Companhia de Viagem

De Oslo a Bergen pelos vilarejos às margens dos famosos fiordes
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Marcio Moraes

A Noruega ostenta o título de melhor país do mundo para se viver e também de ter algumas das paisagens mais deslumbrantes do planeta. É lar do sol da meia-noite, da aurora boreal, dos majestosos fiordes e de muitas outras maravilhas naturais. O mar está intimamente ligado à sua história, desde a era viking até a descoberta das reservas de petróleo. No último século soube aproveitar o dinheiro do mineral e saiu da lista dos mais pobres da Europa para conquistar o topo dos rankings globais de qualidade de vida. Com a ajuda da invejável cultura igualitária e de bem-estar social, lidera o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) pelo 12º ano consecutivo.

Embarquei em um roteiro de Oslo a Bergen, as duas maiores cidades norueguesas, pelos vilarejos às margens dos fiordes, para conhecer a tão famosa paisagem e experimentar este estilo de vida tão desejado. Prepare-se! Palavras não bastam para descrever tamanha exuberância. Por mais que você se informe com fotos, vídeos e leituras sobre o lugar, ao vivo e em cores é emocionante e inesquecível.

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Oslo – A porta de entrada

 A capital Oslo oferece um mergulho na história e atmosfera cosmopolita dos noruegueses. É a principal porta de entrada do país, famosa pelas montanhas e resorts de esqui. A cidade, com 40 ilhas, é um fiorde formado há 10 mil anos, na última Era Glacial, e está a 100 quilômetros do mar aberto. Por ser pequena, e o transporte público funcionar pontualmente, dois dias são suficientes para conhecer as principais atrações turísticas.

Foto: VISITOSLO/Tord Baklund

Astrup Fearnley Museum of Modern Art – Foto: VISITOSLO/Tord Baklund

Mathallen Food Hall – Foto: VISITOSLO/Finn Ståle Felberg

Mathallen Food Hall – Foto: VISITOSLO/Finn Ståle Felberg

A cidade exibe um conjunto arquitetônico que integra o contemporâneo ao antigo de maneira bem sutil, além de muito verde e parques incríveis. Um deles é o Vigeland Sculpture Park, que revela de forma lúdica o ciclo da vida. São mais de 200 esculturas em bronze e granito feitas pelo artista norueguês Gustav Vigeland (1869-1943). O pintor Edvard Munch (1863-1944), com seu Munch Museum, também faz parte das atrações. O espaço reúne a maior coleção do mundo de pinturas do mestre do expressionismo, mas é no National Museum que fica o original do seu quadro mais famoso “O Grito”, de 1893.

Vigeland Sculpture Park – Foto: Mariana Sampaio

Vigeland Sculpture Park – Foto: Mariana Sampaio

Vigeland Sculpture Park – Foto: Mariana Sampaio

Vigeland Sculpture Park – Foto: Mariana Sampaio

“O Grito”, de Edvard Munch, no National Museum – Foto: Mariana Sampaio

“O Grito”, de Edvard Munch, no National Museum – Foto: Mariana Sampaio

Outra obra de tirar o fôlego é a Opera House, às margens do porto, o principal marco arquitetônico da cidade. O pôr do sol visto do telhado do prédio todo em vidro e mármore branco é deslumbrante. E, sim, subir ao teto faz parte da experiência! Por falar em aventura, da era vinking mesmo sobraram poucas coisas. Um museu expõe três embarcações, com cerca de 1.200 anos e muito bem conservadas, e objetos que foram encontrados dentro delas. O Viking Ship Museum é uma aula de história e arqueologia desses guerreiros e suas expedições para além do continente.

Opera House - Foto: Mariana Sampaio

Opera House – Foto: Mariana Sampaio

Viking Ship Museum – Foto: VISITOSLO/Tord Baklund

Viking Ship Museum – Foto: VISITOSLO/Tord Baklund

Mas hoje é o esqui o esporte preferido dos noruegueses. Durante a temporada de neve passam o inverno desbravando suas montanhas. Além das pistas para todos os níveis, há uma famosa rampa de saltos chamada Holmenkollen Ski Jump. A arena já recebeu saltadores de esqui do mundo inteiro, além dos atletas do Campeonato Mundial e dos Jogos Olímpicos de Inverno. Não arrisquei nenhuma acrobacia por lá, afinal precisava garantir o restante da viagem.

Holmenkollen Ski Jump – Foto: VISITOSLO/Yuri Sali

Holmenkollen Ski Jump – Foto: VISITOSLO/Yuri Sali

No próximo post sobre a Noruega, conto sobre a nossa aventura nos fiordes. Não tenho dúvida que o destino entrará para sua lista de desejos!

*O Companhia de Viagem viajou a convite do Innovation Norway (escritório de turismo da Noruega).

Para saber mais: www.visitnorway.com.br e www.visitoslo.com


Descubra as melhores novidades hoteleiras no Rio de Janeiro
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Marcio Moraes

Daqui a exatos cem dias, o Rio de Janeiro entra para a História ao sediar os primeiros Jogos Olímpicos na América do Sul. A Cidade Maravilhosa se prepara para receber milhares de visitantes que, sob o pretexto de acompanhar a maior competição esportiva do mundo, buscam também os encantos do destino mais cobiçado do País.

