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Rio de Janeiro: 5 pontos turísticos históricos
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Marcio Moraes

Sei que muitos de vocês já conheceram a Cidade Maravilhosa, já sentiram as areias de Copacabana nos pés, tiraram fotos no Cristo, na Escadaria Selarón, em frente ao Morro dos Dois Irmãos. Ou ao menos viram e ouviram falar desses pontos famosos. Mas o Rio de Janeiro é muito mais: tem grandes símbolos do passado brasileiro.

Como sede da coroa portuguesa de 1808 até 1821, além de capital do Vice-Reino do Brasil, do Império e, depois, da República, a cidade tem posição de destaque em momentos históricos importantes. Não podemos nos esquecer disso. A hora e a vez do Rio aconteceu em 1763, quando a cidade virou capital do vice-reino por causa da importância do porto que, na época, escoava grande parte do ouro extraído no País.

Mas foi em 1808, com a vinda da coroa portuguesa para terras cariocas, que o Rio floresceu. E, a partir dessa data, foram inaugurados os pontos-chave dessa rica herança escolhidos por mim, para vocês conhecerem outro lado do Rio, o das raízes portuguesas.

1- Museu Nacional (São Cristóvão)

Foto: Adam Carvalho

Foto: Adam Carvalho

O Museu Nacional é o maior de história natural e antropológica da América Latina e a mais antiga instituição científica do Brasil. Seus acervos e exposições ficam abrigados no Paço de São Cristóvão, onde a família imperial morou até 1889. E o edifício está no parque Quinta da Boa Vista, na época jardim do palácio.

2- Paço Imperial (Centro)

Foto: Márcio Bittencourt

Foto: Márcio Bittencourt

O Paço Imperial, residência escolhida pela coroa portuguesa, foi palco das aclamações dos imperadores Dom Pedro I e Dom Pedro II, bem como o Dia do Fico e a proclamação da Lei Áurea, cenas que mudaram para sempre o destino do Brasil. Hoje, é um centro cultural com extensa agenda de exposições, peças de teatro e concertos.

3- Biblioteca Nacional (Centro)

Foto: Rodrigo Soldon

Foto: Rodrigo Soldon

Patrimônio Histórico e Cultural do Rio de Janeiro, é considerada pela Unesco uma das 10 maiores bibliotecas nacionais do mundo e é a maior da América Latina. Ela começou com 60 mil peças e, depois de acumular 200 anos de história, hoje guarda 9 milhões de itens dentro da estrutura de art nouveau com elementos neoclássicos.

4- Museu Nacional de Belas Artes (Centro)

Foto: Cristiano Ferraz

Foto: Cristiano Ferraz

O Museu Nacional de Belas Artes foi o resultado de um decreto de Getúlio Vargas em 1937, mas o prédio de arquitetura diversa foi projetado em 1908 e tombado em 1973 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Lá tem o maior e mais importante acervo de arte brasileira do século XIX, com 70 mil itens, que incluem pinturas, desenhos, esculturas, objetos, documentos e livros.

5- Real Gabinete Português de Leitura (Centro)

Foto: Bert

Foto: Bert

Deslumbrante mesmo aos 179 anos de idade completados este ano, o Real Gabinete Português de Leitura reúne o maior acervo de literatura portuguesa fora da terrinha, com cerca de 350 mil obras, várias delas raras — e não é só para olhar: elas estão disponíveis, sim! Inaugurada em 1887, a sede com arquitetura de estilo neomanuelino fica aberta ao público apenas em dias úteis, mas vela a pena. É linda demais.


6 cafés temáticos ao redor do mundo
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Marcio Moraes

Quando viajamos, o mais legal é conhecer lugares únicos e diferentes de tudo o que estamos acostumados. Cada parada é uma oportunidade para mergulhar em um novo universo. E se esse lugar for inspirado no seu personagem favorito? Conheça lugares cercados de referências de grandes protagonistas, como Sherlock Holmes, ou até mesmo idealizado para os apaixonados por gatos.

Charlie Brown Café – Hong Kong (China)

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Quem não ama Charlie Brown e sua turma? Os personagens são o tema do Charlie Brown Café em Hong Kong, na China. Bonecos estão segurando o cardápio na porta, na lateral das escadas, em uma fonte e também sentados em uma mesa enquanto tomam café. As comidas, de panquecas e waffles a hambúrgueres, têm desenhos dos personagens. Os bolos também ganham destaque pelas decorações caprichadas. Um deles tem a casinha do Snoopy no topo, enquanto o outro é literalmente um macarron gigante com o desenho do Charlie Brown em cima. Opções de bebida não faltam: se quiser experimentar algo diferente, prove o frapuccino de chá verde ou de piña colada.

