Companhia de Viagem

Destinos mais românticos para o Valentine’s Day
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Marcio Moraes

Caro amigo,

O amor está no ar! E não é por causa de sua paixonite de Carnaval. Enquanto estamos nos recuperando da folia, países como Estados Unidos, Canadá e grande parte da Europa se preparam para uma data especial. É a chegada do Valentine’s Day, ou Dia de São Valentim, que é celebrado no próximo domingo, dia 14.

Ao contrário da mesmice de presentear a pessoa amada com chocolates e flores, convido-lhe a pensar grande nessa data. Conheça os prazeres de viajar a dois pelos destinos mais românticos do mundo!

1. Admirar o pôr do sol em restaurantes como Kapari Wine, em Santorini, na Grécia.

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2. Descansar nas Maldivas, um dos arquipélagos mais românticos da Ásia e do mundo. Que tal uma hospedagem no Sheraton Maldives Full Moon Resort & Spa?

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3. Visitar a histórica Florença e conhecer símbolos da arquitetura italiana como a Catedral de Santa Maria Del Fiore e a Piazzale Michelangelo.

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4. Aventurar-se pelas faces de St. Moritz, nos Alpes suíços, onde é possível caminhar pelo extenso lago da cidade ou chegar ao topo da Diavolezza.

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5. Aquecer-se no frio de Quebec, no Canadá, através de seu centro histórico muito semelhante à Europa.

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6. Explorar cada parque da romântica Savannah, na Geórgia, como o agradável Forsyth Park.

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7. Passear pelos jardins coloridos de Kyoto, no Japão, até chegar ao templo de Eikan-do.

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8. Voar pelo céu da Capadócia, na Turquia, e enxergar as atrações de Göreme.

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9. Navegar pelos paraísos de Maiorca, maior arquipélago espanhol das Ilhas Baleares. São “apenas” 262 praias!

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10. Aproveitar a viagem para os Estados Unidos e repousar em Islamorada, na Flórida. Se você gosta de mergulho, o History of Diving Museum é um prato cheio.

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11. Caminhar pela romântica e histórica Ponte Carlos, em Praga, palco de diversos pedidos de casamentos, na República Tcheca.

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12. Experimentar uma autêntica pizza italiana em Roma, através do tradicional restaurante Elettroforno Frontoni.

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13. Saborear o vinho português em um restaurante como o BA Wine Bar do Bairro Alto de Lisboa, em Portugal.

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14. Esquecer de Paris seria uma frustração, não é mesmo? Arrisque uma caminhada pelas ruas parisienses para sentir o verdadeiro estilo de vida da Cidade Luz!

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Fuja do obvio com a beleza inesgotável do Atacama
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Marcio Moraes

A paisagem é repleta de rios, vulcões, desfiladeiros, lagos, gêiseres, salares, dunas e termas naturais. Essa é a moldura do deserto mais alto e árido do planeta. O vilarejo San Pedro de Atacama, ao norte do Chile, fica a 2.800 metros de altitude e a grande maioria das atrações da região está em lugares ainda mais elevados. Chegar não é tarefa fácil, mas vale o esforço. É necessário fazer uma conexão em Santiago do Chile para Calama e depois percorrer quase 100 quilômetros de carro. Durante o trajeto já é possível sentir como serão os próximos dias.1

Ficamos no Tierra Atacama Hotel & Spa. A arquitetura, o interior, o terreno e a paisagem desse lugar tem total harmonia. Souberam preservar as influências culturais locais sem perder o conforto e a descontração que os hóspedes procuram. Os 32 quartos têm varanda ou janela para o vulcão Licancabur e lugar para observar as estrelas. E a gastronomia é criada diariamente a partir de ingredientes frescos e saudáveis dos arredores.