Com a chegada da Olimpíada, o Rio de Janeiro floresce para a hotelaria. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis no Rio de Janeiro (ABIH – RJ), são 25 mil novos quartos. Dos empreendimentos recentes, um seleto grupo salta aos olhos. Nomes de peso, como Hilton e Trump, estreiam em solo carioca com a promessa de aliar serviço impecável, design e boa gastronomia com a inconfundível silhueta da cidade mais encantadora do País. Veja, a seguir, uma seleção dos melhores hotéis que abrem as portas na Cidade Maravilhosa para os Jogos Olímpicos:

1. BLUE TREE PREMIUM DESIGN

Inaugurado em março de 2016, o hotel alcança lugar de destaque na tranquila praia Recreio dos Bandeirantes, onde as curvas de sua fachada imperam absolutas. O grupo Blue Tree, em parceria com a construtora carioca Calper, teve a influência de grandes nomes da arquitetura mundial, como Gaudí e Zaha Hadid, para erguer um hotel que, antes de sua inauguração, já foi reconhecido e premiado.

Foto: Divulgação

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As linhas fluidas e orgânicas complementam uma decoração clean e moderna, que confere ao hotel sofisticação e personalidade. A área de lazer conta com uma piscina de borda infinita com bar panorâmico, solarium, spa e fitness center.

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www.bluetree.com.br

2. VILA GALÉ

Localizado no mais boêmio e efervescente bairro carioca, a Lapa, o hotel Vila Galé Rio de Janeiro tem muita história para contar. Um antigo palacete do fim do século XIX foi completamente recuperado para dar lugar a um hotel cheio de personalidade, que une influências do samba e bossa nova em uma decoração inspiradora.

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O hotel, inaugurado em dezembro de 2014, conta com uma biblioteca, o Spa Satsanga e um centro de convenções com oito salas. Destaque para o restaurante Inevitável, um à la carte com cozinha mediterrânea, e o bar Vinícius de Moraes, cuja vista para o pátio interno do palacete promete encantar seus hóspedes.

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www.vilagale.com     

3. HILTON BARRA

Pertinho do Parque Olímpico, o Hilton Barra completa seu primeiro ano de funcionamento em terras cariocas como referência de qualidade. Logo na entrada, o vão livre de 37 metros anuncia uma estadia majestosa. A imponente escultura da artista plástica Iole de Freitas, por sua vez, remete à marca registrada do grupo: o acervo artístico que decora o hotel ainda conta com obras de Margareth Mee, Burle Marx e Di Cavalcante, entre outros.

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A piscina na cobertura do hotel já se tornou um símbolo do lifestyle oferecido pelo Hilton. Some a isso um restaurante com especialidades brasileiras, um convidativo bar de coquetéis, amenities da marca francesa L´Occitane e havaianas personalizadas e voi lá! O sonho carioca tem um nome.

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www.hiltonhotels.com

4. TRUMP HOTEL

O grande furor fica por conta da inauguração do Trump Hotel Rio de Janeiro (isso mesmo, o hotel do polêmico magnata Donald Trump!), com previsão de abertura para o fim do mês de julho – e ocupação total para o período dos Jogos Olímpicos. Autointitulado o hotel mais luxuoso do Rio de Janeiro, o Trump ocupa um espaço de honra no Jardim Oceânico, subdistrito da Barra da Tijuca, em um prédio que mistura modernismo e criatividade.

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São 170 apartamentos, 13 dos quais suítes com piscina privativa na varanda. Na cobertura do edifício de 13 andares, a suíte presidencial ocupa 450 metros quadrados e inclui ainda uma piscina de borda infinita.

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www.trumphotelcollection.com      

5. PESTANA RIO BARRA

Outro hotel que já está 100% reservado para o período dos Jogos Olímpicos Rio 2016 é o Pestana Rio Barra, que oferece nada menos que 311 quartos, dos quais quatro têm varandas privativas. Com uma proposta de estadia mais intimista e despretensiosa, o Pestana Barra é versátil, pensado para atender viajantes que vêm ao Rio de Janeiro a lazer ou negócios.

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Business center, salão de convenções, salas de reuniões e foyer se equilibram com o bar da piscina, o spa e o fitness center para oferecer opções para todos os perfis de hóspedes.

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www.pestanariobarra.com.br 

6. GRAND HYATT

O Grand Hyatt aparece como uma opção de resort urbano, conceito que une o serviço personalizado com a praticidade dos grandes hotéis. A localização privilegiada, à beira-mar, na Barra da Tijuca é outro ponto positivo para o hotel que acumula tantas outras qualidades.

Foto: Tadeu Brunelli

Foto: Tadeu Brunelli

Desenhado por Yabu Pushelberg, ícone do design internacional, o Grand Hyatt prima pelo uso de madeira, pedras, tons suaves e, sobretudo, arte local para se posicionar como referência. O paisagismo, que preza pela recuperação da vegetação nativa e local, é outro ponto de destaque.