Le Café des Chats – Paris (França)

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Para quem ama gatinhos, esse é o café perfeito! O Le Café des Chats, em Paris, resgatou 12 felinos da rua e eles são a atração principal do lugar. Os visitantes podem brincar à vontade com os gatos, mas há regras: nada de alimentá-los, perturbá-los enquanto dormem ou forçá-los a ficar no seu colo. Além disso, só fotos sem flash são permitidas. Seguindo a influência japonesa, a casa serve chás orgânicos com propriedades calmantes. Os croassaints também fazem sucesso no ambiente aconchegante.

221 B Baker Street – Xangai (China)

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Pronto para desvendar um mistério? Este café em Xangai homenageia o detetive mais famoso de todos os tempos: Sherlock Holmes. O grande destaque fica por conta da série, Sherlock, já que imagens do Benedict Cumberbatch, ator que interpreta o protagonista, adornam as paredes e estantes. Mas você também encontra um quadro ou outro do Robert Downey Jr, o Sherlock das telonas. O papel de parede imita post its com frases do personagem, e na saída, uma lojinha vende capinhas de celular, cadernos e até máscaras para poluição temáticos. Ah, e para comer, além da variedade de cafés e chás, as únicas opções são saladas e waffles. O endereço do café é 50 Ruijin Er Lu, mas ele leva o nome 221 B Baker Street, por ser o endereço ficcional da casa do detetive.

Hello Kitty Cafe – Seul (Coreia do Sul)

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Este espaço completamente pink é a cara da Hello Kitty. Literalmente: seu rosto está nas paredes, mesas, poltronas, desenhado na espuma dos cafés, nos bolinhos e biscoitos. O mais pedido é o bolo de mousse com o formato da personagem nos sabores morango, chocolate ou queijo. Na saída, dá para comprar pelúcias da personagem. O café é em Seul, na Coreia do Sul, mas eles também têm um foodtruck que está viajando pelos Estados Unidos. Para acompanhar o trajeto, é só seguir a página deles no Facebook.

Alice’s Fantasy Restaurant – Tóquio (Japão)

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Nesse restaurante inspirado em Alice no País das Maravilhas, cada detalhe tem referências da história. A decoração é completamente lúdica, com lustres gigantes e naipes de baralho. As garçonetes vestem fantasias da protagonista, e todos os pratos formam desenhos, como o sushi de abacate com camarão que parece uma centopeia, ou o prato de espaguete ao sugo com formato do Gato Risonho. Você vai se sentir numa festa do chá do Chapeleiro Maluco!

Monster Cupcake – Seul (Coreia do Sul)

Foto: Divulgação

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Esta cupcakeria tem um tema bastante inusitado: monstros. Logo na porta, você é recebido por uma estátua do ET, de Steven Spielberg, e marcas de garra na parede e um boneco Chucky em cima do balcão dão o tom do lugar. E que tal comer um cupcake com decoração de olho, dedo, aranha ou até do personagem Jack do Estranho Mundo de Jack, de Tim Burton? O red velvet com decoração de múmia é sucesso!

 


Os principais destinos para apreciadores de rum
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Marcio Moraes

“Isso não é um sonho. Se fosse, haveria rum”– a frase de Jack Sparrow, protagonista da série cinematográfica Piratas do Caribe, evidencia a paixão dos corsários pelo néctar alcoólico feito da cana-de-açúcar. De fato, o rum é a bebida preferida dos marujos desde o século XVII, principalmente pela coragem que traz junto com seu alto teor de álcool. Mas, será que o drinque agrada apenas os piratas?

Embora antigo, o rum continua agradando os paladares. Segundo a Associação de Destilarias do Kentucky, desde 2010, o consumo da bebida cresceu 35% e a produção aumentou tanto que os barris de carvalho estão até em falta!

Preparei uma lista com os países que devem estar na mira daqueles que querem provar os melhores runs do mundo!

1- Barbados

Foto: Drew Stephens

Foto: Drew Stephens

O lugar onde, teoricamente, foi produzido o primeiro rum do mundo merece destaque nessa lista! Em toda a ilha caribenha, você encontra passeios totalmente dedicados a bebida. São quatro destilarias e três fábricas que oferecem visitação. Aberta desde 1703, Mount Gay, em Bridgetown, é a mais antiga do mundo ainda em funcionamento.

2- Índia

Foto: George Koshy

Foto: George Koshy

Apesar de não ser muito reconhecida por seu rum, a Índia é o país que mais consome o drinque no mundo! A marca local mais famosa por lá é a Old Monk, que lidera o mercado há anos com suas bebidas envelhecidas por, no mínimo, oito anos. A paixão é tão grande que os soldados do exército indiano recebem rum como parte do salário!

3- Filipinas

Foto:  Fabian Schmidt

Foto: Fabian Schmidt

Ao pensar em rum, você também se lembra dos lugares tropicais que eram visitados por piratas, não é? Logo, o cenário tropical filipino combina perfeitamente com a bebida! Hoje, algumas marcas locais de rum entram nas listas de mais vendidas do mundo, como a Don Papa.