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Para cair na estrada, os guias de altíssimo nível do hotel, oferecem mais de 20 opções de excursões, de carro, bicicleta, a cavalo ou a pé, com toda a estrutura recomendada. A jornada de estreia foi ao Vale da Lua e ao Vale da Morte, com uma parada no Mirante de Kari, na Cordilheira do Sal, a sudeste de San Pedro do Atacama. Encontramos formações rochosas, resultantes da erosão fluvial, do vento, da chuva e das temperaturas extremas. Um dos passeios mais básicos, simples e belos do deserto.

Foto: Mariana Sampaio

Foto: Mariana Sampaio

Foto: Mariana Sampaio

Foto: Mariana Sampaio

À tarde seguimos para o Salar do Atacama, perto do povoado de Toconao. São 320 mil hectares com cristais de sal formados pela evaporação das águas subterrâneas. Todo o campo é alimentado pelo lençol freático andino, formando a Laguna Chaxa, localizada na Reserva Nacional dos Flamingos. Apesar de não ter a quantidade de flamingos exagerada como esperávamos, o pôr do sol nos proporcionou uma visão deslumbrante do nosso primeiro dia no deserto.

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Foto: Mariana Sampaio

Foto: Mariana Sampaio

No dia seguinte, a saída para os Gêiseres  del Tatio aconteceu bem cedo, lá pelas 5h,   sem café da manhã e com muito chá de coca para enfrentar os 4.300 metros acima do nível do mar. Depois do trajeto de duas horas chegamos ao campo geotérmico de onde afloram vários poços d’água fervente que produzem colunas de vapor de mais de 12 metros de altura. O frio é intenso (pode chegar a menos 17 graus!) e tem gente com coragem de colocar o biquíni e mergulhar na piscina termal. Para esquentar, os guias preparam uma mesa com lanchinhos e bebidas quentes antes de partir.

Foto: Mariana Sampaio

Foto: Mariana Sampaio

Foto: Mariana Sampaio

Foto: Mariana Sampaio

Despedir-se de um lugar que traz tantas experiências e voltar à realidade nem sempre é fácil. Mas, antes de partir, tínhamos uma viagem de 120 quilômetros até as Lagunas Altiplânicas. E quando achei que nada mais me surpreenderia por aqui, meus olhos viram a cena mais linda que a natureza poderia apresentar. Aos pés de uma cadeia de vulcões, sob um céu azul, e cercado por uma vegetação dourada, estava a “chocante” laguna Miscanti. Foto nenhuma consegue retratar o que é este lugar.

Foto: Mariana Sampaio

Foto: Mariana Sampaio

E foi assim, diante do nosso piquenique, contemplando toda essa energia boa que o deserto oferece, que terminamos a viagem para esse lugar de beleza inesgotável!

Forte abraço!


Inspire-se com a natureza indomável da Antártida
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Marcio Moraes

Caro

Por séculos, a beleza indomável da Antártida era restrita aos exploradores do calibre do irlandês Ernest Shackleton que, em 1914, sobreviveu ao naufrágio de seu navio Endurance e ainda salvou sua equipe, que resistiu, por um longo ano, na inóspita região. O Continente Branco é o mais frio, severo, selvagem e isolado paraíso ecológico do planeta Terra. São mais de 14 milhões de quilômetros quadrados de icebergs, vulcões e glaciares que formam uma paisagem monocromática, intimidadora e intensa.

Foto: Lindblad

Foto: Lindblad

Os poucos afortunados que têm a chance de ver de perto esse espetáculo da natureza só conseguem fazê-lo via expedição, com navios especiais que abrem o caminho no meio de blocos de gelo. O turismo austral, cuja temporada se estende de novembro ao final de fevereiro, é burocrático e custoso, mas a recompensa faz qualquer esforço valer a pena. Grande parte das expedições parte dos portos de Ushuaia, na Argentina, ou Punta Arenas, no Chile.

Foto: Lindblad

Foto: Lindblad

A viagem até a Península Antártida dura no mínimo 48 horas pela instável passagem de Drake. A sorte é que a maioria dos navios que oferecem esse roteiro possui boa infraestrutura de acomodação e gastronomia, bem como uma equipe bem preparada, e especialistas do ecossistema da região. Porém, não espere o conforto e luxo dos grandes cruzeiros europeus, afinal, essa não é a proposta da viagem.