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www.riodejaneiro.grand.hyatt.com     

7. PRODIGY HOTEL SANTOS DUMONT AIRPORT

Quem está de passagem pelo Rio de Janeiro tem a chance de ficar hospedado em um hotel junto ao Aeroporto Santos Dumont e ao Bossa Nova Mall com uma vista arrebatadora para a Baía de Guanabara. O Prodigy, inaugurado em dezembro de 2015, ocupa o espaço dos escritórios das antigas empresas Varig e Vasp. Viajantes com pouco tempo disponível no Rio de Janeiro optam por hospedagens de 3, 6, 8 ou 12 horas no hotel, que ainda conta com um telão com os horários de voos nas áreas comuns.

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Lobby bar, restaurantes, piscina com borda infinita na cobertura, estacionamento com manobrista e – é claro! – acesso direto ao aeroporto Santos Dumont completam uma oferta conveniente e interessante.

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www.prodigysantosdumont.com.br    


Conheça os melhores biergartens de Munique
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Marcio Moraes

No último sábado (23), a Alemanha esteve em festa. A comemoração dos 500 anos da Lei da Pureza para a produção de cerveja tomou conta dos chamados biergartensjardins ao ar livre para apreciar a bebida-símbolo do país. Até mesmo a chanceler Angela Merkel fez questão de celebrar o aniversário da diretriz sobre alimentos mais antiga do mundo.

Conhecida como Reinheitsgebot, a normativa regula a bebida pela excelência e qualidade dos ingredientes. No documento original, está determinado que apenas água, cevada e lúpulo devem estar em sua composição – o que gera certo desfavor para alguns mestres cervejeiros pela limitação na criação de novos sabores.

Ainda assim, as estatísticas comprovam que a Alemanha consegue inovar com poucos elementos. Em todo o país, mais de 1.350 cervejarias produzem algo em torno de 5.500 tipos diferentes de cerveja. A Baviera lidera o ranking de estados com mais de 600 em seu território – sobretudo em Munique, palco do Oktoberfest, maior festa cervejeira do mundo, que acontece entre 17 de setembro e 03 de outubro de 2016.

A capital da Baviera é norteada pela produção de cervejas, que moldam a cultura e lazer da cidade. Abaixo, confira os melhores biergartens que a terra da Oktoberfest tem a oferecer!

1. Augustiner Keller

Foto: Augustiner Keller

Foto: Augustiner Keller

O terceiro maior biergarten de Munique comporta mais de 7 mil pessoas. Criado em 1812, o Augustiner Keller preserva a tradição na produção da bebida – ainda armazenada em gigantes barris de madeira. Para chegar até ele, basta uma caminhada ao norte da linha ferroviária de Arnulfstrasse.

2. Paulaner am Nockherberg

Foto: Paulaner am Nockherberg

Foto: Paulaner am Nockherberg

Eleito seis vezes como o melhor biergarten pelos moradores, o Paulaner am Nockherberg possui um evento de grande porte. O Starkbierfest – festival de cerveja forte, na tradução literal – dura 17 dias e acontece anualmente entre fevereiro e março. A especialidade da casa é a Nockherberger, uma bebida que não é filtrada e possui uma aparência turva. O espaço está localizado a menos de 1 km da estação de metrô Kolumbusplatz.

3. Hacker – Pschorr Bräuhaus

Foto: Hacker – Pschorr Bräuhaus

Foto: Hacker – Pschorr Bräuhaus

Localizado na rua Theresienwiese, o Hacker – Pschorr Bräuhaus tem uma vista privilegiada para campo aberto em que acontece o Oktoberfest. Enquanto o biergarten conduz os visitantes para uma trilha verde e charmosa, o mestre cervejeiro local convida a todos para acompanhá-lo na produção da bebida no interior de um pub ao lado.

4. Chinesischer Turm

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Dentro de um dos maiores parques urbanos da Europa – superior até mesmo que o Central Park, de Nova York – o Chinesischer Turm está apenas 3 km da Marienplatz, uma praça no centro de Munique. Localizado no Jardim Inglês, ele conta com uma enorme torre chinesa, onde músicos tocam quatro vezes por semana, às quartas, sextas, sábados e domingos.

5. Viktualienmarkt

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Ainda que seja um mercado de alimentos, o Viktualienmarkt é um paraíso para os apaixonados por cerveja. É possível saborear a bebida com a facilidade de comprar quitutes como queijos e salsichas  nas barracas vizinhas. Está ao lado da Marienplatz e do mercado Eataly.

Forte abraço!


Hotel peruano proporciona hospedagem em prol de projeto social
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Marcio Moraes

Já pensou em fazer uma viagem maravilhosa e ajudar um projeto social ao mesmo tempo? Ao desenvolver o turismo consciente e responsável em uma região socialmente debilitada, contribuímos para o crescimento da comunidade que, em troca, oferece o que há de melhor para seus visitantes. É o que acontece no Valle Sagrado dos Incas, território peruano privilegiado por sua beleza natural. Ali, o luxuoso hotel Sol y Luna causa impacto na comunidade local com um projeto educacional, no qual todo seu lucro é convertido para sustentar uma escola que auxilia 121 famílias.