4- Haiti

Foto; Steve Bennett

Foto; Steve Bennett

O rum haitiano ganha destaque no mercado por sua técnica de produção diferenciada. Além de ser feito a partir do caldo da cana-de-açúcar, as indústrias locais ainda seguem um processo de produção similar ao do conhaque, que é destilado duas vezes. O favorito dos consumidores é o Rhum Barbancourt.

5- Cuba

Foto: Andrea Donato

Foto: Andrea Donato

O rum cubano é um clássico! Com sua produção legalizada desde 1539, as marcas naturais de Cuba já se espalharam pelo mundo. O Havana Club, por exemplo, é um dos mais procurados! A bebida é tão popular por lá que derivou outros drinques famosos, como o Cuba Libre, que leva rum, Coca-Cola e limão, e o Mojito, feito de rum branco, limão, hortelã e água com gás.

6- Guiana

Foto: Steve Bennett

Foto: Steve Bennett

O segredo do rum produzido na Guiana, na verdade, está em uma marca específica. O El Dorado foi considerado por quatro anos seguidos o melhor rum do mundo pela International Wine and Spirit Competition! Os amantes da bebida não podem deixar de saboreá-lo para tirar a prova dos nove. Na capital do país, Georgetown, você ainda pode visitar a Destilaria Demerara, onde o famoso rum é fabricado.

7- Jamaica

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

O rum jamaicano é famoso por ter um gosto mais forte e um alto teor de álcool, mas vai além disso. Por lá, há uma variedade gigante de rum em todas as cores e para todos os gostos. A bebida é tão tradicional que faz parte da cultural local, sendo utilizada em rituais para espantar espíritos indesejados ou como remédio para gripe.


Conheça os hotéis de Donald Trump
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Marcio Moraes

Donald Trump está mais na mídia do que nunca, pois concorre nas eleições americanas para presidência dos Estados Unidos e fez discursos bastante polêmicos de cunho racista e xenofóbico. Mesmo antes dessa exposição toda, foi o famoso apresentador do reality show The Apprentice, que escolhia um executivo para trabalhar com ele, e um conhecido empreendedor, dono de uma rede de hotéis grandiosos. Olhem só os hotéis 14 hotéis que ele coleciona pelo mundo.

1-      Nova Iorque (Central Park) – Estados Unidos

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Foto: Divulgação

Este hotel bem em frente ao Central Park é o único de Nova Iorque com 5 estrelas e 5 diamantes que tem um restaurante também com 5 estrelas e 5 diamantes na classificação da revista Forbes. O luxo das 176 suítes vai dos lustres de cristal aos móveis folheados a ouro.

2-      Nova Iorque (Soho) – Estados Unidos

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Foto: Divulgação

O Soho é conhecido por suas galerias de arte e uma badalada vida noturna. O hotel do Trump, então, segue a tendência do bairro e aposta em peças de design contemporâneo em cores sóbrias. No site oficial do hotel, há uma declaração sobre como eles são orgulhosamente gay friendly (simpatizantes), o que surpreende, já que o discurso de Trump é extremamente conservador.

3-      Chicago – Estados Unidos

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Foto: Divulgação

Num ponto privilegiado do centro de Chicago, o Trump International Hotel & Tower Chicago é o prédio de concreto mais alto do mundo. Os apartamentos são modernos e têm janelas que tomam conta de toda a parede. O restaurante do hotel, Sixteen, coleciona duas estrelas no Guia Michelin.

4-      Las Vegas – Estados Unidos

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Apesar de se situar em Las Vegas, é proibido fumar ou fazer apostas em jogos dentro do hotel de vidro dourado do Trump. Isso porque ele quer manter o clima familiar do lugar. A hospedagem também aceita animais de estimação.

5-      Honolulu – Havaí

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Claro que o Havaí não poderia ficar de fora. O Trump Internacional Hotel Waikiki fica à beira de praias lindíssimas. Os apartamentos são todos decorados em madeira e cores claras, em harmonia com o clima tropical, e têm varandas espaçosas de frente para o mar. Prepare seu colar de flores!

6-      Cidade do Panamá – Panamá

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Foto: Divulgação

O Trump International Hotel & Tower Panama é o prédio mais alto e largo da América Central. Ele foi projetado para aproveitar ao máximo a vista do mar. Além de abrigar o enorme Cassino Ocean Sun, o hotel dispõe de cinco piscinas no décimo terceiro andar.

7-      Miami – Estados Unidos

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Foto: Divulgação

Este resort dedicado ao golfe foi comprado pelo grupo Trump Hotel Collection em 2012 e passou por uma reforma de 250 milhões de dólares antes de ser reaberto. O espaço oferece quatro campos profissionais de golfe.

