Granada espanhola é um museu a céu aberto, com herança dos mouros em fortalezas como Alhambra e o palácio Generalife. Bem diferente da xará europeia, a homônima caribenha é uma ilha de origem vulcânica próxima à Trinidad e Tobago, no Caribe, cuja produção de noz-moscada é uma das maiores do mundo.

Foto: Granada, Caribe / Divulgação

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2. La Paz, Bolívia x La Paz, México

Foto: La Paz, Bolívia / Divulgação

Foto: La Paz, Bolívia / Divulgação

De um lado, a altitude da cidade boliviana, que alcança 3.660 metros e propicia uma temperatura média de 8º C. Do outro, a versão mexicana de La Paz, que está de frente ao mar verde-esmeralda, no Estado da Baja California Sur. Por isso, enquanto a cidade mais populosa da Bolívia se rende a Cordilheiras dos Andes, com atrações como o teleférico e a estrada Yungas, a região do México atrai turistas pela praia Balandra e a ilha Espiritu Santo, com direito a mergulho com leões marinhos.

Foto: La Paz, México/ Divulgação

Foto: La Paz, México/ Divulgação

3. Waterloo, Bélgica x Waterloo, Canadá

Foto: Waterloo, Bélgica/ Divulgação

Foto: Waterloo, Bélgica/ Divulgação

Marcada pela Batalha de Waterloo, que contribuiu para o fim da Era Napoleônica, a cidade belga é um marco na história da Europa. Não à toa, os campos, que serviram de palco para as guerras, são peças-chave em um roteiro na região. Apesar de fundada em 1808, a homônima canadense faz referência ao conflito. Porém, a ascendência alemã de sua população torna a cidade, localizada na província de Ontário, sede de uma das maiores festas do Oktoberfest fora da Alemanha.

Foto: Waterloo, Canadá / Divulgação

Foto: Waterloo, Canadá / Divulgação

4. Copacabana, Bolívia x Copacabana, Rio de Janeiro

Foto: Copacabana, Bolívia/ Divulgação

Foto: Copacabana, Bolívia/ Divulgação

Por essa você não esperava, né? Quem diria que o bairro nobre da zona sul carioca também possui uma irmã tão bela na América do Sul. Na Bolívia, a Copacabana é a principal cidade do entorno do lago Titicaca. Pelo porto, muitos barcos saem em direção a Ilha do Sol, sagrada para os Incas, onde se encontravam os santuários da civilização local.

Foto: Copacabana, Brasil / Divulgação

Foto: Copacabana, Brasil / Divulgação

5. Memphis, Egito x Memphis, Estados Unidos

Foto: Memphis, Egito/ Divulgação

Foto: Memphis, Egito/ Divulgação

Quando pensamos em Memphis, logo associamos a palavra/cidade ao Rei do Rock, Elvis Presley. Afinal, a cidade mais populosa do Estado do Tennessee é um paraíso para apaixonados pelo rockabilly, com atrações como a Graceland, residência oficial do cantor, e o Sun Studio, local em que astros do gênero gravaram suas músicas. Na homônima egípcia, porém, os pontos turísticos nos levam às ruínas do Antigo Egito. A cidade fica ao sul de Cairo, capital do país.

Foto: Memphis, EUA/ Divulgação

Foto: Memphis, EUA/ Divulgação

6. São Petersburgo, Estados Unidos x São Petersburgo, Rússia

Foto: São Petersburgo, EUA / Divulgação

Foto: São Petersburgo, EUA / Divulgação

Uma é quente como o verão da Flórida; a outra, fria, com temperatura média de 5° C. Localizada no oeste do Sunshine State, a São Petersburgo norte-americana está a cerca de 50 km de distância do Bush Gardens, parque temático em Tampa, e proporciona um turismo cultural com museus como o Museu Dalí, com mais de dois mil trabalhos do pintor catalão. A xará russa é a segunda maior do país e também possui ótimas atrações, sendo o Palácio de Inverno, o museu Hermitage e a catedral do Sangue Derramado as principais.

Foto: São Petersburgo, Rússia / Divulgação

Foto: São Petersburgo, Rússia / Divulgação


Aplicativo reduz para 20 minutos as conexões entre aeroportos de São Paulo
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Marcio Moraes

Como viajante profissional, conheço bem as dificuldades das conexões após um voo – sobretudo quando falamos da cidade mais populosa do País, São Paulo. O início de 2016, porém, marcou o lançamento de um serviço exclusivo, que diminui para apenas 20 minutos o trajeto entre os aeroportos de Guarulhos (GRU) e Congonhas (CGH): o You First, do grupo Global Aviation.

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Líder do mercado de aviação executiva no Brasil, a Global oferece um shuttle pioneiro de helicóptero, disponível de segunda a sexta, para evitar o trânsito – muito comum entre os aeroportos paulistanos. É possível reservar até seis assentos pelo site youfirst.voeglobal.com ou pelo aplicativo You First, disponível nas lojas da Apple Store e Google Play. Conforto, atendimento personalizado e infraestrutura completa acompanham a facilidade do transporte. O cliente é acompanhado durante o embarque e desembarque em Guarulhos em todas as etapas do processo: do check-in à chegada ao destino. Em Congonhas, uma sala VIP garante comodidade aos passageiros antes do voo. Para usufruir do serviço, basta baixar o dispositivo ou acessar o site, escolher um itinerário e definir o horário e os assentos do voo. Prático, não?

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As mudanças fazem parte de uma nova fase da marca, que também amplia a frota e cartela de serviços com dois hangares no Aeroporto de Congonhas. O espírito inovador inclui ainda a administração de aeronaves no portfólio e a redução de custos dos clientes com o seguro de jatinhos e helicópteros, a partir de negociações com as seguradoras aeronáuticas brasileiras.