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A ideia começou com a francesa Petit e o sueco Franz, que se conheceram no Peru e logo engataram um romance. Apesar da enorme identificação com os arredores do Rio Urubamba, o casal percebeu uma deficiência na estrutura social do lugar. Movidos pela esperança, eles resolveram se mudar de vez para lá e ajudar de alguma maneira. Em 1996, nasceu a Associação Sol y Luna, um colégio intercultural que visa igualdade e inclusão educacional comunitária. Além de acompanhar mais de 130 crianças entre 3 e 12 anos, o projeto ainda gera empregos na região e ajuda as famílias a se manterem durante a baixa temporada no inverno.

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Para sustentar a ação social, Petit e Franz fundaram o hotel Sol y Luna. São 43 casitas espaçosas e requintadas que pretendem envolver os visitantes na cultura peruana. Os apartamentos são confortáveis e iluminados, com banheiros de mármore e terraços privados com jaccuzzi. O cuidado com os detalhes, que confere elegância ao hotel, garante a ele um espaço no seleto grupo de hotéis de luxo Relais & Châteaux.

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A decoração fica por conta do artista plástico local Federico Bauer. Ele colocou bastante da cultura popular peruana em cada espaço, com esculturas e murais que brincam com o contraste de cores vivas. O hotel ainda tem área de SPA, biblioteca, boutique e um restaurante com cardápios que mudam de acordo com a colheita de cada estação, tamanha a preocupação com o frescor dos produtos locais. Os hóspedes ainda podem participar de uma demonstração gastronômica em que aprendem com os chefs do restaurante técnicas tradicionais para o preparo de pachamanca (prato de carne e legumes preparado em um buraco na terra com rochas escaldantes) e pizza.

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As atrações oferecidas pelo hotel também seguem a ideia de contato com os costumes peruanos, com cavalgadas, passeios de caiaque e saltos de parapente. Além disso, o Sol y Luna é perfeito para quem deseja ir a Machu Picchu, um dos destinos mais requisitados no Peru, já que está localizado em um dos pontos iniciais da visitação.

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Ser um hóspede do hotel Sol y Luna é o melhor jeito de imergir na cultura peruana e ainda colaborar no desenvolvimento de um projeto incrível que ajuda tantas famílias.

Mais informações: www.hotelsolyluna.com


Parque de vulcões, mergulho com arraias-manta e surfe nas ondas e na neve
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Marcio Moraes

Aloha, viajante!

 Todas as ilhas do Havaí são formadas por vulcões e o território aumenta de extensão a cada dia por causa das constantes erupções. Em Big Island não poderia ser diferente, cinco vulcões moldaram o seu espaço: Kohala, Mauna Kea, Hualalai, Mauna Loa e Kilauea. Este último, localizado no Parque dos Vulcões, é considerado o vulcão mais ativo do mundo. A região é um milagre da diversidade: contém 11 das 13 zonas climáticas da Terra, e apresenta florestas tropicais, desertos de lava negra e até praias com areias nos tons branco, preto e verde.

Foto: Hawaii Tourism Authority (HTA) / Tor Johnson

Foto: Hawaii Tourism Authority (HTA) / Tor Johnson

A chegada à ilha é por Kona, uma cidade pequenininha com um palácio real havaiano, uma cervejaria famosa e um dos melhores grãos de café do planeta. Nos primeiros dias, me hospedei no Sheraton Kona Resort & Spa, que foi construído na baía sagrada de Keauhou. A estrutura do hotel contorna os costões, que à noite são iluminados para realçar a beleza do lugar que virou um dos principais pontos turísticos do arquipélago.

Foto: Sheraton Kona Resort & Spa

Foto: Sheraton Kona Resort & Spa

É ali que, após o pôr do sol, barcos levam turistas para um mergulho noturno com as arraias-manta. Esses animais gigantes, que podem exceder 4,5 m de largura, são muito dóceis e não têm dentes, ferrões ou farpas. Cada embarcação oferece todos os equipamentos, trajes, instruções para o passeio e até sopas e bebidas quentes no retorno ao píer. É uma experiência única e completamente segura, algo que não deve faltar na lista de momentos imperdíveis não só da viagem, mas da vida.

Foto: Big Island Visitors Bureau (BIVB) / Kawika Singson

Foto: Big Island Visitors Bureau (BIVB) / Kawika Singson

Outra atração é o Pu’uhonua O Honaunau National Historical Park, um sítio arqueológico com várias cabanas ancestrais à beira-mar. O local, onde os havaianos que infringiam a lei se refugiavam, tem uma paisagem deslumbrante para fazer uma caminhada ou até um piquenique. A próxima parada são as areias negras de Punaluu Beach, resultado da erosão da rocha vulcânica. As tartarugas marinhas completam o cenário inusitado, mais um ponto de encontro de quem busca as curiosidades da região.