8-      Washington DC – Estados Unidos

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Foto: Divulgação

O Trump International Hotel Washington DC tem sua abertura programada para o dia 12 de setembro de 2016. A construção escolhida para abrigar o empreendimento é um antigo correio que está passando por uma enorme reforma de 200 milhões de dólares, mas terá sua fachada preservada.

9-      Vancouver – Canadá

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Foto: Divulgação

Também recém-lançado, o Trump International Hotel and Tower Vancouver é o segundo maior prédio da cidade. A arquitetura da torre triangular é assinada por Arthur Erickson e dá a impressão de ter sido torcida. Para completar, o hotel tem um sofisticado bar de champanhe.

10-  Doonbeg – Irlanda

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Foto: Divulgação

Este hotel irlandês também é dedicado ao golfe com um campo incrível de 18 buracos planejado pelo jogador Greg Norman, vencedor de 91 torneios internacionais. Antes conhecido como Doonbeg Golf Club, em 2014 o empreendimento se tornou o Trump International Golf Links & Hotel Ireland.

11-   Charlosttesville – Estados Unidos

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Foto: Divulgação

Em Virgínia, nos Estados Unidos, há um hotel do Trump especial para os amantes de vinho. No meio de uma vinícola, o Trump Winery é uma mansão de 1760 com belos lustres de cristal e papéis de parede pintados à mão.

12-   Aberdeen –  Escócia

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Foto: Divulgação

Lançado em 2013, este hotel do Trump até mesmo parece um castelo de tão luxuoso. Chamada MacLeod House and Lodge, a mansão com apenas 19 suítes fica a 15 minutos do Trump International Golf Links, um campo de golfe com 18 buracos que já atraiu jogadores mundialmente conhecidos como Justin Rose, Phil Mickelson e Rory McIlroy.

13-   Barra da Tijuca – Rio de Janeiro

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Foto: Divulgação

O primeiro hotel do Trump no Brasil foi inaugurado recentemente na orla da Barra da Tijuca, mais precisamente, no Jardim Oceânico. O investimento de US$ 120 milhões tem uma piscina de vidro com vista para o mar e banheiros de mármore importado da Turquia.

14-   Toronto – Canadá

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Foto: Divulgação

O Trump International Hotel & Tower Toronto foi considerado pelo TripAdvisor o melhor do país. O spa e decoração cosmopolita impressionam por serem tão luxuosos. Peças em mármore e couro se destacam nos apartamentos. O hotel também é uma ótima escolha por sua localização, bem no centro da cidade.


Hostel-prisão e balada nos trilhos: veja outras reformas inusitadas
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Marcio Moraes

Já ouviu falar em retrofit? A prática consiste em reformar um espaço para torná-lo algo completamente diferente, mantendo as formas ou características originais. O legal é que várias construções abandonadas ganham vida com as transformações e se tornam muito mais interessantes por terem sido reinventadas. Já pensou que legal levar seus filhos para brincar em um antigo avião? Ou se hospedar em um castelo de verdade?

Confira seis destinos incríveis e veja como as histórias só os tornam ainda mais charmosos!

1- Forte virou hotel de luxo (Solent, Reino Unido)

Foto: Divulgação

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O Forte de Spitbank, em Solent, servia como proteção à costa sul do Reino Unido no século 19, mas foi abandonado em 1963. O espaço passou por uma reforma e, em 2009, foi lançado um hotel de luxo com nove suítes, piscina, bar, spa e sala de recreação. O estilo vitoriano, as paredes com 4,5 metros de espessura e o nome do lugar permaneceram os mesmos. Entre as atividades do Solent Fort há pesca, spa, jogo de tiro a laser em um labirinto e caça tesouro para todas as idades.

2- Fábrica virou parque de diversões (Saint Louis, Estados Unidos)

Foto: Divulgação

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Em Saint Louis, cidadezinha de Missouri, uma fábrica abandonada foi adaptada para se tornar o City Museum, uma mistura de parque infantil e exposição arquitetônica de objetos ressignificados. Os 20 artesãos comandados pelo escultor Bob Cassilly transformaram pontes, chaminés, guindastes, ônibus escolares e até aviões abandonados em brinquedos e obras de arte surrealistas. O destino, aberto desde 1997, é uma ótima opção para passeios em família. Dá até para passar a noite lá, nas chamadas SumblerCity overnights. Crianças e adultos podem acampar no espaço, participar de atividades noturnas, com acesso ao parque todo, e curtir um buffet de pizzas e de café da manhã no dia seguinte.

3- Prisão virou hostel (Liubliana, Eslovênia)

Foto: Divulgação

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Esta prisão militar ficou aberta entre 1882 e 1991 em Liubliana, na Eslovênia. A prefeitura planejava demolir o edifício quando diversos artistas do mundo todo se juntaram com o propósito de renová-lo. Eles lutaram e ocuparam a construção, resistindo à falta de energia e água provocada pelas autoridades, até conseguirem os documentos necessários para criar o Hostel Celica. A obra foi concluída em 2003 e, ao todo, mais de 80 artistas transformaram e decoraram 20 celas. E as áreas comuns foram transformadas em uma galeria de arte.