Foto: Lindblad

Foto: Lindblad

Muitos roteiros incluem as ilhas Falkland (Malvinas) e Geórgia do Sul no itinerário. Ambas são repletas de animais, como pinguins, leões marinhos e albatrozes, e já preparam o viajante para a explosão natural da Antártida. Uma vez no continente, os deslocamentos são feitos a bordo de zodiacs, pequenos botes motorizados, e os passeios variam de acordo com o cruzeiro. Embora as caminhadas sejam apropriadas para qualquer viajante, a mistura de neve, água, vento e rocha é sempre desafiadora.

Foto: Lindblad

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Os longos dias de verão na Antártida, ensolarados por cerca de vinte horas, são ideais para a observação da extensa fauna da região que, durante a estação, está em período reprodutivo. Viajantes têm contato com inúmeras espécies de pinguins – Rei, Imperador, de Magalhães, Adèle, Chinstraps, Macarroni e Gentoo —, centenas de leões-marinhos, focas, baleias e muitas aves aproveitando a deliciosa temperatura de – 12ºC.

Foto: Lindblad

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Para completar o cenário, a magnitude dos icebergs, montanhas e lagos vulcânicos forma um pano de fundo que parece ser pintado a mão e revela como o ser humano é pequeno perto da infinita grandeza e beleza deste universo.

Grande abraço!


Aventure-se pelos fiordes noruegueses
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Marcio Moraes

Caro viajante,

Durante a Era do Gelo, imensos vales cortados por geleiras formaram o que conhecemos hoje como fiordes. São diversos espalhados pelo mundo, mas aqueles que enfeitam a costa norueguesa são os mais conhecidos, talvez pela beleza estonteante. Enquanto centenas de cruzeiros levam os turistas para o país escandinavo, corajosos preferem traçar o caminho por conta própria, e, dessa forma, descobrir a preciosidade dessas formações geológicas.

Tomasz Furmanek é um deles. Fotógrafo norueguês e apaixonado por aventura, ele desbravou a natureza selvagem a bordo de um caiaque ao longo de três anos. Sua motivação sempre foi mostrar os lugares mais remotos do país, despertando nas pessoas o gosto pelas viagens com a pequena embarcação. “Os caiaques permitem visitar lugares difíceis de alcançar por outros meios”, disse.

Movido pela dificuldade e pela coragem em mostrar os maiores tesouros da Noruega, Furmanek encontrou na fotografia uma maneira de aproximar o público das suas experiências. A proximidade é tamanha, que seu trabalho é feito por um ângulo que nos faz sentir dentro do caiaque. Segundo o próprio autor, o objetivo foi criar o sentimento de estar dentro da foto, com o desejo explorar os fiordes. “O triângulo do arco funciona como um vetor, direcionando o foco para o cenário acima da ponta do caiaque”.

Abaixo, você confere o resultado dessa fantástica experiência de viajar por conta própria pelos imensos fiordes da costa norueguesa. Olha só:

Foto: Thomasz Furmanek - www.furmanek.com

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Aquele abraço!


A magia do Carnaval de Veneza, onde o importante é ficar no anonimato
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Marcio Moraes

Caro amigo,

Fevereiro é sinônimo de Carnaval. Porém, estamos longe de ser os únicos que comemoram a chegada do agito, que consome as ruas, avenidas – e sambódromos – do nosso País. Talvez você ache que eu esteja te colocando em uma fria ao aconselhar o inverno europeu nesse maravilhoso calor do verão brasileiro. O que posso pedir é a sua confiança para seguir comigo e explorar uma cidade que vive a fantasia de sonhar no Carnaval.

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Veneza torna a escuridão do inverno em uma explosão de vida no início do ano. Entre os dias 23 de janeiro e 9 de fevereiro, o momento mágico que se instaura entre os canais convoca os visitantes a caírem na brincadeira e comprarem suas máscaras nas diversas por ali espalhadas. Aliás, a vestimenta símbolo dessa celebração é de extrema importância para o carnaval veneziano.