Foto: Mariana Sampaio

Foto: Mariana Sampaio

No Hawaii Volcanoes National Park, com 133.551 hectares, Patrimônio Mundial pela Unesco, o vulcão Kilaue lança lava derretida quase continuamente desde 1983. De dia há fumaça e vapor, à noite, com sorte, a lava brilha como uma fita incandescente. Lá é possível visitar as cavernas formadas pela lava, fazer o caminho de onde sai fumaça do solo e ir até o mirante que tem um museu e uma das melhores vistas para a cratera.

Foto: Hawaii Tourism Authority (HTA) / Tor Johnson

Foto: Hawaii Tourism Authority (HTA) / Tor Johnson

Depois disso tudo, o paraíso ainda tem mais surpresas: a maior montanha do mundo. Trata-se do vulcão Mauna Kea, extinto há cerca 4.500 anos e único ponto que neva no Havaí. Sua base até o pico tem 10.203 metros, sendo 5.998 metros abaixo da superfície e 4.205 metros acima. Mesmo no verão, o local é frio, venta muito e faz um convite para quem improvisa uma prancha de snowboard para surfar as ondas brancas.

Foto: Mariana Sampaio

Foto: Mariana Sampaio

A subida é feita de carro com tração nas quatro rodas, aos poucos, para não incomodar os pulmões, e o pôr do sol deslumbrante divide a cena com mais 13 telescópios espalhados pelo cume. Todos estão instalados ali por ser o lugar de menor turbulência atmosférica para se ver estrelas no planeta. No retorno ao centro de informações é possível observar o céu com telescópios e ouvir algumas explicações sobre as galáxias.

Após muitas praias, montanhas e vulcões, nos deparamos com belíssimas cachoeiras. Em Hilo, na costa leste da Big Island, o Waipi’o Valley e as formosas Rainbow Falls merecem uma visita. No parque de Akaka Falls, na costa de Hamakua, estão as quedas de Kahuna, Luhua, Maile e Akaka. A última é a maior delas, com quase 135 metros.

Foto: Hawaii Tourism Authority (HTA) / Tor Johnson

Foto: Hawaii Tourism Authority (HTA) / Tor Johnson

Como dividi a minha estadia na Big Island, ficamos no Hilton Waikoloa Village para curtir um pouco da costa Kohala. O hotel é todo recortado com canais e jardins tropicais e decorado com obras de arte asiáticas e polinésias. Entre as comodidades oferecidas estão dois campos de golfe, oito quadras de tênis, três piscinas, espaço para recreação com golfinhos e esportes aquáticos na lagoa. Para percorrer sua extensão há bondes, barcos e até trilhas. Tudo para deixar os seus dias pelo arquipélago ainda mais inesquecíveis.

Foto: Mariana Sampaio

Foto: Mariana Sampaio

Como se diz por aqui, Mahalo, Hawaii! (obrigado, no idioma deles).

www.gohawaii.com

* O Companhia de Viagem viajou a convite do Hawaii Tourism Authority Latin America


Cidade francesa permite passeio em elefante
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Marcio Moraes

A antiga capital da Bretanha, no oeste da França, esbanja simpatia. Não pela herança do Castelo dos Duques ou pelo oásis verde instalado no nobre bairro de Richebourg. Porém, pelas infinitas possibilidades de se admirar uma população que ainda se considera bretão de coração. Assim é Nantes, a sexta maior cidade francesa com mais de 250 mil habitantes.

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Para início de conversa, pare e pense: Qual cidade francesa permite dar uma volta sobre um enorme elefante? Nantes, é claro! A experiência é garantida graças ao emocionante Les Machines de l’ile, um conjunto de animais mecânicos gigantescos baseados nas obras literárias de Júlio Verne, no universo mecânico de Leonardo da Vinci e na história industrial da cidade.  Além de um enorme elefante de aço, o projeto artístico conta com um carrossel de animais marinhos e vários insetos sobre rodas.

Foto: Les Machines de l'ile © Jean-Dominique Billaud/LVAN

Foto: Les Machines de l'ile © Jean-Dominique Billaud/LVAN

Foto: Les Machines de l'ile, parc des Chantiers, Nantes © Franck Tomps / LVAN

Foto: Les Machines de l'ile, parc des Chantiers, Nantes © Franck Tomps / LVAN

Foto: Les Machines de l'ile, Nantes © Franck Tomps / LVAN

Foto: Les Machines de l'ile, Nantes © Franck Tomps / LVAN

Foto: Les Machines de l'ile © Jean-Dominique Billaud/LVAN

Foto: Les Machines de l'ile © Jean-Dominique Billaud/LVAN

Longe do mundo artístico, mas igualmente marcante está o Castelo dos Duques da Bretanha. Conhecido como um cartão-postal de Nantes, seu interior abriga o Museu Histórico da região. Ele foi construído no fim do século 15 por François II, último Duque da Bretanha e sua arquitetura o torna uma verdadeira fortaleza real.

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Enquanto o grafite decora as ruas da cidade, os jardins são os respiros da natureza na atmosfera urbana. Ao norte de uma estação ferroviária, o Jardin dês Plantes abrange mais de 800 m² de estufas e 50 mil flores. Trata-se de uma referência quanto a coleção de camélias, que foram reconhecidas pela Sociedade Internacional de Camélias.