4- Trilhos de trem viram balada (Mooca, São Paulo)

Foto: Divulgação

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Os trilhos e vagões abandonados na Mooca, em São Paulo, deram espaço a um empreendimento surpreendente, um espaço cultural cheio de eventos. Chamado Nos Trilhos, o lugar bomba com baladas, feirinhas, shows e festas específicas — até arraiais. Para chegar nas festas é preciso embarcar em uma Maria Fumaça de 1922 na histórica Rua Visconde de Parnaíba. O mais legal é que parte da renda arrecadada é destinada a preservar e melhorar as linhas ferroviárias paulistanas.

5- Alojamento para soldados virou spa (Califórnia, Estados Unidos)

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A construção onde fica o Fairmont Sonoma Mission Inn & Spa, na Califórnia, foi um alojamento para soldados e marinheiros durante a Segunda Guerra Mundial. Em 1945, o espaço foi desocupado e deu lugar a um hotel. Mais tarde, em 1981, o empreendimento de Sonoma ganhou um spa de 3.700 metros quadrados e até hoje atrai turistas de todos os lugares do mundo. Além de ser famoso pelo restaurante Santé, com uma estrela do Guia Michelin, e por seu enorme campo de golf, há uma fonte de água termal natural com propriedades medicinais. Que tal mergulhar em uma piscina sulfurosa?

6- Castelo virou hotel (Lisboa, Portugal)

Foto: Divulgação

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Uma hospedagem com gostinho de conto de fadas. No espaço onde se situa o Castelo Belmonte, em Lisboa, havia três torres muito antigas — não se sabe ao certo quando foram edificadas. Em 1420, elas foram transformadas em casa e, em 1640, uma nova reforma foi feita e a construção se tornou um castelo, reconhecido como Monumento Nacional em 1910. Após uma longa restauração de 6 anos, o luxuoso hotel Palácio Belmonte foi lançado em 2000, com belos jardins, fontes romanas e uma biblioteca incrível. O toque especial fica por conta de uma piscina de mármore preto. Para completar o clima clássico, as suítes ganharam nomes de grandes portugueses, como o navegador Fernão de Magalhães e os escritores Gil Vicente, Alberto Caeiro e Ricardo Reis — os dois últimos são heterônimos de Fernando Pessoa.


5 atrações de turismo de natureza no Rio de Janeiro
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Marcio Moraes

Cartão-postal e cidade mais visitada do Brasil, o Rio de Janeiro é um grande exemplo da nossa diversidade ambiental. Ele abriga muitas – e tão diversas! – belezas naturais em só 0,01% do total do território do Brasil. Frente a isso, só nos resta relaxar e aproveitar tudo que ele tem a oferecer.

1.  Praias

Praia- Rio Janeiro

Foto: Divulgação

Tudo começa com o mar. A faixa litorânea carioca tem opções para todos os gostos – da calmaria do Arpoador, na zona sul, à adrenalina da Prainha, reserva biológica e um dos melhores points de surfe do País. E, por falar em agito, o clima esquenta em Ipanema, mais precisamente no Posto 9, onde corpos bronzeados e olhares intencionais dão o tom da vida praiana carioca.

As praias selvagens, acessíveis por trilha ou barco, também têm espaço na Cidade Maravilhosa. Menos conhecidas que as clássicas Copacabana e Leblon, as faixas de areia da zona oeste carioca são alternativa ao tumulto, principalmente na alta temporada. Fuja para as praias dos Búzios, do Perigoso, do Meio ou Funda e perceba que não é necessário ir tão longe para se sentir em total sintonia com a natureza.

2. Parque Nacional da Tijuca

Pedra da Gávea

Foto: Divulgação

O Rio de Janeiro é tão especial que guarda um tesouro incrustado no coração da cidade: o Parque Nacional da Tijuca, uma das maiores florestas urbanas do mundo. A Floresta da Tijuca pode ser visitada por diferentes caminhos. Várias trilhas, com graus de dificuldade graduais, ligam mirantes e cascatas. O passeio chega a seu ápice no Pico da Tijuca, que oferece uma vista incrível do alto de seus 1.022 metros de altitude. A Pedra da Gávea também é bem interessante e chega a ter 842 metros de altura.

3. Jardim Botânico

Jardim botânico do Rio de Janeiro

Foto: Cyro Silva

Quando o assunto é diversidade natural, o Jardim Botânico do Rio de Janeiro é um must-do. Charmosa, a área verde de 54 hectares é casa de mais de 6 mil espécies botânicas, brasileiras e estrangeiras, algumas até ameaçadas de extinção. Além disso, o espaço, que serve também como instituto de pesquisas, tem a maior biblioteca do País especializada no assunto, com mais de 32 mil livros.