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Suas origens apontam para tradições centenárias da Itália, quando as máscaras eram usadas para esconder a identidade e a classe social do usuário, de maneira que fosse possível participar de ocasiões especiais, encontros românticos e até atos ilícitos, como jogos de azar e assassinatos políticos. Durante as festas, foi uma maneira de aproximar camponeses e aristocratas, que dançavam em harmonia, longe das convenções diárias as quais estavam submetidos.

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Assim como no século XIII, o propósito da máscara segue o mesmo no carnaval de Veneza, onde turistas e moradores se vestem da maneira mais extravagante possível para contemplar a extensa programação de festividades. Próximos uns aos outros, eles cercam o Grande Canal, o mais importante da cidade, para observar o Corteo Acqueo, um desfile carnavalesco sobre as águas.

Foto: carnevale.venezia.it/en/

Foto: carnevale.venezia.it/en/

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A chegada dos barcos ao famoso rio de Cannaregio significa a abertura das barracas gastronômicas, que oferecem especialidades de Veneza como o cicchetti, pequenos aperitivos em forma de sanduíche, e o galani (acima), típica sobremesa local. Porém, o evento que inaugura oficialmente o carnaval é o tradicional Dolo dell’Angelo, ou voo do anjo, na tradução literal. Uma colombina, personagem de um gênero popular do teatro italiano, desce o Campanário da Praça de São Marcos em direção ao Palácio Ducal para entregar o cetro ao Doge, dirigente máximo da República de Veneza entre os anos de 697 e 1797.

Foto: carnevale.venezia.it/en/

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A entrega é feita pela Maria da edição anterior, uma espécie de rainha do carnaval. Aliás, as belas moças que concorrem ao trono costumam participar de diversos eventos para promover a festa na cidade. A premiação acontece na principal praça veneziana, onde as candidatas representam as doze donzelas prometidas como esposa do Doge de 1039, Pietro Candiano III.

Foto: carnevale.venezia.it/en/

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Encontre sua mascara e vamos celebrar o Carnaval de Veneza!

Forte abraço!


Fique por dentro de San Sebástian, a capital cultural da Europa em 2016
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Marcio Moraes

Caro viajante,

Preservação talvez seja a palavra certa para definir a cultura e o povo basco. Conservar os costumes e a própria língua – a euskera – após uma história de invasões de romanos, celtas e muçulmanos que marcaram a Europa não é para qualquer um.  E a União Europeia sabe bem disso. Por isso, determinou San Sebástian, no País Basco, como a capital europeia da cultura em 2016, ao lado de Varsóvia, na Polônia.

Foto: San Sebastian Tourism / Flickr

Foto: San Sebastian Tourism / Flickr

Conhecida como Donastia pelo idioma basco, San Sebástian é a personificação de um relacionamento primoroso da alta gastronomia com a beleza singular de suas praias. Uma delas, a Playa de la Concha, é considerada cartão-postal do balneário onde vivem cerca de 180 mil pessoas. Para muitos, uma das melhores praias de toda a Europa.

Foto: San Sebastian Tourism / Flickr

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Admirar o calçadão que percorre a longa faixa de areia é extremamente convidativo, ainda mais do alto do Monte Urgull. Apesar de ser uma atração por si só por abrigar um agradável parque, ele possibilita uma visão incrível de toda orla de San Sebástian. Se de um lado está a Playa de la Concha, do outro, a Playa de la Zurriola não perde em número de banhistas – sobretudo os mais jovens, que procuram surfar nas agitadas águas do Mar Cantábrico.

Foto: San Sebastian Tourism / Flickr

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Ao sair da costa e caminhar pelas ruelas da cidade, o contato com a Parte Vieja é indispensável para uma experiência basca completa. Pelos bares, não será difícil encontrar os tradicionais pintxos, petiscos espetados em um palitinho. A simplicidade de sua forma dá lugar ao complexo e inigualável sabor do tempero local.