Foto: © City of Nantes - France

Foto: © City of Nantes – France

Foto: © City of Nantes - France

Foto: © City of Nantes – France

Foto: © City of Nantes - France

Foto: © City of Nantes – France

Seja com a paz de seus jardins, ou pela diversão de seus animais mecânicos, Nantes é uma preciosidade que precisa ser explorada!

Abraço!


Sol, praia e hula-hula em um dos arquipélagos mais isolados do mundo
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Marcio Moraes

São mais de 100 ilhas no meio do Pacífico, a aproximadamente três mil quilômetros da costa dos Estados Unidos, mas apenas sete delas são habitadas: a ilha de Hawaii, mais conhecida como Big Island, Maui, Oahu, Kauai, Molokai, Lanai e Niihau. Cada uma tem a sua própria identidade e oferece uma atmosfera diferente, mas todas têm algo em comum: o espírito Aloha, a atitude de compartilhar boas energias. E disso, o povo havaiano entende muito bem! Escolhemos Oahu, a mais famosa, e porta de entrada para o Havaí, e Big Island, a maior das ilhas, para os próximos posts.

Oahu

A atmosfera surfe está por todos os lugares, afinal foi aqui que o pai do esporte, Duke Kahanamoku (1890-1968), nasceu e foi criado. Nas águas de Waikiki tornou-se um invejável nadador e surfista, conquistou medalhas de ouro e prata nas Olimpíadas e depois saiu viajando pelo mundo para difundir a paixão pelas ondas. Nas areias em frente ao Hyatt Regency, um dos melhores hotéis da capital Honolulu, há uma estátua em sua homenagem para dar as boas-vindas aos turistas e abençoar a estadia.

Foto: Hyatt Regency Waikiki

Essa região é a mais cosmopolita, com muitos arranha-céus à beira-mar, a grande maioria dos hotéis de luxo, restaurantes, lojas de grife e praias urbanizadas, bem diferente do Havaí tropical e isolado do nosso imaginário. Para entrar no clima, sempre há alguém com um sorriso largo e uma camisa estampada oferecendo um perfumado colar de flores, chamado “lei”. Chegou a hora de se contagiar pelo ritmo do ukelele (instrumento musical) e da hula (dança típica) para cair na estrada e se esbaldar em alguma praia por aí…

Escolhi North Shore, a meca dos surfistas, que abriga as famosas praias de Waimea, Sunset e Pipeline. O caminho de quase uma hora cruza a região central de Oahu e mostra o lado rural da ilha com fazendas como a da Dole Plantation, grande exportadora de abacaxi que também tem uma lojinha com produtos à base da fruta e suvenires. Chegando em Haleiwa, a cidadezinha mítica da região, vale a pena desacelerar, selecionar uma boa trilha sonora, curtir a paisagem e explorar cada faixa de areia do mapa com tempo.

Foto: Hawaii Tourism Authority (HTA) / Tor Johnson

Foto: Hawaii Tourism Authority (HTA) / Tor Johnson

Uma coisa é fato: qualquer viagem ao Havaí é moldada pela época do ano. Se o negócio é ver ondas ou surfar, é preciso chegar entre novembro e março, mas se o intuito é ficar de bobeira relaxando no mar e aproveitando o verão, marque seu roteiro entre abril e agosto. Mas além do surfe, existem outras atrações nesta parte de Oahu. Andar de bicicleta pela ciclovia local, mergulhar no Shark’s Cove, assistir ao pôr do sol em Sunset Beach, apreciar a vista de Waimea Bay do morro de Pupukea, praticar Stand Up Paddle em Haleiwa River, faz parte da programação.

Foto: Hawaii Tourism Authority (HTA) / Tor Johnson

Foto: Hawaii Tourism Authority (HTA) / Tor Johnson

Foto: Mariana Sampaio

Foto: Mariana Sampaio

E ainda tem o Turtle Bay, o único resort da região, e as atrações no Polynesian Cultural Center, um parque temático para conhecer mais sobre as culturas do Pacífico. Por falar em história, os havaianos têm uma cultura tão particular que é difícil lembrar que é o mais novo dos 50 Estados que compõem os Estados Unidos. Descendentes dos polinésios e de vários outros povos, até 1810 cada ilha havaiana tinha um comando local. Depois, o rei Kamehameha centralizou o governo e instaurou a monarquia. É o único lugar do país americano que já teve rei e rainha.

Foto: Mariana Sampaio

Foto: Mariana Sampaio

No próximo post do Havaí tem montanha nevada, parque de vulcões, mergulho com arraias-manta e tudo que a Big Island pode oferecer.

* O Companhia de Viagem embarcou a convite do Hawaii Tourism Authority Latin America.


O lado francês da ilha caribenha que vai além de sombra e água fresca
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Marcio Moraes

Imagine o menor pedaço de terra do mundo, na imensidão azul do Caribe, dividido entre duas nações. Do lado sul, os holandeses, com a porta de entrada para os cruzeiros e o aeroporto mais movimentado da região. Do lado norte, o sossego, o charme francês e a fama gastronômica. Em qualquer lugar dos seus 93 quilômetros quadrados: vizinhança em harmonia, praias paradisíacas e compras livres de impostos. Saint-Martin ou Sint-Maarten, dependendo do lado que você escolher, é aquele destino que tem todos os ingredientes para agradar a qualquer visitante. Desta vez, mergulhei na face francesa da ilha.