4. Parque do Flamengo

Parque do flamengo

Foto: Til Pestana

Em terras cariocas, vale a pena conhecer também o Parque do Flamengo, que integra o centro à zona sul do Rio de Janeiro e exibe um jardim com plantas nativas, projetado pelo ícone do paisagismo brasileiro, Burle Marx.

5. Parque Nacional do Itatiaia

Parque do Itatiaia

Foto: Divulgação

Nos arredores da cidade fluminense, a natureza mostra sua força em Itatiaia, primeira cidade a receber um parque nacional brasileiro. Com uma extensão da Serra da Mantiqueira, o Parque Nacional do Itatiaia atrai montanhistas de todo o País.


Aldeias indígenas para visitar no Brasil
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Marcio Moraes

O povo brasileiro é uma mistura de muitas etnias, e a indígena por mais afastada dos olhos, é a origem da nossa cultura (até porque a terra era toda deles antes dos portugueses chegarem). Essa influência é visível no nosso vocabulário, em palavras como pipoca, catapora, gambá ou abacaxi, na prática da capoeira, em várias comidas típicas, como a pamonha e o peixe assado na folha de bananeira, e até mesmo em costumes como o de tomar banho todos os dias.

Mesmo com toda a urbanização e tecnologia, algumas tribos brasileiras conservaram suas raízes. É muito importante reconhecermos e ressaltarmos a luta desse povo por seus próprios costumes e cultura, já que, de algum jeito, também são nossos.

Mais do que isso, a persistência dos índios nos proporciona a oportunidade de vermos de perto a origem do país. O que acha da ideia? Indiquei seis aldeias abertas à visitação para mergulhar na cultura brasileira.

1. Aldeia do Rio Silveira – Bertioga (SP)

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Uma tribo de etnia tupi-guarani, com cerca de 120 famílias, tem seu lar na Reserva Indígena Guarani do Rio Silveira na cidade Bertioga, interior de São Paulo, na divisa com São Sebastião. Há passeios monitorados para conhecer a região e os costumes da comunidade de cerca de 500 índios que vivem em casinhas de madeira, pau-a-pique e palha. Na escola, para conservar a cultura indígena, as crianças, que são maioria na aldeia, aprendem apenas o idioma guarani até os sete anos de idade. Entre as regras da tribo, o homem que se casar com uma mulher branca pode trazê-la para morar com ele, mas a mulher que se casar com alguém de fora é expulsa e só pode voltar para visitar a família rapidamente. A aldeia também é conhecida por cultivar palmitos Jussara e plantas ornamentais, como orquídeas. Além de assistir a apresentações culturais e conhecer os artesanatos e culinária típicos, os visitantes podem aproveitar a natureza local e nadar na cachoeira.

2. Aldeia Nova Esperança – Tarauacá (AC)

Índia da Aldeia Nova Esperança

Foto: Divulgação

Na Amazônia acriana, às margens do rio Gregório, vivem os índios Yawanawás, próximo a Tarauacá. Esta etnia só teve contato com não indígenas no século XX, quando foram explorados e escravizados pelos seringalistas, que exploravam borracha na Amazônia. Em 1984, com o apoio da FUNAI, as tribos reconquistaram parte de seu território, onde vivem até hoje. Desde 2002, todo ano em outubro, a Aldeia Nova Esperança celebra a cultura indígena com o Festival Mariri. Antigamente, todos que quisessem podiam assistir às apresentações culturais, mas o evento se tornou muito popular e os índios perceberam que isso atrapalhava o caráter intimista da festividade. Agora, quem deseja participar da festa de seis dias precisa se inscrever no site oficial, (http://www.festivalyawa.org/) e apenas 150 turistas serão escolhidos. Os participantes provam o melhor da culinária tradicional Yawanawá, como peixe moqueado e caiçumas de diversos sabores, e ainda ganham pinturas corporais feitas pelos índios. A tribo se destaca no uso do urucum, que além de ser utilizado nas caracterizações e artesanatos, ainda ajuda no sustento financeiro, já que eles mantêm acordos comerciais com marcas de cosméticos como a estadunidense Aveda.

3. Aldeia Mãe Barra Velha – Caraíva (BA)

Índios da Aldeia Barra Velha

Foto: Divulgação

O Parque Nacional do Monte Pascoal, em Caraíva, na Bahia, é populado por índios Pataxós. Entre eles, a Aldeia Mãe Barra Velha, com cerca de 500 famílias, é uma das mais receptivas. Por mais que a tribo já tenha bastante com influência da tecnologia, com o uso de celulares e televisões, vale a pena visitá-la. Os produtos artesanais vendidos por eles, como colares, pulseiras, colheres e passarinhos de madeira, também são incríveis e garantem a principal renda dos índios locais. Quem quiser pode acampar em um gramado, bem em frente à praia, administrado pelo ex-cacique Seu Zé, que cobra um preço fixo por pessoa. Dá até mesmo para passar o ano novo!