Foto: San Sebastian Tourism / Flickr

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Foto: San Sebastian Tourism / Flickr

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Muito além dos pintxos, a gastronomia de San Sebástian permite entrar em contato com a refinada culinária basca, que rendeu aos estabelecimentos algumas estrelas Michelin. Segundo o site do turismo da cidade, são nada menos que 16 estrelas em um raio de 25 km. Destaco os melhores avaliados, ou seja, aqueles que atingiram a pontuação máxima do guia: o Akelare, divinamente comandado pelo chefe Pedro Subijana, o Arzak, com uma carta de vinhos excelente, e o Martín Berasategui, um pouco mais afastado, mas com uma impecável culinária mediterrânea.

Foto: San Sebastian Tourism / Flickr

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A escolha como capital europeia da cultura não se justifica apenas pela preservação da cultura basca. Em San Sebástian, há diversos festivais prestigiados do cinema e da música. O Festival Internacional de Cinema (sansebastianfestival.com) acontece todo mês de setembro e recebe artistas pelo mundo para a premiação. Já o tradicional Festival de Jazz (heinekenjazzaldia.com), realizado em julho, concede aos moradores e turistas diversos palcos com shows durante cinco dias na cidade.

Foto: San Sebastian Tourism / Flickr

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Preparado para mergulhar na cultura basca de San Sebástian?

Forte abraço!


Conheça Odense, a cidade onde mora a fantasia
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Marcio Moraes

Caro amigo,

“Viajar é viver”. Essa frase não é de um viajante profissional, um jet-setter ou de um blogueiro. O autor dessa sábia metáfora é uma pessoa que viveu durante o século XIX, mas ainda está presente no imaginário de milhões de pessoas ao redor do mundo. Foi ele quem escreveu clássicos da literatura infantil como A Pequena Sereia, O Soldadinho de Chumbo e O Patinho Feio. Infelizmente, por mais célebre que seja sua obra, seu nome talvez não seja tão conhecido. Hans Christian Andersen, o segundo escritor com mais histórias traduzidas no mundo, nasceu em 1805 na encantadora cidade de Odense. E é para lá que vou levar você hoje!

Foto: Divulgação

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Odense é uma cidade de quase 200 mil habitantes localizada na ilha dinamarquesa de Funen. A distância de Copenhague, capital do país, é um dos motivos pelos quais a visita a Odense vale a pena, nem que seja por apenas um dia. Em duas horas, somos transportados para um destino onde o faz-de-conta se torna realidade.

Foto: Divulgação

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Filho de um pobre sapateiro e uma lavadeira, Hans Christian Andersen venceu a miséria e a injustiça social para conquistar seu espaço e inspirar muitas gerações com suas histórias. Em 1908, a casa onde o escritor nasceu virou o primeiro museu do mundo dedicado à vida de alguém. Ali, podemos conhecer melhor sobre a trajetória, obra e as viagens do autor, além de sentir como viviam as pessoas da cidade no começo do século XIX. Uma verdadeira aula de história.

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O roteiro pela cidade segue literalmente os passos do escritor, responsável por trazer a cidade para os holofotes do turismo global. Os pontos de interesse incluem o casarão onde ele estudava, hoje uma loja de antiguidades, e a charmosa praça onde Andersen costumava brincar.

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E para fechar com chave de ouro o tour pela cidade de Hans Christian Andersen, vale a pena navegar sobre as águas do rio Odense e apreciar a arquitetura nobre das casas à beira do rio. Construídas entre 1895 e 1910, as construções permanecem intactas. A cidade ainda abriga dois hotéis luxuosos que ajudam a sustentar sua atmosfera arcaica: o First Grand Hotel, de 1897, e o Hotel Plaza, um quatro estrelas construído em 1919.

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Se você pensa em visitar a Dinamarca, não deixe de separar pelo menos um dia para conhecer Odense. Tenho certeza que depois disso, você vai encarar as histórias infantis com outros olhos!

Abraço!