Foto: Laurent Benoit

Foto: Laurent Benoit

Marigot, a vila pesqueira que virou capital, dá as boas-vindas com o Fort St. Louis e sua vista esplêndida para a baía repleta de barcos de luxo ancorados. Bares e bistrôs com mesinhas na calçada, galerias de arte e até uma feirinha de artesanato dão o tom colorido do lugar. Dali em diante é seguir o roteiro praia a praia e se esbaldar. A ilha tem 37 opções e a maior parte está do lado francês.

Foto: Laurent Benoit

Foto: Laurent Benoit

Orient Bay é a mais badalada, considerada a St-Tropez do Caribe. É o lugar certo para ver e ser visto. Os barcos a procura de agito se aproximam da faixa de areia tomada pelas confortáveis espreguiçadeiras. Por todos os lados jet skis, paraglides e até pula-pula. No canto esquerdo, o bar e restaurante Waikiki Beach serve refeições e drinques, mas também tem seus dias de festa, champanhe e muita música. No canto direito, separado por algumas pedras, há um clube nudista.

Para quem busca natureza e sossego há uma belíssima trilha bem selvagem até a deserta praia Petites Cayes. Depois de uns 30 minutos de caminhada na mata fechada sobre uma colina íngreme encontra-se a recompensa: um pedaço do Caribe só para você. Mas se o seu estilo é mais prático, contrate um barco para um passeio pela Reserva Natural Nacional, em Anse Marcel. No roteiro não pode faltar um mergulho na despovoada ilha Tintamarre, a uns quatro quilômetros da costa. São poucos barcos que dividem o belíssimo cenário, com sorte dá para ver algumas tartarugas e com o snorkel, muitos peixes coloridos e estrelas-do-mar.

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Foto: Mariana Sampaio

Mas entre tantas opções sempre há uma preferida. Para mim, a ilha de Pinel é a mais sedutora. Dá para chegar de barco ou caiaque, mas o ideal é não ter hora para ir embora. O lugar tem um visual de cair o queixo, o endereço certo para esquecer a vida e o relógio. Dois restaurantes pequenos servem frutos do mar fresquinhos e diferentes coquetéis. No Karibuni é possível escolher a própria lagosta e degustar peixes, mariscos, camarões e os famosos acras, um típico bolinho de bacalhau caribenho, sob um telhadinho de sapê na areia.

Foto: Mariana Sampaio

Foto: Mariana Sampaio

Foto: Mariana Sampaio

Foto: Mariana Sampaio

À noite, o vilarejo Grand Case é a dono da festa. Todas as terças de janeiro a abril têm gastronomia, música, espetáculo e arte. Não tem como não se encantar com o jeitão descontraído do Calmos’s Café, um bar, restaurante, butique e balada beira-mar, com mesinhas pé na areia. No cardápio: luz de vela, música boa, tapas francesas, drinques à base de rum, atendimento impecável, céu estrelado e o mar do Caribe cheio de barquinhos para dar um charme extra à paisagem.

Mas a fama de capital gastronômica do Caribe não fica só por aí, o balneário conquistou reputação internacional. A diversidade culinária e o frescor dos produtos deixam uma extensa lista de opções para qualquer turista ficar perdido. Ainda no mesmo bairro, o premiadíssimo Le Pressoir, instalado em uma casa crioula do século 19, tem como seus proprietários Mélanie e Franck Méar. O casal propõe uma cozinha francesa com toques caribenhos acompanhados de uma invejável seleção de vinho. O menu tem até a safra de 2009 do Romanée-Conti Grand Cru, o vinhedo mais valioso do planeta, a 14 mil euros.

Foto: Mariana Sampaio

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Mas se quiser levar algumas garrafas na mala, a maior adega do Caribe fica no restaurante e loja Bacchus. É como se você tivesse em uma versão micro dos melhores mercados parisienses. Caviar, foie gras, queijos, pâtisseries fazem parte do menu e da desejada vitrine.

  • DICA ALÉM DAS PRAIAS E DOS PRATOS

Para uma experiência tipicamente francesa, a loja de perfumes Tijon, em Grand Case, fabrica seus próprios cosméticos à base de produtos naturais e oferece oficinas para criar sua própria fragrância.

  • O único cinco-estrelas

Apesar da grande variedade de hospedagem que St. Martin oferece, o Belmond La Samanna, do braço hoteleiro do grupo Orient-Express, é o único cinco-estrelas. É aquele tipo de hotel-destino: o lugar é tão bacana por si só que tudo ao seu redor é lucro. Sua estrutura em estilo mediterrâneo com oito vilas e 83 apartamentos e suítes entre jardins de frente para o mar emoldura uma das praias mais belas da ilha, a exclusiva Baie Longue, com uma falésia de tirar o fôlego. Sempre na lista dos melhores resorts do Caribe, o La Samanna também oferece duas piscinas incríveis, gastronomia de ponta com várias opções de restaurantes, inclusive um dentro de uma adega com mais de vinte mil rótulo, spa e uma série de atividades.