4. Parque Indígena do Xingu – Mato Grosso (MT)

Índias do Xingu

Foto: Wilfred Paulse

Com 5 mil habitantes de 204 tribos diferentes, o Parque Indígena do Xingu é o terceiro maior do mundo. Os índios Waurá, famosos por seus artesanatos em cerâmica, e Trumai, que dominam a fabricação de sal e machados de pedra, são os que costumam receber turistas para uma experiência cultural. Durante quatro dias, os visitantes participam de danças, rituais, fazem trilhas, conhecem histórias e lendas das tribos locais, aprendem a usar o arco e flecha e a pescar com lanças. Sem data fixa, os Trumai realizam uma vez por ano um ritual típico chamado Jawary, em que dançam e cantam com suas flechas para homenagear seus ancestrais mortos em batalhas.

5. Aldeia Tupé – Manaus (AM)

Índio e artesanatos da Aldeia Tupés

Foto: Gabriel Castaldini

A Tribo Dessana Tukana, às margens do Rio Negro, conserva sua cultura e o dialeto Tukano. O mais legal da visitação nessa aldeia é que os turistas são recepcionados pelo próprio pajé, que explica o funcionamento da comunidade e introduz a apresentação de canto e dança dos índios. No final do evento de apenas um dia, eles também vendem artesanatos como colares, pulseiras e artefatos indígenas. Esta é uma das tribos que tem menos sinais da vida moderna dessa lista. As vestes ainda são artesanais, feitas de palha, folhas e sementes, não há energia elétrica, água encanada ou esgoto.

6. Aldeia Krukutu – São Bernardo (SP)

Índio da Aldeia Krukutu

Foto: Divulgação

Perto da divisa de São Bernardo, na região de Parelheiros, moram aproximadamente 300 índios. A aldeia Krukutu, cujo nome significa “lança que vem da terra”, vive lutando por seu território e pela conservação de sua cultura. Para conscientizar a população sobre a causa, a Secretaria de Cultura da cidade começou a organizar grupos de visitas monitoradas à aldeia. É possível conhecer a biblioteca, a escola e até a casa de reza deles. Os índios de etnia Guarani e Guarani Kaiowá que moram lá se consideram uma grande família. Todos os dias durante o pôr do sol, eles se reúnem em volta de uma fogueira para dançar e cantar.


O que fazer em um dia no Rio de Janeiro?
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Marcio Moraes

As Olimpíadas estão aí e o Rio de Janeiro está mais movimentado do que nunca! Com os eventos e agendas apertadas, nem sempre sobra tempo para conhecer a cidade, certo? Então vou ajudá-lo a ver o melhor da Cidade Maravilhosa em apenas 24 horas.

Foto: Divulgação

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Se você ainda não conhece o Rio muito bem, comece com o pé direito e tome um belo café da manhã na Confeitaria Colombo do Forte de Copacabana. Mesmo sem a construção histórica e glamourosa da cafeteria do centro, a filial compensa com a vista para a praia e o Pão de Açúcar, além de ser um ótimo ponto de largada. De lá, basta sair passeando pelo calçadão de Copacabana e, se quiser, dá para completar com um mergulho no mar.

Foto: Divulgação

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Vá para o Pão de Açúcar, suba de bondinho e aproveite a vista da cidade. Depois disso, conheça o cartão postal mais famoso, o Cristo Redentor. Mas tenha paciência, porque a fila pode demorar bastante.

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Se tiver tempo, passeie pela Lagoa Rodrigo de Freitas. Com seu formato parecido com um coração, o espaço é utilizado para a prática de esportes aquáticos. Depois, assista ao pôr do sol da Pedra do Arpoador, a vista é de tirar o fôlego! Para a noite, aposte na vida noturna da orla carioca repleta de barzinhos, quiosques, teatros e cinemas.

Foto: Divulgação

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Agora, se você quiser conhecer outro lado do Rio de Janeiro, além das praias e do Cristo Redentor, explore o centro histórico da cidade. Para o café da manhã, a Cofeitaria Colombo original é o lugar ideal. A construção é um Patrimônio Cultural Brasileiro desde 1893 e carrega três séculos de história.

Foto: Divulgação

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Segundo ponto do roteiro, o Paço da Praça XV é onde Dom Pedro I fez seu anúncio no Dia do Fico e também onde Princesa Isabel assinou a Lei Áurea para libertar os escravos. Hoje no espaço funciona um centro cultural com mostras de arte, lojas e biblioteca. Vale a pena conferir o acervo, e a entrada é franca. O Teatro Municipal é parada obrigatória e tem visita guiada de terça a sexta às 11h. Mas precisa agendar com antecedência e por telefone.