Caminhe pelo passado nas ruas de Havana, capital cubana
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Marcio Moraes

Caro amigo,

Por trás de um bloqueio econômico norte-americano, um arquipélago localizado no mar do Caribe e até então isolado do mundo capitalista mostra sua força para o turismo. Considerada por muitos como um país “não visitável”, Cuba tem atraído cada vez mais turistas interessados em seu passado – até novembro de 2015, um recorde havia sido estabelecido com cerca de 3,1 milhões de visitantes. Não é por menos. Caminhar pelas ruas de Havana é ser transportado para a década de 50, em uma singularidade que apenas a capital pode proporcionar.

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Ao contrário do que muitos pensam, Cuba se abriu para o turismo em 1989, depois do fim da União Soviética. O crescimento exponencial levou o setor como a segunda atividade econômica mais forte do país. Por isso, não estranhe encontrar bastantes estrangeiros no centro histórico de Havana, sobretudo nos arredores do grandioso Capitólio, sede do governo após a Revolução Cubana de 1959.

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Hoje, El Capitólio funciona como museu e, assim como grande parte dos edifícios do país, passa por constantes restaurações. Não muito longe, a Plaza Vieja é outra atração interessante para ambientar-se com Cuba, com suas casas coloniais e diversos bares e restaurantes. Por ali, você também encontrará o Museu do Chocolate e a Cervejaria Plaza Vieja, ideal para saborear uma boa cerveja artesanal.

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Após um bom almoço na Plaza Vieja, aproveite para caminhar até o cartão-postal de Havana: El Malecón. Um imenso calçadão ao longo da orla cubana para curtir a brisa do mar ou apreciar o pôr do sol. Se de um lado você poderá avistar a fortaleza colonial Castillo Del Morro, do outro chegará ao vibrante bairro El Vedado, que faz parte do município onde está localizada a Plaza de La Revolución. Foi ali que Fidel Castro discursou em diversas ocasiões e o Papa Francisco realizou uma missa, em 2015.

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Apesar de soar um tanto macabro, visitar o Cemitério de Colon também vale a pena, tendo em vista a impressionante beleza de sua arquitetura. Ele é considerado o mais importante cemitério da América Latina – em segundo lugar está o La Recoleta, de Buenos Aires.

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Por fim, Cuba reserva não só uma imersão histórica, como também grandes espaços artísticos para acrescentar em seu roteiro. Destaco o Museu Nacional de Belas Artes de Cuba, o Teatro Nacional de Cuba e a grandiosa arquitetura do Gran Teatro de La Habana, casa do Ballet Nacional do país.

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Vamos para Cuba?

Forte abraço!


Conheça uma São Paulo diferente com fotos aéreas incríveis
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Marcio Moraes

Caro amigo,

Segunda-feira é um dia bastante especial. Uma data para guardar no coração de todos paulistanos – ou da maioria que adotou São Paulo como a própria casa. Trata-se do aniversário de nossa intensa capital paulista! Alguns são mineiros como eu, mas tantos outros montaram base na maior cidade do Brasil e contribuíram para uma Sampa de contrastes, de sonhos e, sobretudo, envolvente.

De braços abertos, ela nos acolheu e trouxe inúmeras oportunidades. Um crescimento que pode ser observado nos centenas de edifícios que encaixaram como peças de um caótico quebra-cabeça. Quantos prédios! Acredito que a Avenida Paulista seja o coração dessa “Selva de Pedras”. Ao mesmo tempo em que o verde do Parque do Ibirapuera surge como um oásis no meio do cinza de nossa paisagem. Como disse, uma cidade de contrastes.

Para comemorar o 462º aniversário da capital paulista, selecionei as melhores fotos de São Paulo vista do céu – ou de um drone, graças à tecnologia. Aprecie a dimensão de uma das principais cidades do mundo e reconheça os principais cartões-postais de nossa querida Sampa!