Foto: Mariana Sampaio

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Além de St. Martin reunir todos os atributos para uma estadia inesquecível em uma das ilhas mais atraentes do Caribe, também é ponto de partida para a descoberta de outros destinos como Saint-Barthélemy e Anguilla.

* Companhia de Viagem viajou a convite da Secretaria de Turismo de Saint-Martin, em parceria com a Atout France (Agência de Desenvolvimento Turístico da França), e com o apoio da Copa Airlines.


Interior de mesquita iraniana se revela uma obra de arte
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Marcio Moraes

O que torna um templo reconhecido? Para muitos, basta ser uma estrutura que seja um reflexo do mundo divino. Só que para nós, apaixonados por viagem, aqueles que conciliam tradições religiosas com um design surpreendente ganham a nossa preferência. É o caso da belíssima mesquita de Nasir al-Mulk, uma verdadeira joia do Oriente Médio.

Sua fama lhe rendeu apelidos. Alguns a chamam de Mesquita Rosa, embora não seja difícil escutar outros nomes como Mesquita das Cores ou Mesquita Caleidoscópio. De fato, esse enorme templo iraniano é um espetáculo colorido, que ganha vida com o nascer do sol. Os raios de luz refletem em seus vitrais e realçam as paredes, os arcos e até mesmo o olhar do visitante em suas dependências.

Construída em 1888, a Nasir al-Mulk é um espelho da herança muçulmana. Pelo patrimônio, seus azulejos favorecem uma geometria típica da arte islã, que floresceu durante a Idade de Ouro da religião – período datado entre os séculos VIII e XIIII, que contribuiu para a inovação, cultura e economia árabe.

Além de seus vitrais, que inundam o interior com um verdadeiro arco-íris, a mesquita é apenas mais um tesouro de Shiraz. A cidade, que está pouco menos de mil quilômetros de distância da capital, Teerã, é um templo para cultura persa. Para além da Nasir al-Mulk, a capital da província de Fars possui atrações históricas como as ruínas de Persépolis, conhecida como a sede do Primeiro Império Persa, e o túmulo de Hafez, poeta lírico da antiguidade cujos provérbios são ditos até hoje pelos iranianos.

Claro que nenhuma atração substitui o que encontramos nesse caleidoscópio chamado Nasir al-Mulk. Abaixo, você confere um pouco mais sobre esse espetáculo das cores, que impressionam os nossos olhos e harmoniza perfeitamente arte e religião.

Foto: Ramin Rahmani Nejad

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Fotos:

Erramos: Na publicação  “20 cidades incríveis para conhecer na Europa Oriental“, publicamos o destino Cracóvia como pertencente à Croácia. Na verdade, a cidade está localizada ao sul da Polônia, sendo a segunda mais populosa do país. Agradecemos aos avisos e lamentamos o ocorrido.


20 cidades incríveis para conhecer na Europa Oriental
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Marcio Moraes

Caro amigo,

Já falei sobre o Leste Europeu como uma alternativa para viagens econômicas pelo Velho Continente (clique aqui). Conhecida como Europa Oriental, a região abrange um total de 25 países, entre integrantes que, geograficamente, se encaixam no grupo e alguns incluídos por fatores culturais e políticos – motivados pelo histórico de um regime socialista que dominou a área entre 1945 e 1989.

Simbolicamente, a divisão entre a Europa do Ocidente e Oriente foi feita pela Cortina de Ferro, uma expressão usada para designar as áreas de influência política no período posterior a Segunda Guerra Mundial. Porém, a separação trouxe algumas peculiaridades para o Leste Europeu. Além de fugir da zona do euro, o viajante tem a oportunidade de conhecer um território enigmático com características próprias. A forte presença de idiomas eslavos, tais como tchecos, poloneses, russos e búlgaros, e a religião cristã ortodoxa são marcas de uma região misteriosa, que cresce a cada ano como destino turístico. Segundo a Eurostat (Gabinete de Estatísticas da União Europeia), o lado oriental do Velho Continente viu um aumento rápido em 2015. Croácia, República Tcheca e Polônia ultrapassaram, juntos, os 50 milhões de turistas ano passado, número 10% maior em comparação com 2014.

Abaixo, você confere atrações que podem não estar em nossa rota de destinos pela Europa, mas que certamente vão te conquistar.

1. Dubrovinik, Croácia

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2. Praga, República Tcheca

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3. Riga, Letônia

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4. Ilha Mljet, Croácia

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5. Dhërmi, Albânia

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6. Kotor, Montenegro

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7. Bucareste, Romênia

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8. Liubliana, Eslovênia

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9. Varsóvia, Polônia

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10. Budapeste, Hungria

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11. Tallin, Estônia

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12. Bratislava, Eslováquia

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13. Skopje, Macedônia

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14. Nida, Lituânia

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15. Nessebar, Bulgária

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16. Moscou, Rússia

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17. Split, Croácia

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18. Belgrado, Sérvia

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19. Cracóvia, Polônia

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20. Old Orhei, Moldávia

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