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Boa viagem!


Balada em Berlim: Cidade está entre melhores destinos de festa do mundo
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Marcio Moraes

Se existe alguma coisa pela qual os alemães são conhecidos – além da cerveja, claro – é a agitada vida noturna.  Pubs, teatros, performances, shows e baladas de todos os estilos transformam as noitadas alemãs em experiências autênticas e memoráveis. O principal destino de quem busca essa intensidade é Berlim, que figura entre as melhores cidades do mundo para festas de acordo com a revista Forbes. No ranking da CNN, a capital alemã só perde para Ibiza, na Espanha.

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Uma boa maneira de começar a noite berlinense é assistir a um espetáculo no belíssimo teatro Chamaeleon, no bairro de Mitte. Localizado no nobre pátio Hackesche Höfe, construído na primeira década do século XX, o cabaré apresenta performances acrobáticas misturadas com música e teatro, em uma releitura moderna da arte circense. Os espectadores mais tradicionais encontram o programa ideal nas apresentações da Orquestra Filarmônica de Berlim, considerada uma das melhores do mundo. Embora os ingressos dos espetáculos oficiais esgotem rapidamente, vale lembrar que há uma apresentação gratuita às quintas-feiras, às 13h, no foyer da Filarmônica.

Foto: Monika Rittershaus

Foto: Monika Rittershaus

Matriz do hedonismo europeu, Berlim reserva o que há de melhor para os mais destemidos desbravadores. Entradas camufladas, despretensiosas, escondem espaços onde a diversão é garantida – e vai longe. Exemplo disso é o Tausend Bar, às margens do rio Spree, que embala os sábados de elegantes frequentadores com música ao vivo e muita animação. Outro bar que merece atenção é o Le Croco Bleu, que funciona na antiga sala de máquinas da extinta cervejaria Bötzow. Ambiente excêntrico e drinks super elaborados são suficientes para encher o espaço de gente bonita, jovem e animada.

Foto: Martin Tervoort

Foto: Martin Tervoort

O ápice da noite berlinense, acima de tudo, é conseguir entrar na Berghain, balada que define, de uma maneira bem peculiar, o conceito de exclusividade: o segurança da porta escolhe, por um parâmetro aleatório e inexplicável, quem pode ou não curtir a festa, que pode durar até 48 horas. Aberta de sexta-feira à noite até segunda-feira de manhã, a casa permite que as pessoas curtam pelo tempo que aguentarem. Reconstruindo os moldes de festas clandestinas que funcionavam durante a Guerra Fria, a Berghain fica em uma antiga central nuclear abandonada e preza pela qualidade da música: a cantora-fenômeno Lady Gaga faz a festa de lançamento de seu álbum por lá.

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Heranças da guerra: Berlim se reergue com monumentos históricos
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Marcio Moraes

Passado, presente, futuro. Nenhuma cidade do planeta passeia tão bem entre esses três tempos quanto Berlim. Visitar a capital da Alemanha é como viajar pela história da nação enquanto as principais tendências mundiais passam bem à frente dos olhos. Mas uma vez lá, nada mais importa além de aproveitar cada esquina como se fosse a única.

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Tudo na segunda maior cidade da União Europeia gira em torno de sua história, o que só mostra o quanto esse povo reconhece a importância de suas raízes no próprio desenvolvimento. E por isso é melhor começar do começo. Construído entre 1788 e 1791, o Portão de Brandenburgo já foi símbolo separatista do local. Fechado como passagem desde 2002, agora o monumento está em um dos mais chiques de Berlim: a Praça Pariser, que, entre outras atrações, possui hospedagens luxuosas como o Adlon Hotel, da rede Kempinski.

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Há também espaços que relembram o nazismo, como o Monumento do Holocausto, situado na praça Potsdamer, e o Tiergarten, que homenageia os judeus. E a biblioteca subterrânea, do escultor israelense Micha Ulman, que não seria tão interessante se não fosse vazia, para lembrar a queima de livros dos nazistas ocorrida em 1933.

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Mas nada como 180 museus – são mais museus do que dias chuvosos na capital – para contar todas as partículas de uma história. Comece pelo Museu Histórico Alemão, na avenida Unter den Linder, e pelo Museu Judaico de Berlim. O grande destaque, porém, fica para a Ilha dos museus. Tombada desde 1999 como Patrimônio Mundial da Unesco, essa obra de arte abriga peças como o altar de Pérgamo e o busto da rainha egípicia Nefertiti.

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Das atrações de importância histórica, o Reichstag é o atual parlamento alemão, cujo incêndio em 1933 serviu como rampa para Adolf Hitler tomar o poder. O Palácio de Sanssouci e seu estilo rococó também é aberto à visitação, assim como o Kulturforum. O Charlottenburg já foi residência da rainha báltica Sophie Charlotte e hoje exibe peças do século XVIII.

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De maioria cristã, Berlim também tem monumentos religiosos belíssimos, a começar pela maior catedral da cidade, Berliner Dom. Kaiser Wilhelm Gedachtniskirche sobreviveu à II Guerra Mundial, apesar de ter sido bombardeada pelos inimigos. E vale visitar ainda a Igreja de Saint Mary, Gethsemanekirche e Neue Sinagoge. Considerado por muitos o lugar mais bonito do país e da Europa, o Gendarmenmarkt é abrigo da Catedral Francesa e Alemã, além da Concert House. Criado em 1688, hoje o atrativo é polo de restaurantes, cafés, lojas e hotéis.

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No próximo post, confira uma Berlim multifacetada, que também é a capital do entretenimento, na Alemanha.