1. Avenida Paulista

Foto: Risen Studio - www.risenstudio.com.br

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2. Mercado Municipal de São Paulo

Foto: @ric.netto / facebook.com/ricnetto

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3. Avenida 23 de Maio

Foto: Thiago Bernardes -instagram: @cacothi

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4. Parque Ibirapuera

Foto: Fonte: Risen Studio - www.risenstudio.com.br

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5. Museu Catavento

Foto: @ric.netto / facebook.com/ricnetto

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6. Raia Olímpica da Universidade de São Paulo

Foto: Thiago Bernardes -instagram: @cacothi

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7. Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand – MASP

Foto: Risen Studio - www.risenstudio.com.br

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8. Kartodromo de Interlagos

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9. Marginal Pinheiros

Foto: Thiago Bernardes -instagram: @cacothi

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10. Ponte Cidade Jardim

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11. Allianz Parque

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12. Barra Funda

Foto: Thiago Bernardes - instagram: @cacothi

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13. Ponte Octávio Frias de Oliveira

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14. Complexo Viário João Jorge Saad

Foto: Thiago Bernardes - instagram: @cacothi

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15. Praça Panamericana

Foto: Risen Studio - www.risenstudio.com.br

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16. Parque do Povo

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17. Região da Avenida Paulista – Acima do Parque Trianon

Foto: Thiago Bernardes - instagram: @cacothi

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18. Imagem aérea de São Paulo

Foto: Marcelo Krause - instagram: @marcelo_krause

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19. Represa de Guarapiranga

Foto: Risen Studio - www.risenstudio.com.br

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20. Chácara Santo Antônio

Foto: Thiago Bernardes - instagram: @cacothi

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Fotos: Ric Netto – ricnetto.com – facebook.com/ricnetto – @ric.netto
           Risen Studio – risenstudio.com.br – facebook.com/risenstudio – @risenstudio
           Thiago Bernardes – @cacothi
           Marcelo Krause – marcelokrause.com – @marcelo_krause


As 10 cidades mais acessíveis para estudar fora do país
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Marcio Moraes

Caro companheiro,

Escolha um lugar para estudar. Pode ser qualquer um. Paris, Nova York, Londres… Essas são algumas opções tradicionais e que certamente devem ter passado pela sua cabeça. Porém, todas possuem um grande problema: são cidades que possuem um alto custo de vida.

Para pensar fora da caixa, a QS Best Student Cities publica anualmente os melhores destinos urbanos para estudantes internacionais. A edição de 2016 permite uma análise minuciosa baseado em cinco rankings – proporção de estudantes internacionais, desejo dos alunos, oportunidade de emprego, aspecto econômico e um balanço geral. Saiba mais aqui: topuniversities.com/city-rankings/2016

Uma lista interessante diz respeito à acessibilidade financeira, em que são feitas pesquisas com a mensalidade das universidades, o valor de um Big Mac, do Mc Donald’s, e de um iPad, da Apple, para comparar os preços das moedas. Dá só uma olhada nas surpresas que encabeçam os dez destinos mais acessíveis para estudantes internacionais:

10. Toulouse, França – Preço de um Big Mac: US$4.49 / Preço de um iPad: US$556.80

Foto: Divulgação

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9. Valência, Espanha – Big Mac: US$4.00 / iPad: US$545.64

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8. Cidade do México, México – Big Mac: US$3.11 / iPad: US$490.19

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7. Viena, Áustria – Big Mac: US$3.71 / iPad: US$545.64

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6. Munique, Alemanha – Big Mac: US$3.93 / iPad: US$545.64

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5. Taipei, Tailândia – Big Mac: US$2.55 / iPad: US$486.55

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4. Berlim, Alemanha – Big Mac: US$3.93 / iPad: US$545.64

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3. Hsinchu, Tailândia – Big Mac: US$2.55 / iPad: US$486.55

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2. Vansóvia, Polônia – Big Mac: US$2.54/ iPad: US$554.26

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1. Kuala Lumpur, Malásia – Big Mac: US$2.01/ iPad: US$398.26

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A única figurante brasileira no ranking é São Paulo, que ficou em 34º lugar. Já Nova York e Londres estão em 73º e 75º respectivamente.

Grande abraço!