Foto: Tatiana Machado

Foto: Tatiana Machado

E que tal conhecer uma biblioteca com mais de 400 mil obras? O Real Gabinete Português de Leitura, fundado em 1837, é liberado para visitação e fotos e tem o maior acervo de literatura portuguesa fora de Portugal. Só não pode fazer muito barulho para não atrapalhar os leitores. Para completar o roteiro cultural, conheça o Museu Nacional de Belas Artes. Abre todos os dias, tem entrada grátis aos domingos e conta a história do Brasil através de suas obras. Não deixe de passar pela Igreja de São Francisco da Penitência, toda revestida de folhas de ouro.

Foto: Rosino

Foto: Rosino

A noite fica por conta da Lapa. A região boêmia é animada todos os dias da semana. As avenidas Mem de Sá e Gomes Freire são algumas das mais movimentadas. Lá as pessoas se divertem em bares ou nas ruas, onde curtem apresentações artísticas e musicais e tomam cerveja nas calçadas madrugada adentro.

Foto: Fabiano Caruso

Foto: Fabiano Caruso


British Airways i360: a torre de observação mais alta do mundo
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Marcio Moraes

British Airways i360

Foto: British Airways i360

Brighton é o segundo destino mais visitado por turistas na Inglaterra (depois de Londres, claro). E agora a gente tem mais um motivo para conhecer essa cidade do sudoeste da Inglaterra: a British Airways i360, inaugurada nesta quinta (4). Seus 138 metros de altura a consagraram a torre móvel de observação mais fina e mais alta do mundo, e a estrutura é o primeiro teleférico vertical do mundo.

A atração patrocinada pela companhia aérea homônima foi idealizada e desenhada pelos mesmos arquitetos do London Eye, do Marks Barfield. Toda de vidro, a cabine permite vista de 360 graus para Brighton e para o lindo litoral de Sussex.

Interior do British Airways i360

Foto: British Airways i360

Para chegar ao ponto mais alto da torre leva 20 minutos durante o dia e 30 à noite, quando o espaço vira o Nyetimber Sky Bar. O i360 também vai receber um bar/restaurante para 400 pessoas, com pratos regionais assinados por Steven Edwards, vencedor do MasterChef de 2013.

British Airways i360

Foto: British Airways i360

Embarcar nesse novo teleférico custa a partir de 13,50 libras para adultos, a partir de 6,75 libras para crianças e é de graça para as com menos de 4 anos de idade. A reserva pode ser feita pelo site BritishAirwaysi360.com ou no local. Morri de vontade de ir pra lá, e vocês?


Espírito olímpico toma conta do Rio de Janeiro
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Marcio Moraes

Se, quando foi criada, a competição olímpica era baseada nos conceitos de respeito, amizade e excelência, nada mais justo que resgatá-los agora, em uma sociedade que busca a paz em meio do caos. Com expectativa de ultrapassar os cinco bilhões de expectadores no planeta, a Olimpíada de 2016 pode – e deve – ser o exemplo de um mundo melhor. E a teoria vira prática nos programas de voluntariado e sustentabilidade desenvolvidos pelo Comitê Organizador Rio 2016.

Foto: Divulgação

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Voluntários, brasileiros e estrangeiros, representam 33% da força de trabalho da Olimpíada. São 70 mil pessoas que atuam em mais de 500 funções nos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos. Em contrapartida, os profissionais recebem capacitação profissional, com aulas de inglês por um ano e treinamentos, específicos e gerais, em serviços, liderança e inclusão. Especialistas nas áreas de esportes, medicina, tecnologia e idiomas também fazem parte do quadro de voluntários.

Foto: Divulgação

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Na busca por um legado ecologicamente positivo, o Comitê Organizador Rio 2016 foi reconhecido com o certificado internacional ISO 20121, que caracteriza o máximo da sustentabilidade no setor de eventos. A norma avalia as situações de desperdício, consumo de energia e pressão sobre as comunidades locais para determinar se o evento deixa uma marca positiva econômica, ambiental e social. “A sustentabilidade é incorporada em nossos processos, e esta certificação comprova isso”, afirma Julie Duffus, gerente de sustentabilidade para o Rio-2016.

Foto: Divulgação

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Exemplo disso é a Arena de Handebol, construída temporariamente para evitar que obras ficassem subutilizadas depois da Olimpíada. Pela primeira vez, o conceito de arquitetura nômade foi utilizado nos Jogos Olímpicos. A ideia é que a instalação seja desmontada e suas estruturas deem origem a quatro escolas municipais, com capacidade para 500 alunos cada. Dessa forma, o Rio 2016 não é apenas um megaevento esportivo, mas uma chance de despertar os valores olímpicos e transformá-los em mudanças positivas para o Brasil.

Foto: Jeff Kern

Foto: Jeff Kern